Deltan Dallagnol: TRE do Paraná manda aliados apagarem sete posts de campanha
5 veículos de centro · 2 veículos de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
5 veículos de centro · 2 veículos de direita

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) mandou remover sete publicações de aliados de Deltan Dallagnol (Novo) com pedidos explícitos de voto, por entender, em análise preliminar, que elas configuravam uma campanha substitutiva. A decisão vem depois de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspender os atos de campanha do candidato ao Senado até o julgamento do recurso contra o seu registro. Em paralelo, as coligações ligadas a Gleisi Hoffmann pediram ao TSE que a restrição alcance também propaganda feita por terceiros.
Pela ótica da liberdade de expressão e da soberania do eleitor, Deltan Dallagnol continua candidato ao Senado, com o nome na urna, mas está impedido de pedir votos e agora vê aliados punidos por fazê-lo em seu lugar. Ele chama a situação de censura eleitoral e diz que a decisão final cabe ao eleitor paranaense, enquanto o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não tem data para julgar o registro.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
7 fontes políticas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
Toda a cobertura registra que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu os atos de campanha de Deltan Dallagnol, que o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) mandou aliados removerem publicações com pedido de voto e que o nome dele segue na urna.
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná mandou aliados de Deltan Dallagnol removerem sete publicações com pedido de voto, por ver campanha substitutiva. O Tribunal Superior Eleitoral já tinha suspendido os atos de campanha do candidato do Novo ao Senado, que segue com o nome na urna para 4 de outubro.
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, o TRE-PR, mandou remover sete publicações feitas por aliados de Deltan Dallagnol, candidato do Novo ao Senado, com pedidos explícitos de voto nele. Em análise preliminar, a juíza auxiliar Sandra Bauermann concluiu que as postagens ultrapassavam o apoio político e configuravam uma campanha substitutiva. O prazo para a retirada foi de 24 horas, com multa de 10 mil reais por publicação mantida.
Os alvos foram os deputados Filipe Barros, do PL, e Guilherme Kilter, do Novo, além do advogado Jeffrey Chiquini. Segundo a juíza, a atuação de outros candidatos não pode servir de via de burla para restabelecer, na prática, uma campanha suspensa pela Corte Superior.
A suspensão veio do Tribunal Superior Eleitoral, o TSE. Até o julgamento do recurso contra o registro da candidatura, Dallagnol está proibido de receber ou usar recursos públicos, de fazer propaganda no rádio e na televisão e de praticar outros atos de campanha. A decisão foi depois mantida pelo plenário. O registro havia sido deferido no Paraná por quatro votos a três, e a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, recorreu com a coligação Paraná Para Todos. Os partidos alegam que a candidatura contraria a decisão do TSE que, em 2023, cassou o mandato de deputado federal de Dallagnol por ele ter deixado o cargo de procurador para não responder a processos administrativos. A defesa sustenta que aquele julgamento não retirou seus direitos políticos.
Toda a cobertura converge num ponto: Dallagnol segue candidato, com o nome na urna para a votação de 4 de outubro, e o TSE ainda não marcou o julgamento do registro.
Não houve cobertura de veículos de esquerda no conjunto analisado. A cobertura de centro relatou a decisão do TRE-PR de forma direta, com prazos e valores, e também detalhou o novo pedido das coligações ligadas a Gleisi Hoffmann ao TSE, protocolado na sexta-feira, dia 25. Elas querem que a restrição alcance qualquer propaganda que peça votos para Dallagnol ou divulgue seu número de urna, seja quem for o autor. Citam uma inserção de 23 de setembro em que Sergio Moro diz que Dallagnol continua candidato. Veículos de direita enfatizaram a fala do candidato, que chama a situação de censura eleitoral e diz que a decisão final está nas mãos do povo paranaense, e a defesa da continuidade da campanha por Filipe Barros e Sergio Moro. Sobre o pedido das coligações, Dallagnol reagiu: não basta calá-lo, agora querem impedir que qualquer pessoa faça campanha por ele.
Ainda não se sabe quando o TSE julgará o registro, nem se o fará antes da eleição. Se Dallagnol for eleito e o registro for cassado depois, seus votos podem ser anulados, o que levaria o Paraná a uma eleição suplementar. O novo pedido das coligações também aguarda decisão.
Ex-procurador concorre como senador pelo Partido Novo; votação do primeiro turno das Eleições 2026 será no dia 4 de outubro, das 8h às 17h, em todo país

Nome do candidato do Novo estará nas urnas, mas, a depender do que o TSE decidir, poderá ter os votos invalidados. Leia no Poder360.

Na página Quem São os Candidatos, publicada pelo g1 e atualizada com dados fornecidos pelo TSE, você pode ver os candidatos e buscar por nome, número, partido e mais.

Na página Quem São os Candidatos, publicada pelo g1 e atualizada com dados fornecidos pelo TSE, você pode ver os candidatos e buscar por nome, número, partido e mais.

Candidato ao Senado pelo Paraná, Deltan Dallagnol teve campanha suspensa, mas estará nas urnas no domingo. Leia na Gazeta do Povo.


A Coligação Paraná Para Todos e a Federação Brasil da Esperança (FE Brasil) – Paraná, ligadas à candidatura de Gleisi
