Alfa Inteligência vê empate técnico entre quatro candidatos ao Senado no Paraná
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Pesquisa do instituto Alfa Inteligência divulgada em 1º de outubro aponta empate técnico entre Alexandre Curi (Republicanos), com 30%, Deltan Dallagnol (Novo), com 26%, Gleisi Hoffmann (PT), com 25%, e Filipe Barros (PL), com 24%, na disputa pelas duas vagas do Paraná no Senado. O primeiro turno é em 4 de outubro.
Pela leitura de esquerda, o dado central é que Gleisi Hoffmann, do Partido dos Trabalhadores, chega à reta final em empate técnico com os favoritos, enquanto a candidatura de Deltan Dallagnol, deputado cassado, segue sob contestação na Justiça Eleitoral.
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3 fontes políticas
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
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As fontes convergem na lista oficial de nove candidatos ao Senado pelo Paraná, nos números de urna e na regra de dois votos distintos para senador no primeiro turno de 4 de outubro.
Alexandre Curi tem 30%, Deltan Dallagnol 26%, Gleisi Hoffmann 25% e Filipe Barros 24% na pesquisa do instituto Alfa Inteligência para o Senado no Paraná, com margem de erro de 2,8 pontos. O recurso contra a candidatura de Dallagnol chegou ao Tribunal Superior Eleitoral a três dias do primeiro turno.
Uma pesquisa do instituto Alfa Inteligência divulgada em 1º de outubro aponta empate técnico entre quatro candidatos às duas vagas do Paraná no Senado Federal. Alexandre Curi, do Republicanos, aparece com 30% das intenções de voto. Deltan Dallagnol, do Novo, tem 26%. Gleisi Hoffmann, do Partido dos Trabalhadores, soma 25%, e Filipe Barros, do Partido Liberal, 24%. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, o que coloca os quatro nomes na mesma faixa estatística.
O levantamento foi contratado pela TMC e ouviu 1.200 pessoas em entrevistas presenciais entre 25 e 30 de setembro, com nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é PR-05408/2026. Abaixo do pelotão da frente aparecem Dr. Rosinha, também do PT, com 13%, e Cristina Graeml, do Partido Social Democrático, com 10%. Marcelo Marcelino, do Partido da Causa Operária, tem 3%. Karen Guerreiro, do Missão, tem 2%, e Joaquim do MLB, da Unidade Popular, 1%. Brancos e nulos somam 20%, e 46% não souberam ou não responderam.
O primeiro turno acontece no domingo, 4 de outubro, das 8h às 17h, horário de Brasília. Guias eleitorais publicados na mesma semana lembram que, neste ano, cada estado elege dois senadores. Por isso o eleitor digita dois números de três dígitos e não pode repetir o candidato: o segundo voto igual é anulado. Gleisi concorre com o número 131, Curi com o 100, Dallagnol com o 300 e Barros com o 222. Celulares são proibidos na cabine, e a Justiça Eleitoral recomenda levar a cola em papel.
A cobertura de centro relatou os números da pesquisa e a lista oficial de candidatos em tom informativo, sem enquadramento ideológico. Até o momento, nenhum veículo de esquerda ou de direita publicou leitura própria sobre o cenário, e os textos disponíveis se limitam a dados e serviço ao eleitor.
Um ponto pesa sobre o resultado. Chegou ao Tribunal Superior Eleitoral, em 1º de outubro, o recurso contra o registro da candidatura de Dallagnol, deputado cassado. O relator é o ministro Floriano de Azevedo Marques, que já havia decidido suspender a campanha de Dallagnol até o julgamento da apelação.
Ainda não se sabe quando o tribunal vai julgar o recurso, nem se a decisão sairá antes da votação de domingo. Também não está claro como os 46% de eleitores que não souberam ou não responderam vão se distribuir entre os quatro nomes empatados.
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