Cookies e medição

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar
  • Convide e ganhe
  • Seja PLUS
  • PLUS

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Fuja da Blha
Carregando cobertura...

Sobre

  • O que é Fuja da Bolha
  • Metodologia
  • Como recomendamos
  • Critérios de Veículos

Recursos

  • Ponto Cego
  • Eleição 2026
  • Batalha
  • Em Alta
  • Mapa Político
  • Para Você
  • Podcasts
  • Veículos
  • Planos

Legal

  • Privacidade
  • Termos de Uso

Suporte

  • Central de Ajuda
  • Abrir chamado

Contato

contato@fujadabolha.com.br

YouTubeInstagram

2026 Fuja da Bolha é mais um produto NeXTIME. Todos os direitos reservados.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
TSE+44STF+42Eleições 2026+39André Mendonça+37Flávio Dino+37Quaest+34Conferência Nacional dos Bispos do Brasil+23Kassio Nunes Marques+10Caso Banco Master+9Proibição das bets+5Senado Federal+5Benedita da Silva+5
ver todos

Anvisa apura 13 suspeitas de perda de visão com canetas emagrecedoras

1 veículo de esquerda · 2 veículos de centro

Redação Fuja da Bolha•3 fontes•27/09/2026•atualizado em 28/09/2026•Saúde
Anvisa apura 13 suspeitas de perda de visão com canetas emagrecedoras
Imagem: Jornal GGN

Resumo da cobertura

Como cada lado cobriu

3 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda1 (33%)

Veículos com viés à esquerda

  • Jornal GGNAnvisa investiga relação entre 13 casos de doença rara e canetas emagrecedorasNotificações envolvem Ozempic, Wegovy, Rybelsus e Mounjaro; patologia pode provocar perda permanente da visão(abre em nova aba)

    Nesta matéria: viés de centro.

Centro2 (67%)

Veículos com viés ao centro

  • G1Anvisa investiga 13 notificações de doença que causa perda de visão associadas a canetas emagrecedorasLesão rara entope os vasos do nervo óptico e pode deixar sequelas permanentes. Estudo aponta associação com a semaglutida, mas relação ainda não foi comprovada.(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

  • Canal MeioAnvisa investiga 13 notificações de doença que causa perda de visão associada a canetas emagrecedorasA Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) investiga 13 notificações de suspeita de neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica, Noia, uma doença rara no nervo óptico que pode causar perda permanente da visão em pacientes que usavam medicamentos da classe dos agonistas de GLP-1, indicados para diabetes e obesidade. De acordo com levantamento pedido pelo g1, as notificações são de casos envolvendo pacientes usuários de Ozempic, Wgovy, Rybelsus e Mounjaro. (g1)(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

Direita0 (0%)

Veículos com viés à direita

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

Conhecer o Mapa Político

Briefing

O que importa para você

  • Quem já teve neuropatia óptica isquêmica ou apresentar perda súbita ou recente da visão deve suspender o medicamento, segundo as sociedades médicas.
  • Pacientes com diabetes em tratamento com as canetas precisam fazer exames periódicos de retina.
  • A Noia está na bula dos remédios com semaglutida como reação adversa muito rara desde junho de 2025.
  • Uso sem indicação médica, apenas com finalidade estética, é o caso em que o risco deixa de ser compensado pelo benefício.

Onde os lados concordam

Toda a cobertura registra os mesmos números e a mesma ressalva: são 13 notificações classificadas como suspeitas, envolvendo Ozempic, Wegovy, Rybelsus e Mounjaro, e não há relação de causa e efeito comprovada entre os medicamentos e a perda de visão. Há convergência também na orientação médica de que quem tem indicação clínica não deve interromper o tratamento por conta própria.

O que ainda está incerto

  • Se existe relação causal entre os agonistas de GLP-1 e a lesão no nervo óptico.
  • Quantas das 13 notificações serão confirmadas e quantos pacientes ficaram com perda definitiva de visão.
  • Em que prazo a Anvisa concluirá a apuração e se haverá mudança de bula, restrição de venda ou reforço de fiscalização.

A Anvisa investiga 13 notificações de suspeita de uma lesão rara no nervo óptico que pode causar perda permanente da visão em pacientes que usavam canetas emagrecedoras. A agência trata todos os casos como suspeitos e afirma que a coincidência entre remédio e doença numa notificação não comprova causa e efeito. Fabricantes dizem que o balanço entre benefícios e riscos segue favorável.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) investiga 13 notificações de suspeita de neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica, conhecida pela sigla Noia, em pacientes que usavam medicamentos da classe dos agonistas de GLP-1, as chamadas canetas emagrecedoras, indicadas para diabetes e obesidade. A lesão funciona como um infarto no nervo que liga o olho ao cérebro: os pequenos vasos que irrigam a região entopem, parte das células nervosas morre e a visão de um dos olhos piora de repente, em geral sem dor e com sequela permanente.

Os registros envolvem Ozempic, com cinco notificações, Wegovy, com três, Wegovy FlexTouch e Rybelsus, com duas cada, e Mounjaro, com uma. No sistema da agência, os casos aparecem separados entre 12 de semaglutida e um de tirzepatida, e a própria Anvisa afirma que a presença do medicamento e da doença na mesma notificação não comprova que um tenha causado o outro. O painel de farmacovigilância acumula 24 suspeitas de neuropatia isquêmica óptica desde 2018, a maior parte ligada a outras classes de remédios, e reúne ainda 74 relatos de outras complicações visuais entre usuários das canetas, sendo visão turva a queixa mais frequente.

