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A plataforma de vídeos Rumble registrou uma nova advogada, Rossana Baeza, para atuar na ação que move, ao lado da Trump Media, contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, na Justiça Federal dos Estados Unidos. A movimentação ocorre depois de a Justiça americana negar, por ora, o pedido de revelia contra o ministro e autorizar a entrada da Advocacia-Geral da União (AGU) no processo em nome do Brasil. A juíza determinou que Rumble e Trump Media respondam ao pedido da AGU para extinguir a ação.
A plataforma de vídeos Rumble registrou uma nova advogada para atuar na ação que move, ao lado da Trump Media, contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, na Justiça Federal dos Estados Unidos. Em petição protocolada na sexta-feira, dia 26, a advogada Rossana Baeza, do escritório Boies Schiller Flexner, passou a atuar oficialmente no processo, ao lado do advogado Martin De Luca.
O reforço na equipe jurídica ocorre poucos dias depois de a Advocacia-Geral da União, a AGU, ingressar no processo em nome do Brasil, e depois de a Justiça americana negar, por ora, o pedido para declarar o ministro em revelia. A juíza responsável pelo caso, que tramita na Flórida, determinou que a Rumble e a Trump Media respondam ao pedido da AGU para extinguir a ação antes de uma eventual nova análise sobre a revelia.
A cobertura de centro, como a da CNN Brasil, relatou a cronologia processual de forma factual: a inclusão da nova representante, a negativa do pedido de revelia e a entrada do governo brasileiro no processo. As empresas haviam argumentado que Moraes foi notificado por meio autorizado pela Justiça americana e deixou transcorrer o prazo sem responder à ação nem pedir prorrogação.
Veículos de direita enfatizam o mérito da acusação: na ação, a Rumble e a Trump Media sustentam que Moraes determinou de forma ilegal o bloqueio de perfis de pessoas residentes nos Estados Unidos e promove o que classificam como censura contra discursos políticos de usuários alinhados à direita, entre eles Allan dos Santos. Sob esse prisma, o caso levanta o debate sobre o alcance das decisões do STF sobre plataformas sediadas fora do Brasil e sobre a liberdade de expressão.
Já veículos de esquerda, como o Brasil 247, destacam a defesa do Estado brasileiro e a legitimidade da decisão do STF. Essa cobertura lembra que a Rumble, rede popular entre conservadores nos Estados Unidos, está proibida de operar no Brasil desde fevereiro de 2025, quando Moraes determinou sua suspensão por descumprimento de decisões da Justiça brasileira. Segundo o ministro, apoiadores de Jair Bolsonaro utilizavam a rede para disseminar notícias falsas e promover ataques às instituições democráticas, e toda empresa que atua no país está sujeita à legislação brasileira.
O que ainda não se sabe é se a juíza americana vai acolher o pedido da AGU para extinguir a ação, qual será o desfecho da disputa sobre a revelia e como ficará, no plano jurídico, o embate sobre o alcance extraterritorial das decisões do Supremo brasileiro sobre empresas estrangeiras.
Os relatos convergem em que a Rumble reforçou sua equipe jurídica nos EUA, que a AGU entrou no processo em nome do Brasil e que a Justiça americana negou, por ora, o pedido de revelia contra Moraes.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Enquadra a censura como 'supostamente ilegal' e enfatiza a justificativa de Moraes (notícias falsas, ataques às instituições democráticas, sujeição à legislação brasileira), legitimando a decisão do STF. Vocabulário e ênfase alinham com a defesa da regulação estatal das plataformas, perfil LEFT.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Texto descreve o trâmite processual (nova advogada, negativa de revelia, entrada da AGU) de forma neutra, atribuindo as alegações às partes ('sob o argumento de'). Sem vocabulário valorativo carregado nem tomada de lado.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
Plataforma reforça equipe jurídica nos Estados Unidos em processo que contesta decisões do ministro do STF

Movimentação ocorre após Justiça americana negar, por ora, pedido de revelia contra o ministro do STF
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