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Justiça Eleitoral aperta restrições à campanha de Deltan Dallagnol no Paraná

1 veículo de centro · 1 veículo de direita

Redação Fuja da Bolha•2 fontes•27/09/2026•atualizado em 29/09/2026•Eleições
Justiça Eleitoral aperta restrições à campanha de Deltan Dallagnol no Paraná
Imagem: Terra Brasil Notícias

Resumo da cobertura

Como cada lado cobriu

2 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda0 (0%)

Veículos com viés à esquerda

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

Centro1 (50%)

Veículos com viés ao centro

  • Notícias ao Minuto BrasilTRE-PR identifica "campanha substitutiva" para Deltan Dallagnol feita por aliados (abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

Direita1 (50%)

Veículos com viés à direita

  • Terra Brasil NotíciasAliados de Gleisi pedem ao TSE ampliação de restrições à campanha de Deltan DallagnolA Coligação Paraná Para Todos e a Federação Brasil da Esperança (FE Brasil) – Paraná, ligadas à candidatura de Gleisi(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

Conhecer o Mapa Político

Briefing

O que importa para você

Eleitor do Paraná vota em 4 de outubro sem saber se o registro de Deltan Dallagnol será validado. Aliados que mantiverem publicações com pedido de voto pagam R$ 10 mil por publicação. Se o TSE acolher o pedido das coligações, inserções de TV, posts e impulsionamentos de terceiros em favor do candidato também passam a ser proibidos.

Onde os lados divergem

A cobertura de centro trata o caso como execução de uma ordem judicial e para aí. Veículos de direita enquadram o pedido como avanço sobre a liberdade de expressão de terceiros e destacam o risco de o recurso sobre o registro só chegar ao TSE dois dias antes da votação. Veículos de esquerda não cobriram o episódio; a leitura previsível desse campo é de que a divulgação por aliados esvazia a decisão da Justiça Eleitoral.

Onde os lados concordam

As duas coberturas registram os mesmos fatos: o TSE restringiu a campanha de Deltan Dallagnol em 24 de setembro, o TRE-PR mandou remover sete publicações de aliados em 24 horas sob multa de R$ 10 mil cada, e o pedido das coligações adversárias para ampliar a restrição ainda não foi julgado.

O que ainda está incerto

O TSE ainda não decidiu sobre a nova petição nem marcou o julgamento do recurso sobre o registro. Não há informação sobre o cumprimento integral da ordem de remoção das sete publicações, e a assessoria de Gleisi Hoffmann não respondeu até o fechamento das reportagens.

A poucos dias da votação, a campanha de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná está cercada por duas decisões da Justiça Eleitoral e por um pedido para que as restrições alcancem também aliados e terceiros. Esta página reúne o que já foi decidido pelo TSE e pelo TRE-PR, o que as coligações adversárias pedem agora e por que o julgamento do registro pode ficar para a véspera do voto.

A Justiça Eleitoral ampliou as restrições sobre a campanha de Deltan Dallagnol, candidato do Partido Novo ao Senado pelo Paraná. O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) identificou o que classificou como campanha substitutiva feita por aliados e determinou a remoção, em 24 horas, de sete publicações com pedido explícito de voto, sob multa de R$ 10 mil por publicação mantida. A decisão, da juíza auxiliar Sandra Bauermann, atingiu postagens dos deputados Filipe Barros, do Partido Liberal, e Guilherme Kilter, do Partido Novo, além do advogado Jeffrey Chiquini.

A ordem do tribunal paranaense dá sequência a uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de 24 de setembro, que impediu Dallagnol de receber ou utilizar recursos públicos, veicular propaganda eleitoral no rádio e na televisão e praticar outros atos de campanha até o julgamento do recurso sobre o registro de sua candidatura. Na mesma decisão, o TSE mandou o TRE-PR adotar as providências necessárias para assegurar o cumprimento da restrição, e o entendimento foi depois mantido pelo plenário da Corte.

