Alcilena Carmo: veja número e partido nas Eleições 2026
Relato de fonte única, atribuído a Poder360. Esta cobertura não compara posições do espectro político.

Resumo da cobertura
O Partido Liberal elegeu o maior número de governadores nas eleições de 2026 e comandará seis unidades da Federação a partir de 2027: Paraná, Roraima, Rondônia, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina. É o melhor desempenho de uma legenda em governos estaduais desde 2014, quando o MDB elegeu sete. O Partido Social Democrático ficou em segundo, com cinco, e o Partido dos Trabalhadores elegeu quatro, todos no Nordeste.
Briefing
O que importa para você
- Partido Liberal governará seis unidades da Federação a partir de 2027, o maior número para uma sigla desde 2014.
- Partido Social Democrático terá cinco governos; PT, Republicanos e Progressistas, quatro cada.
- Republicanos comandará o maior eleitorado, 56,12 milhões de eleitores em quatro Estados.
O que ainda está incerto
- Como a nova divisão dos governos estaduais vai afetar a relação dos governadores com o governo federal a partir de 2027.
- Nenhuma fonte trouxe a avaliação dos partidos ou de especialistas sobre o resultado.
O Partido Liberal comandará seis unidades da Federação a partir de 2027: Paraná, Roraima, Rondônia, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina. É o maior número de governos estaduais para uma única legenda desde 2014, quando o MDB elegeu sete. O PSD ficou em segundo, com cinco.
O Partido Liberal foi a legenda que mais elegeu governadores nas eleições de 2026. A sigla comandará seis unidades da Federação a partir de 2027: Paraná, Roraima, Rondônia, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Até o momento, apenas um veículo cobriu o balanço partidário, relatando que é o maior número de governos estaduais conquistado por um único partido desde 2014, quando o Movimento Democrático Brasileiro elegeu sete. Em 2010, o Partido da Social Democracia Brasileira havia conquistado oito.
Todas as vitórias do Partido Liberal foram definidas no primeiro turno, em 4 de outubro. Sergio Moro venceu no Paraná com 50,10% dos votos, Douglas Ruas no Rio de Janeiro com 50,88%, Zucco no Rio Grande do Sul com 58,05%, Jorginho Mello em Santa Catarina com 68,98%, Marcos Rogério em Rondônia com 56,86% e Arthur Henrique em Roraima com 69,13%. No Amazonas, a candidata do partido, Professora Maria do Carmo, perdeu o segundo turno para Omar Aziz.
O Partido Social Democrático ficou em segundo lugar, com cinco governadores: Amapá, Maranhão, Pernambuco, Sergipe e Amazonas. O Partido dos Trabalhadores, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, elegeu quatro, todos no Nordeste, região que é o principal reduto eleitoral da sigla desde 2002: Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. O Republicanos também elegeu quatro e governará o maior eleitorado entre os partidos, com 56,12 milhões de pessoas aptas a votar em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Espírito Santo. Em São Paulo, Tarcísio de Freitas foi reeleito com 62,65% dos votos. O Progressistas elegeu outros quatro, entre eles Celina Leão no Distrito Federal. O Partido da Social Democracia Brasileira ficou com dois governos, e o Movimento Democrático Brasileiro e o Podemos, com um cada.
O segundo turno ocorreu em 25 de outubro, quando os eleitores escolheram o presidente e os governadores de cinco Estados e do Distrito Federal. No primeiro turno haviam sido eleitos 21 governadores. Estavam aptos a votar 158,7 milhões de brasileiros.
Como a cobertura veio de uma fonte única, de perfil factual, não há contraste entre leituras de lados distintos sobre o resultado. O texto se limita aos números e à comparação histórica, sem ouvir dirigentes partidários nem especialistas.
Ainda não se sabe como a nova distribuição de governos estaduais vai se refletir na relação entre os governadores e o governo federal a partir de 2027, nem como os partidos pretendem usar esse peso na articulação com o Congresso.
Fontes
Sigla concentrará maior número de governos estaduais desde 2014, quando MDB elegeu 7 governadores. Leia no Poder360.
