STJ rejeita recurso e PM acusado de matar estudante Marco Aurélio segue solto
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Os veículos de esquerda cobriram a decisão com a cronologia dos pedidos de prisão desde janeiro de 2025, passando por primeira e segunda instâncias até o STJ. Registraram que o caso chegou à corte por insistência da família da vítima, que o policial segue atuando na Polícia Militar e que um processo administrativo disciplinar recomendou sua expulsão. Informaram ainda que o segundo réu foi preso por acusação de violência doméstica e depois solto.
Com base em Ponte Jornalismo
A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça manteve em liberdade o policial militar Guilherme Augusto Macedo, acusado de matar o estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, em novembro de 2024, em São Paulo.
Com base em CNN Brasil
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As coberturas de centro e de esquerda concordam que a Quinta Turma do STJ manteve o policial em liberdade e que a permanência dele em funções internas pesou para manter as medidas cautelares. Ambas relatam, como versão da acusação, que o estudante estava desarmado.
O Superior Tribunal de Justiça manteve em liberdade o policial militar acusado de matar o estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, em novembro de 2024, na Vila Mariana, em São Paulo. A Quinta Turma aplicou a Súmula 182 e não examinou o pedido de prisão preventiva, apoiado pelo Ministério Público Federal. Os dois policiais denunciados ainda devem ir a júri, sem data marcada até 6 de novembro.
O Superior Tribunal de Justiça manteve em liberdade o policial militar Guilherme Augusto Macedo, acusado de matar o estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, em novembro de 2024, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo. A Quinta Turma da corte, sob relatoria do ministro Reynaldo Soares da Fonseca, rejeitou o recurso do pai do estudante, que atua como assistente de acusação e pedia a prisão preventiva do réu. A decisão não analisou o mérito do pedido. A Turma aplicou a Súmula 182 do tribunal, segundo a qual o recorrente precisa contestar de forma específica cada fundamento da decisão anterior.
A cobertura de centro relatou que o Ministério Público Federal, em parecer de 9 de outubro, defendeu a preventiva ao apontar gravidade concreta e periculosidade do policial. Segundo essa cobertura, a Turma também não acolheu os pedidos alternativos de afastamento das atividades policiais, retirada do porte de arma e uso de tornozeleira eletrônica, e esta foi a sexta vez que a Justiça negou a prisão preventiva dele. Os veículos de esquerda reconstituíram a sequência de recursos. O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão em janeiro de 2025, a juíza do caso negou, o Tribunal de Justiça paulista manteve a decisão em junho de 2025, e a presidência do STJ já havia barrado o recurso em agosto de 2026, antes do exame colegiado.
As duas coberturas coincidem em pontos centrais. A permanência do policial em funções internas foi tratada como fato relevante para manter as medidas cautelares no lugar da prisão, e a Turma mandou que o juízo comunique ao comando da Polícia Militar qualquer mudança na situação funcional dele. Ambas relatam, como versão da acusação, que o estudante estava desarmado e que a perseguição começou depois de um tapa no retrovisor de uma viatura.
Há diferenças de ênfase e uma divergência de data. A cobertura de centro deu espaço à carta do pai do estudante ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em que pede apoio do governo federal e uma reunião, e às imagens de câmeras de segurança que contrariam a versão dos policiais no boletim de ocorrência. A cobertura de esquerda destacou que o policial segue atuando na corporação, que um processo administrativo disciplinar da própria Polícia Militar recomendou a expulsão dele e que o outro réu, Bruno Carvalho do Prado, foi preso em agosto por acusação de violência doméstica e solto em setembro. Sobre o dia do julgamento na Turma, uma matéria cita quarta-feira, 4 de novembro, e outra, terça-feira, 3 de novembro.
Nenhum veículo de direita cobriu o caso no conjunto analisado. Até 7 de novembro de 2026, quando saíram as matérias analisadas, a cobertura de esquerda informava que o júri dos dois policiais ainda não tinha data marcada. Essas matérias também não informavam se a expulsão recomendada pela corporação seria efetivada.
Quinta Turma da corte negou provimento ao recurso com base em uma questão processual; Ministério Público Federal havia defendido a prisão preventiva do policial, acusado de atirar contra o jovem de 22 anos em 2024

STJ rejeita recurso da família de Marco Aurélio Cardenas. O PM Guilherme Augusto Macedo segue em liberdade, e dois policiais devem ir a júri
