
Após reunião com Lula, Haddad diz que escolherá vice e candidatos ao Senado até quinta-feira - TNOnline
3 veículos de centro · 3 veículos de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

3 veículos de centro · 3 veículos de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Descubra seu lugar no espectro político brasileiro
Fazer o testeGrátis. Cerca de 5 minutos. Seu resultado fica salvo.
Após reunião com Lula e Alckmin no Palácio da Alvorada, o pré-candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) anunciou que definiria até quinta-feira (25) sua chapa, escolhendo entre Marina Silva, Simone Tebet e Márcio França para vice e Senado. No mesmo dia, e na mesma série de reuniões, o senador Jaques Wagner (PT-BA) deixou a liderança do governo no Senado em meio à investigação da Polícia Federal sobre o caso Banco Master.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Após reunião com Lula e Alckmin no Palácio da Alvorada, o pré-candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) anunciou que definiria até quinta-feira sua chapa, escolhendo entre Marina Silva, Simone Tebet e Márcio França para vice e Senado.
Direita
Enquanto Haddad ainda negocia internamente quem será seu vice e os candidatos ao Senado, o PT enfrenta novo desgaste com a saída de Jaques Wagner da liderança do governo no Senado, alvo de operação da Polícia Federal no caso Banco Master.
6 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Reportagem da Folha com apuração própria, múltiplas fontes (dirigentes petistas, aliados), tom factual e contexto histórico de 2018 e 2022; conecta o encontro à saída de Jaques Wagner no mesmo dia.
Perspectivas omitidas
Texto da Agência Estado com tom neutro, atribui falas a Haddad e a integrantes do PT, expõe os bastidores da disputa por vice e Senado sem vocabulário valorativo.
Perspectivas omitidas
Reportagem do Poder360 com perfil factual e equilibrado, descreve o impasse da chapa, registra que Tarcísio lidera as pesquisas e cita levantamentos PoderData sem juízo de valor.
Veículos com viés à direita
A Veja enquadra o episódio como contaminação da campanha de Lula, enfatiza 'esquema bilionário de fraudes', luxo (apartamento de luxo, R$ 3,5 milhões a familiares) e accountability institucional, em linha com framing de direita sobre escândalo no governo.
Perspectivas omitidas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conduziu, na quarta-feira 24 de junho de 2026, uma série de reuniões no Palácio da Alvorada que definiram dois movimentos importantes para o PT às vésperas das eleições. No fim da tarde, o pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, anunciou que decidiria até quinta-feira, 25, a composição de sua chapa. Em publicação no X, Haddad afirmou que os ex-ministros Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB) e Márcio França (PSB) se colocaram à disposição para concorrer a vice-governador ou ao Senado, deixando a escolha a seu critério.
A cobertura de centro relatou que, segundo integrantes do PT, o desenho mais provável é que França seja o vice e que Tebet e Marina disputem as duas vagas ao Senado. O Estadão noticiou que Lula prefere o nome de França para a vice. O ex-governador, porém, vinha resistindo: na última semana, após o deputado Kim Kataguiri e o ex-prefeito Paulo Serra desistirem da disputa pelo governo paulista, França passou a articular nos bastidores uma candidatura própria ao Palácio dos Bandeirantes. Seu argumento era de que a saída dos dois esvaziava a disputa e aumentava a chance de Tarcísio de Freitas, do Republicanos, vencer já no primeiro turno; sua entrada poderia forçar um segundo turno e tirar votos do governador. O PT se opôs, sob o argumento de que França tenderia a atrair eleitores do próprio Haddad.
No mesmo dia, antes do encontro sobre a chapa, Lula recebeu o senador Jaques Wagner, líder do governo no Senado. Após mais de uma hora de conversa, Wagner anunciou que se afastaria do cargo. A decisão veio seis dias depois de ele se tornar um dos alvos de uma fase da operação da Polícia Federal que investiga o caso Banco Master. Wagner classificou a conversa com Lula como uma reunião entre amigos e disse que a saída foi de comum acordo, afirmando que sua prioridade é provar a inocência e se dedicar à reeleição de Lula e à própria.
Veículos de esquerda destacaram a leitura de que a chapa reúne quadros experientes para construir um palanque competitivo para Lula no estado mais populoso do país, e apresentaram a saída de Wagner como gesto responsável para preservar o projeto coletivo, enfatizando a presunção de inocência do senador. Veículos de direita enfatizaram o desgaste: descreveram o caso como um escândalo bilionário, detalharam a apreensão do equivalente a R$ 482 mil em espécie, um apartamento de luxo avaliado em R$ 2,45 milhões e repasses de R$ 3,5 milhões a familiares, e enquadraram a saída como tentativa de evitar a contaminação da campanha de Lula à reeleição. A cobertura de centro, via agências, registrou os dois fatos de forma factual, atribuindo as acusações à PF e as falas aos protagonistas, e lembrando que Tarcísio lidera as pesquisas em São Paulo.
Segundo a Polícia Federal, há indícios de que Wagner teria atuado em favor do Banco Master, inclusive na tramitação da chamada Emenda Master, que ampliaria a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos, e na operação de compra do banco pelo BRB. O ponto de conexão apontado pelos investigadores seria o empresário Augusto Lima, ex-sócio da instituição. Wagner nega ter cometido irregularidades.
O que ainda não se sabe: qual será a composição final da chapa de Haddad, já que a decisão estava prevista para o dia seguinte; se França aceitará a vice ou insistirá em outra posição; e o desfecho da investigação da PF, que segue em curso, sem que a defesa de Wagner tenha respondido ponto a ponto às acusações.
Todos os lados reconhecem que, após reunião com Lula, Haddad definiria a chapa em São Paulo escolhendo entre Marina, Tebet e França, e que Jaques Wagner deixou a liderança do governo no Senado em meio à investigação da PF sobre o Banco Master.

Parlamentar anunciou decisão minutos após deixar Palácio da Alvorada, onde se reuniu por mais de uma hora com o presidente

Ex-ministro fez divulgação após reunião com Lula e deverá conversar com aliados

Segundo ele, os ex-ministros Simone Tebet (PSB), Márcio França (PSB) e Marina Silva (Rede) se colocaram à disposição para ser tanto vice do petista como candidatos ao Senado

Pré-candidato a governador de São Paulo, Fernando Haddad (PT) afirmou que definirá até quinta-feira, 25, o desenho de sua chapa. Segundo ele, os ex-ministros Simone Tebet (PSB), Márcio França (PSB) e Marina Silva (Rede) se colocaram à disposição para ser

Pré-candidato do PT ao governo de SP afirma que França, Tebet e Marina se colocaram à disposição para ocupar vaga de vice. Leia no Poder360.

Segundo ele, os ex-ministros Simone Tebet (PSB), Márcio França (PSB) e Marina Silva (Rede) se colocaram à disposição para ser tanto vice do petista como candidatos ao Senado
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do publisher ter perfil RIGHT, o texto é o mesmo despacho factual da Agência Estado, sem editorialização; classifica-se como CENTER pelo conteúdo. Inclui chamadas laterais sobre Michelle e Jaques Wagner.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Texto idêntico à versão padrão do InfoMoney (despacho da Agência Estado), tom neutro e factual, sem framing ideológico próprio do veículo.
Perspectivas omitidas
Leia em seguida




