Lula sanciona Lei 15.522, marco legal da profissionalização do futebol feminino
2 veículos de esquerda · 8 veículos de centro · 1 veículo de direita

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na segunda-feira, 28 de setembro, a Lei nº 15.522, que torna o desenvolvimento do futebol feminino prioridade da política pública esportiva. A norma obriga clubes formadores a manter equipes femininas, com prazo de 180 dias prorrogáveis, limita atletas não profissionais nas competições oficiais, incentiva a igualdade salarial sem equiparação automática e prevê um plano de legado para a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil.
A cobertura de esquerda trata a Lei nº 15.522 como um novo marco de direitos para as mulheres no futebol. O destaque está na proteção à gravidez e à maternidade, no combate ao racismo e à violência contra jogadoras, árbitras e torcedoras, na igualdade de condições de formação entre meninas e meninos e na profissionalização gradual das atletas, vista como caminho para relações de trabalho mais estáveis.
A cobertura de direita destaca que a sanção da Lei nº 15.522 ocorreu a seis dias do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro, e que o governo admitiu gastar R$ 1 bilhão para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027. O enquadramento ressalta que a obrigação de manter time feminino vale só para clubes formadores e que a igualdade salarial é apenas incentivo, sem equiparação imposta aos clubes.
11 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
A Lei nº 15.522, sancionada por Lula em 28 de setembro, torna o futebol feminino prioridade da política esportiva, obriga clubes formadores a manter equipes femininas em 180 dias prorrogáveis e limita atletas não profissionais. Esquerda destaca direitos; direita, o timing eleitoral e o gasto com a Copa.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na segunda-feira, 28 de setembro, a Lei nº 15.522, que estabelece diretrizes nacionais e permanentes para o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil. A cerimônia aconteceu na Base Aérea de Brasília, com ministros, parlamentares e a ex-jogadora Formiga, homenageada ao fim do evento. O projeto foi enviado pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional em setembro de 2025 e concluiu a tramitação no início deste mês, depois de aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.
A lei transforma a modalidade em prioridade da política pública esportiva. Clubes enquadrados como organizações formadoras de atletas passam a ser obrigados a manter equipes femininas, com prazo de 180 dias para adaptação, prorrogável por igual período. As entidades formadoras do futebol feminino ganham os mesmos direitos e benefícios das do masculino, e as meninas devem ter acesso aos mesmos espaços, equipamentos e equipes técnicas dos meninos. Nas competições oficiais, a principal divisão nacional poderá inscrever inicialmente até quatro atletas não profissionais por equipe; as demais divisões nacionais e a principal estadual, seis; as outras competições, oito. A redução progressiva desses limites será definida em regulamentação. A norma incentiva a igualdade salarial, sem impor equiparação automática, protege a gravidez e a maternidade, prevê protocolos contra discriminação e violência e permite Sociedades Anônimas do Futebol dedicadas só ao futebol feminino. Também exige um plano de legado para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que o Brasil sedia entre 24 de junho e 25 de julho.
A cobertura de centro relatou os pontos da lei e as falas do presidente, que disse não haver motivo para a mulher ser tratada de forma inferior. Parte dessa cobertura registrou que a sanção ocorreu em meio a críticas de clubes à medida provisória que proibiu as apostas esportivas, e que Lula afirmou que o fim das bets não prejudica o futebol. O ministro do Esporte, Paulo Henrique Perna Cordeiro, citou investimento de quase R$ 1 bilhão na Copa.
Veículos de esquerda destacaram a lei como ampliação de direitos, com ênfase na proteção à maternidade, no combate ao racismo e na profissionalização como caminho para vínculos de trabalho mais estáveis. Esses veículos também reforçaram a crítica do presidente às bets, lembrando que os títulos mundiais da seleção vieram sem apostas. Veículos de direita enfatizaram que a sanção ocorreu a seis dias do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro, e que o governo admitiu gastar R$ 1 bilhão com o torneio. Também ressaltaram que a obrigação atinge apenas clubes formadores e que a igualdade salarial é só um incentivo.
Ainda não se sabe quando o governo publicará a regulamentação que definirá o ritmo de redução das atletas não profissionais, nem quantos clubes serão enquadrados como formadores. Também não há estimativa de custo para os clubes se adaptarem à nova exigência.
Petista faz aceno ao eleitorado mais pobre e busca agradar a classe média na tentativa de inédito 4º mandato. Leia no Poder360.

Na sanção de lei para fortalecer a modalidade, presidente criticou derrotas dos homens na arena e brincou com a torcida de Janja pelo Flamengo.

Lei transforma modalidade em prioridade da política esportiva, amplia profissionalização e prevê proteção à maternidade, combate à discriminação e incentivo à igualdade salarial.

Lula sanciona lei que estabelece diretrizes nacionais para impulsionar o futebol feminino no Brasil, definindo papéis para Estado, CBF e clubes na formação e proteção.


Medida mira profissionalização da modalidade às vésperas da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil

Lei incentiva profissionalização de jogadoras, igualdade salarial e determina manutenção de equipes de mulheres em clubes formadores

Nova legislação estabelece proteção à maternidade, combate à violência e à discriminação e incentiva igualdade salarial; presidente também defendeu fim das bets

Texto obriga clubes formadores a manter equipes femininas e prevê a redução gradual do número de atletas não profissionais

Copa do Mundo Feminina terá plano de legado, enquanto nova lei amplia medidas para formação e direitos das mulheres no futebol

Norma cria um marco legal com medidas de promoção da igualdade de condições de trabalho, proteção à maternidade e enfrentamento à discriminação

Nesta matéria: perspectiva omitida.
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