Pablo Marçal é testado em pesquisa presidencial sob impugnação do MPE no TSE
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A primeira pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República desde o início da campanha será divulgada em 21 de agosto de 2026, com 13 candidatos testados no primeiro turno, entre eles Pablo Marçal, registrado pelo Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) no dia 15 de agosto. O registro ainda depende de análise do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério Público Eleitoral pediu que a Corte o rejeite. Marçal está inelegível por decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) relacionada à campanha municipal de 2024.
A inclusão de Pablo Marçal em pesquisa de intenção de voto para a Presidência acontece antes de qualquer aval da Justiça Eleitoral e apesar de uma condenação que o tornou inelegível até 2032 por uso indevido dos meios de comunicação na campanha municipal de 2024.
Pablo Marçal conseguiu registrar sua candidatura à Presidência pelo Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) dentro do prazo legal e passa a ser medido em pesquisa nacional de intenção de voto ao lado de Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema.
9 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
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Todos os lados registram que o pedido de registro de Pablo Marçal foi protocolado pelo PRTB dentro do prazo, que ele segue inelegível por decisão do TRE-SP ligada à campanha municipal de 2024, e que, enquanto o Tribunal Superior Eleitoral não decidir, ele pode fazer campanha e arrecadar recursos como qualquer outro candidato. Também há convergência sobre o desenho da pesquisa: 13 nomes no primeiro turno, quatro simulações de segundo turno com Luiz Inácio Lula da Silva e medição da avaliação do governo.
Pablo Marçal entra na lista de 13 candidatos testados na primeira pesquisa presidencial após o início da campanha de 2026, prevista para 21 de agosto. O registro dele pelo PRTB, protocolado em 15 de agosto, ainda depende do Tribunal Superior Eleitoral, e o Ministério Público Eleitoral já pediu que a Corte o rejeite. Ele segue inelegível por condenação do TRE-SP.
A primeira pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República feita depois do início oficial da campanha de 2026 será divulgada em 21 de agosto e traz uma novidade que já nasce judicializada: Pablo Marçal aparece entre os 13 nomes testados no primeiro turno. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04496/2026 e ouve 2.058 pessoas a partir de 16 anos entre os dias 18 e 20 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
O ponto de tensão é que o nome testado ainda não é uma candidatura confirmada. O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro protocolou o pedido de registro na noite de 15 de agosto, no limite do prazo legal, enquanto Marçal permanece inelegível por decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo relacionada à campanha municipal de 2024. Em 5 de agosto, aquela Corte rejeitou por unanimidade os embargos apresentados pela defesa e manteve a punição de oito anos, além de uma multa de R$ 420 mil. Em 19 de agosto, o Ministério Público Eleitoral pediu ao Tribunal Superior Eleitoral que rejeite o registro e conceda decisão provisória impedindo o empresário de acessar recursos públicos de campanha e a propaganda gratuita em rádio e televisão.
Todos os lados da cobertura convergem no essencial. O desenho da pesquisa é o mesmo em qualquer relato: pergunta espontânea, pergunta estimulada, medição de rejeição, avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e quatro simulações de segundo turno, com Lula diante de Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos. Também é consenso que, enquanto o Tribunal Superior Eleitoral não decidir, o registro pendente não impede campanha, arrecadação nem participação no horário eleitoral. E há acordo sobre a peculiaridade metodológica do questionário: a pergunta estimulada usa dois cartões, um com Marçal na lista de candidatos e outro sem ele, o que permite isolar o efeito da entrada do empresário sobre os demais nomes.
A divergência começa no peso que cada cobertura dá ao processo. Veículos de esquerda tratam o registro como manobra: detalham os chamados campeonatos de cortes, em que apoiadores recebiam incentivo financeiro para produzir e espalhar conteúdo eleitoral, sublinham que a refiliação ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro só ocorreu por liminar depois de o empresário ter migrado para o União Brasil em março, e atribuem a integrantes da Justiça Eleitoral a leitura de que o pedido serve para esticar a permanência dele na corrida mesmo com a inelegibilidade já decidida. Esse recorte também trabalha o paralelo com 2018, quando o registro de Lula foi indeferido por 6 votos a 1, para marcar que ali havia condenação criminal e aqui há condenação eleitoral.
Veículos de direita seguem por outro caminho. Tratam a entrada na disputa como fato consumado e dão relevo ao andamento judicial favorável ao candidato: uma das três ações que geraram inelegibilidade já foi revertida pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, outra está sob recurso e uma terceira ainda aguarda julgamento. Nessa cobertura, o pedido de impugnação e o valor da multa não aparecem, e o foco recai sobre o que a pesquisa vai medir, incluindo a aprovação do governo federal e a percepção do eleitor sobre eventual interferência estrangeira nas eleições brasileiras.
A cobertura de centro fica no registro técnico e nos números. É nela que aparecem o custo de R$ 307 mil do levantamento, a lista completa dos 13 candidatos com suas siglas e a comparação com a rodada anterior, de 24 de julho, quando Lula marcava 40% e Flávio Bolsonaro 32% no primeiro turno, com o presidente à frente em todos os cenários de segundo turno testados então. É também a cobertura de centro que reproduz textualmente a peça do Ministério Público Eleitoral e, ao mesmo tempo, registra que a campanha segue liberada até que haja decisão em sentido contrário.
O que ainda não se sabe é o mais relevante. Não há data marcada para o Tribunal Superior Eleitoral julgar o registro, relatado pela ministra Estela Aranha, nem definição sobre o pedido de liminar do Ministério Público Eleitoral. Também não se sabe qual será a resposta da defesa do empresário e do partido à impugnação, nem o que acontece com os votos declarados a ele caso o registro seja indeferido depois da divulgação da pesquisa.
A nova pesquisa Datafolha para a presidência da República, que será divulgada nesta sexta-feira (21), incluiu o nome de Pablo Marçal (PRTB) entre os

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Lula e Flávio Bolsonaro, os líderes das pesquisas, sinalizam que não devem comparecer

Datafolha vai divulgar na sexta-feira (21) uma pesquisa eleitoral com a presença de Pablo Marçal. Leia na Gazeta do Povo.

O Ministério Público Eleitoral alega que Pablo Marçal está inelegível até 2032 e não cumpriu o prazo de filiação ao PRTB para disputar a Presidência da República.

Marçal está inelegível até 2032, mas teve candidatura registrada pelo PRTB após decisão judicial que permitiu sua filiação ao partido

Levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, e inclui os 13 candidatos inscritos no TSE.

Levantamento vai testar a intenção de voto no primeiro turno, quatro cenários de segundo turno, rejeição dos candidatos e avaliação do governo Lula

Sondagem, que será divulgada na sexta-feira (21), testa 13 candidatos no primeiro turno e quatro cenários de segundo turno

Nesta matéria: perspectiva omitida.