A cobertura de centro relatou o caso a partir de levantamento no painel da agência e deu espaço às duas fabricantes. A Novo Nordisk, responsável pelos remédios à base de semaglutida, afirmou que análises de seus ensaios clínicos não mostraram aumento de casos da doença e que o balanço entre benefícios e riscos segue favorável. A Eli Lilly, fabricante do Mounjaro, disse que monitora continuamente dados de segurança, incluindo questões oftalmológicas, e orientou quem apresentar efeitos colaterais a procurar um médico. Essa mesma cobertura registrou que o assunto ganhou tração depois que um grupo de pacientes nos Estados Unidos acionou a Justiça contra a Novo Nordisk alegando risco de perda de visão.

Veículos de esquerda reproduziram os mesmos números e deram peso maior ao alerta contra o uso sem prescrição, sobretudo quando as canetas são procuradas apenas por finalidade estética, e à necessidade de acompanhamento médico e de vigilância pública sobre a segurança dos medicamentos. Até o momento não há cobertura própria de veículos de direita sobre o caso; o ângulo de responsabilidade individual e de decisão compartilhada entre médico e paciente aparece nas falas dos especialistas ouvidos pela cobertura de centro, que sustentam que quem tem indicação médica continua tendo mais a ganhar do que a perder com o tratamento.

Os textos convergem no limite da evidência disponível. Um estudo publicado na revista científica JAMA Ophthalmology analisou mais de 1,6 mil prontuários e observou risco de quatro a sete vezes maior de Noia entre pacientes que receberam semaglutida, mas os próprios pesquisadores apontaram limitações para estabelecer causa e efeito, porque parte desses pacientes tinha diabetes, condição que por si só danifica os vasos e deixa o nervo óptico mais vulnerável. No Brasil, por determinação da Anvisa, a Noia consta desde junho de 2025 na bula dos medicamentos com semaglutida como reação adversa muito rara. Sociedades médicas recomendam suspender o remédio em quem já teve a doença ou apresenta perda súbita ou recente da visão, e pedem exames periódicos de retina em pacientes com diabetes que fazem o tratamento.

O que ainda não se sabe é se existe relação causal entre os medicamentos e a lesão, quantas das 13 notificações serão confirmadas, quantas pessoas ficaram com perda definitiva de visão e em que prazo a agência concluirá a apuração. Também não há informação pública sobre eventual nova exigência de bula, restrição de venda ou reforço de fiscalização como desfecho da investigação.

SaúdeExecutivo FederalSaúde Pública

Fontes

Espectro: Centro
Anvisa investiga 13 notificações de doença que causa perda de visão associadas a canetas emagrecedoras
Anvisa investiga 13 notificações de doença que causa perda de visão associadas a canetas emagrecedoras

Lesão rara entope os vasos do nervo óptico e pode deixar sequelas permanentes. Estudo aponta associação com a semaglutida, mas relação ainda não foi comprovada.

G1G1
Espectro: Centro
Anvisa investiga 13 notificações de doença que causa perda de visão associada a canetas emagrecedoras

A Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) investiga 13 notificações de suspeita de neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica, Noia, uma doença rara no nervo óptico que pode causar perda permanente da visão em pacientes que usavam medicamentos da classe dos agonistas de GLP-1, indicados para diabetes e obesidade. De acordo com levantamento pedido pelo g1, as notificações são de casos envolvendo pacientes usuários de Ozempic, Wgovy, Rybelsus e Mounjaro. (g1)

Canal MeioCanal Meio
Espectro: Esquerda
Anvisa investiga relação entre 13 casos de doença rara e canetas emagrecedoras
Anvisa investiga relação entre 13 casos de doença rara e canetas emagrecedoras

Notificações envolvem Ozempic, Wegovy, Rybelsus e Mounjaro; patologia pode provocar perda permanente da visão

Jornal GGNJornal GGN

Centro

2 fontes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) investiga 13 notificações de suspeita de neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (Noia), lesão rara no nervo óptico que pode causar perda permanente da visão, em pacientes que usavam agonistas de GLP-1, as canetas indicadas para diabetes e obesidade. Os registros envolvem Ozempic, Wegovy, Wegovy FlexTouch, Rybelsus e Mounjaro, e se dividem em 12 casos de semaglutida e um de tirzepatida. A agência afirma que a presença do medicamento e da doença na mesma notificação não comprova relação de causa e efeito, e que todos os casos seguem classificados como suspeitos.

Esquerda

1 fonte

O caso mostra por que a vigilância sanitária pública é indispensável: foi o painel de farmacovigilância da Anvisa, alimentado por relatos de pacientes, médicos e das próprias farmacêuticas, que permitiu identificar 13 suspeitas de uma lesão que pode cegar.

Direita

0 fontes

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

Mais sobre Saúde

  • Michelle Bolsonaro, candidata ao Senado, volta ao hospital em Brasília por enxaqueca
    67% Centro·33% Direita·6 fontes
    Centro 67%Direita 33%6 fontes
  • José Sarney, 96 anos, deixa hospital em São Luís após tratar pneumonia
    67% Centro·33% Direita·3 fontes
    Centro 67%Direita 33%3 fontes
  • Diagnóstico tardio dá poucas chances de cura do câncer de pulmão
    50% Esquerda·50% Centro·2 fontes
    Esquerda 50%Centro 50%2 fontes