Operação Rastro cumpre 37 mandados por fraude no Banco do Brasil
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A Polícia Civil do Estado de São Paulo deflagrou em 20 de agosto de 2026 a Operação Rastro, para desarticular um esquema de furto mediante fraude eletrônica que teria causado prejuízo de aproximadamente R$ 50 milhões ao Banco do Brasil. Foram cumpridos 37 mandados de busca e apreensão contra 14 investigados, em 14 municípios de São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Santa Catarina. As medidas foram autorizadas em inquérito que apura fraude praticada contra três pessoas jurídicas correntistas do banco. Em nota, o Banco do Brasil afirmou que apurações internas identificaram indícios de irregularidades e originaram a comunicação às autoridades.
A Operação Rastro é exemplo de resposta institucional rápida à criminalidade patrimonial: 37 mandados de busca e apreensão contra 14 investigados, cumpridos em quatro estados em uma única manhã. A leitura destaca que o crime começou dentro do próprio sistema de auditoria da instituição, que identificou os indícios e acionou as autoridades, e que a punição deve recair sobre os 14 investigados individualmente, não sobre o setor financeiro como um todo.
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As duas coberturas afirmam os mesmos fatos centrais: a Operação Rastro foi deflagrada em 20 de agosto de 2026, apura furto mediante fraude eletrônica de cerca de R$ 50 milhões contra o Banco do Brasil, e resultou em 37 mandados de busca e apreensão contra 14 investigados, em 14 municípios de São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Santa Catarina, com três empresas correntistas apontadas como vítimas.
A Operação Rastro, deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo em 20 de agosto de 2026, cumpriu 37 mandados de busca e apreensão contra 14 investigados em quatro estados. A apuração trata de furto mediante fraude eletrônica que teria causado prejuízo de cerca de R$ 50 milhões ao Banco do Brasil, com três empresas correntistas apontadas como vítimas.
A Polícia Civil do Estado de São Paulo deflagrou na manhã de quinta-feira, 20 de agosto de 2026, a Operação Rastro, voltada a desarticular um esquema de furto mediante fraude eletrônica que teria causado prejuízo de aproximadamente R$ 50 milhões ao Banco do Brasil. Foram cumpridos 37 mandados de busca e apreensão contra 14 investigados, em 14 municípios dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Santa Catarina.
As medidas cautelares foram autorizadas no âmbito de um inquérito que apura fraude praticada contra três pessoas jurídicas correntistas da instituição financeira. A execução das ordens judiciais mobilizou equipes dos Departamentos de Polícia Judiciária de São Paulo Interior, conhecidos pela sigla Deinter, nas unidades 3 e 4, com apoio de policiais civis dos demais estados alcançados pela operação.
A cobertura de centro relatou o caso com os dois lados da história à vista: além dos números da operação, reproduziu a manifestação do Banco do Brasil, segundo a qual apurações internas da própria instituição identificaram indícios de irregularidades e deram origem à comunicação dos fatos às autoridades competentes. Na nota, o banco afirmou que segue colaborando integralmente com as autoridades responsáveis e que permanece à disposição para apoiar o esclarecimento dos fatos. Esse detalhe importa porque desloca o ponto de partida da investigação: o alerta não veio de uma denúncia externa, e sim do controle interno da instituição.
Veículos de direita enfatizaram a dimensão e a urgência da ação policial, com destaque para a mobilização simultânea de forças em quatro estados e para o volume de mandados cumpridos em uma única manhã. Nessa cobertura, porém, a operação aparece atribuída à Polícia Federal já no título, enquanto o próprio texto informa que quem deflagrou a Operação Rastro foi a Polícia Civil de São Paulo. A manifestação do banco e a informação de que a apuração interna originou o inquérito ficaram de fora.
Até o fechamento desta reportagem, nenhum veículo de esquerda havia publicado sobre o caso. A ausência deixa sem cobertura um ângulo relevante: o Banco do Brasil é instituição financeira cujo controle acionário pertence à União, e um rombo dessa escala toca patrimônio sob controle estatal, além de reabrir a discussão sobre regulação de transações eletrônicas e sobre a proteção de empresas correntistas.
Os dois relatos convergem no essencial. Não há divergência sobre o valor do prejuízo, sobre o número de investigados, sobre a quantidade de mandados nem sobre os estados envolvidos. A discordância é de atribuição e de completude: qual força policial conduz a operação e se a versão da instituição financeira entra ou não no relato.
Muito ainda não se sabe. Não foi divulgado o método empregado na fraude eletrônica, se houve participação de pessoas com acesso a sistemas internos, se algum valor foi bloqueado ou recuperado, quais são as três empresas correntistas atingidas e se houve prisões além do cumprimento das buscas. Também não há informação sobre o juízo que autorizou as medidas, sobre eventual indiciamento dos 14 investigados ou sobre o prazo de conclusão do inquérito. A defesa dos investigados não havia se manifestado publicamente.
Operação Rastro é deflagrada nesta quinta-feira (20/8). As vítimas seriam três pessoas jurídicas correntistas da instituição financeira

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, na manhã desta quinta-feira (20), a Operação Rastro, que investiga um esquema suspeito