Em paralelo, a Coligação Paraná Para Todos e a Federação Brasil da Esperança no Paraná, ligadas à candidatura de Gleisi Hoffmann, protocolaram em 25 de setembro uma nova petição no processo que discute o registro, sob relatoria do ministro Floriano de Azevedo Marques. As coligações pedem que a restrição alcance qualquer propaganda que promova o candidato, peça votos em seu favor ou divulgue seu número de urna, independentemente de quem produza ou financie o conteúdo, com multa em caso de descumprimento. Citam uma inserção eleitoral exibida no Paraná em 23 de setembro, na qual Sergio Moro afirma que Dallagnol continua candidato e divulga o número 300, e um vídeo em que o próprio candidato diz que seus aliados seriam sua voz.

A cobertura de centro relatou o episódio pela via estritamente processual, descrevendo a decisão do TRE-PR, o prazo de 24 horas, o valor da multa e a ordem anterior do TSE, sem avançar sobre o mérito político da disputa. Veículos de direita deram mais espaço à reação do candidato e ao alcance da medida sobre terceiros, destacando a declaração de Dallagnol de que não bastaria calá-lo e de que agora se pretenderia impedir que qualquer pessoa fizesse campanha por ele. Essa cobertura sublinhou também o calendário: segundo a petição, o recurso sobre o registro foi apresentado em 11 de setembro e, pelo cronograma citado pelos autores, poderia chegar ao tribunal superior apenas dois dias antes da votação de 4 de outubro. Até o momento, veículos de esquerda não produziram cobertura própria do caso; pela leitura habitual desse campo, o eixo estaria na efetividade da decisão judicial e na igualdade de condições entre os candidatos, com a atuação de aliados tratada como tentativa de contornar uma ordem da Justiça Eleitoral.

O que ainda não se sabe é como o TSE vai responder. Os pedidos das coligações continuam pendentes de decisão e, por si sós, não proíbem toda propaganda de terceiros em favor do candidato. Também não há definição sobre a data de julgamento do recurso que discute o registro da candidatura, nem informação sobre o cumprimento integral da ordem de remoção das sete publicações. A assessoria de Gleisi Hoffmann não havia apresentado resposta até o fechamento das reportagens.

JudiciárioPolítica NacionalEleições

Fontes

Espectro: Centro
TRE-PR identifica "campanha substitutiva" para Deltan Dallagnol feita por aliados
TRE-PR identifica "campanha substitutiva" para Deltan Dallagnol feita por aliados

 

Notícias ao Minuto BrasilNotícias ao Minuto Brasil
Espectro: Direita
Aliados de Gleisi pedem ao TSE ampliação de restrições à campanha de Deltan Dallagnol
Aliados de Gleisi pedem ao TSE ampliação de restrições à campanha de Deltan Dallagnol

A Coligação Paraná Para Todos e a Federação Brasil da Esperança (FE Brasil) – Paraná, ligadas à candidatura de Gleisi

Terra Brasil NotíciasTerra Brasil Notícias

Centro

1 fonte

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) determinou a remoção de sete publicações de aliados de Deltan Dallagnol, candidato do Partido Novo ao Senado pelo Paraná, por considerar que configuravam campanha substitutiva. Em paralelo, coligações ligadas à candidatura de Gleisi Hoffmann pediram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que amplie as restrições já impostas ao candidato, alcançando também material produzido por terceiros. Os pedidos ainda dependem de decisão do TSE.

Direita

1 fonte

A cobertura de direita enquadra o caso como avanço da Justiça Eleitoral sobre a liberdade de expressão de terceiros. Deltan Dallagnol já está impedido de fazer campanha antes mesmo do julgamento definitivo do seu registro, e agora adversários pedem que a proibição alcance também quem quiser falar em seu favor.

Esquerda

0 fontes

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

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