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O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, reafirmou sua preferência pela senadora Tereza Cristina (PP-MS) como vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para 2026, destacando a necessidade de uma mulher no posto e a capacidade dela de atrair votos. A decisão final ainda não foi tomada por Flávio. Paralelamente, o PP decidiu adotar uma posição de neutralidade na disputa presidencial, liberando seus filiados para fechar acordos estaduais, o que reduz o apoio formal da federação União Progressista ao senador. O PL marcou para 25 de julho, em São Paulo, a convenção que deve oficializar a candidatura de Flávio. A campanha também enfrenta o desafio de ampliar o apoio entre eleitoras mulheres.
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, reafirmou nos últimos dias sua preferência pela senadora Tereza Cristina (PP-MS) como vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para as eleições de 2026. Em declarações à revista Veja, Valdemar disse que 'tem que ser uma mulher neste posto' e que nenhuma outra parlamentar reúne os mesmos predicados da senadora, destacando sua capacidade de atrair votos. A decisão final, no entanto, ainda não foi tomada por Flávio, e o PL marcou para 25 de julho, no Mercado Pago Hall, em São Paulo, a convenção nacional que deve oficializar sua candidatura à Presidência.
O cenário para a composição da chapa se tornou mais complexo nas últimas semanas. O Partido Progressista (PP), que integra a federação União Progressista ao lado do União Brasil, passou a defender internamente uma posição de neutralidade na disputa presidencial, liberando seus filiados para fechar acordos estaduais conforme a conveniência local. Na prática, isso reduz a chance de um apoio formal da federação a Flávio e, por consequência, também afasta a própria Tereza Cristina do posto de vice, já que ela é senadora pelo PP. A cobertura de centro relatou a preferência de Valdemar e o calendário da convenção com base em declaração direta do dirigente, sem entrar no mérito das tensões internas entre os partidos.
Veículos de esquerda destacaram que o afastamento do PP tem raízes em desgastes pessoais e institucionais: dirigentes da legenda relatam que o presidente do partido, Ciro Nogueira, se sentiu abandonado por Flávio ao se tornar alvo de investigações ligadas ao caso do Banco Master, e que o silêncio do senador após a prisão do ex-prefeito de Belford Roxo (RJ), Márcio Canella, aliado seu no Rio de Janeiro, reforçou a avaliação de que ele prioriza interesses próprios. Essa cobertura também associou a busca por uma vice mulher a um problema mais amplo da pré-campanha: pesquisas recentes mostram desempenho pior de Flávio entre eleitoras, dificuldade semelhante à enfrentada por Jair Bolsonaro em 2022, agravada por declarações do influenciador Paulo Figueiredo de que 'mulher vota muito mal' e pela ausência de aliadas como Michelle Bolsonaro e Damares Alves em um café da manhã que o senador organizou para tentar reduzir essa resistência.
Veículos de direita, por sua vez, tendem a valorizar a leitura de Valdemar Costa Neto como uma decisão estratégica e meritocrática: a escolha de Tereza Cristina seria justificada pela sua competência à frente do Ministério da Agricultura, pela proximidade com o agronegócio e pela capacidade comprovada de atrair eleitores, e não por uma resposta reativa à crise de imagem com o público feminino. Nessa leitura, a autonomia do PP para liberar seus filiados é tratada como prática legítima de articulação regional, e não como sinal de ruptura.
O que ainda não se sabe é se Flávio manterá a aposta em Tereza Cristina até a convenção de 25 de julho, diante do esvaziamento do apoio do PP, nem quem seriam os nomes alternativos considerados caso a federação confirme o distanciamento. Também não está claro até que ponto a disputa pela presidência do Senado em 2027, prioridade declarada pela própria senadora, pesa contra sua disponibilidade para a vice.
Ambos os lados confirmam que Valdemar Costa Neto defende Tereza Cristina (PP-MS) como vice de Flávio Bolsonaro e que a decisão final ainda não foi tomada; a convenção do PL para oficializar a candidatura está marcada para 25 de julho, em São Paulo.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
O corpo do artigo enfatiza o desgaste institucional (PP, Ciro Nogueira, caso Banco Master), o silêncio de Flávio sobre a prisão de aliado e a fragilidade da candidatura entre eleitoras, com vocabulário crítico ao bolsonarismo. O bloco final de chamada para assinatura reforça explicitamente a leitura de que 'a ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou', consolidando um enquadramento de esquerda mesmo com boa cobertura factual dos bastidores partidários.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Nenhum veículo de centro cobriu esta história.
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O texto relata de forma direta a preferência de Valdemar Costa Neto por Tereza Cristina, com citação nomeada e detalhes objetivos sobre data e local da convenção do PL, sem vocabulário valorativo ou enquadramento ideológico perceptível. Classificado como CENTER apesar do publisher de viés declarado à direita, pois o conteúdo é predominantemente descritivo.

A decisão de liberar os filiados para acertos estaduais deve retirar também o endosso formal da federação União Progressista ao senador

Decisão ainda não foi tomada pelo filho de Jair Bolsonaro, mas cacique afirma que nenhuma outra mulher reuniria as características da parlamentar
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Perspectivas omitidas



