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Pesquisas de intenção de voto para a Presidência de 2026 seguem apontando o presidente Lula à frente do senador Flávio Bolsonaro em âmbito nacional, com margens que variam de três a sete pontos percentuais conforme o instituto. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, o Datafolha mostra um cenário de empate técnico. Nesta semana, dois novos levantamentos devem ser divulgados: Quaest na quarta-feira e PoderData na quinta-feira.
Duas novas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República devem ser divulgadas nesta semana, aprofundando o retrato da disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro. O instituto Quaest publica seu levantamento na quarta-feira, dia 15, com 2.004 entrevistas e margem de erro de dois pontos percentuais. Na sondagem anterior, de 10 de junho, Lula aparecia com seis pontos de vantagem no segundo turno, por 44% a 38%. Já o PoderData divulga sua pesquisa na quinta-feira, dia 16, com 2.400 entrevistas; no levantamento de 25 de junho, o presidente marcava 46% contra 43% do senador.
Esses dois novos levantamentos se somam a um conjunto de pesquisas já divulgadas nas últimas semanas que convergem para um mesmo diagnóstico: Lula segue à frente nacionalmente, mas as margens são estreitas o suficiente para configurar empate técnico em praticamente todos os cenários. Na AtlasIntel, o presidente aparece com 48,8% contra 42,3% de Flávio no segundo turno; a BTG/Nexus mostra 47% a 44%; a Meio/Ideia registra 45% a 40%. O instituto Nexus, em pesquisa divulgada nesta segunda-feira, dia 13, também aponta Lula na liderança numérica do segundo turno por 47% a 44%, dentro da margem de erro de dois pontos. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, o Datafolha mostrou os dois candidatos empatados em 35% no primeiro turno, com Flávio à frente por 46% a 43% num eventual segundo turno, resultado também dentro da margem de erro.
A cobertura de centro relatou que os episódios recentes que agitaram a pré-campanha, como a crise envolvendo Michelle e Flávio Bolsonaro e os desdobramentos das investigações sobre o Banco Master, produziram até agora impacto limitado sobre as intenções de voto, com oscilações dentro da margem de erro na maioria dos institutos. Nenhum nome fora da polarização entre Lula e Flávio conseguiu atingir dois dígitos nas pesquisas nacionais, e Michelle Bolsonaro, cotada como alternativa dentro do PL, aparece bem atrás do presidente em simulações de segundo turno.
Veículos de esquerda destacaram que a estabilidade das pesquisas, mesmo em meio às turbulências recentes, reforça a resiliência da candidatura de Lula, descrevendo a disputa de 2026 como um momento decisivo para o país, no qual a força bolsonarista, embora tenha recuado, não teria sido derrotada. Já veículos de direita enfatizaram a consolidação de Flávio Bolsonaro como o nome mais competitivo do campo de oposição, apontando o empate técnico em São Paulo e a redução da distância no segundo turno em institutos como a BTG/Nexus como sinais de fôlego crescente da candidatura contra o presidente.
O que ainda não se sabe é se as novas pesquisas de Quaest e PoderData, previstas para os próximos dias, confirmarão a estabilidade observada até aqui ou revelarão alguma inflexão provocada pelos episódios recentes envolvendo o PL e pelas tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos em torno de tarifas. Também não há indicação, até o momento, de quando a AtlasIntel deve divulgar sua próxima rodada de pesquisa nacional.
Lula segue à frente nacionalmente em todos os institutos citados, mas com margens estreitas o suficiente para configurar empate técnico em vários cenários; ambos os lados reconhecem que a polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro permanece intacta, sem espaço relevante para uma terceira via.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
A parte noticiosa sobre o calendário de pesquisas (Nexus, Quaest, PoderData) é factual, mas o texto incorpora um bloco editorial que caracteriza o bolsonarismo como 'ameaça' que 'não foi derrotada, apenas recuou' e associa a disputa a um risco democrático, enquadramento típico de veículo de esquerda mesmo em peça majoritariamente informativa.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Veículos com viés ao centro
Nenhum veículo de centro cobriu esta história.
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O texto consolida números de quatro institutos (AtlasIntel, BTG/Nexus, Meio/Ideia, Datafolha) com paridade de tratamento, cita margens de erro e evita adjetivação valorativa sobre os candidatos, típico de cobertura factual apesar do publisher ser classificado como RIGHT.

Levantamentos da Meio/Ideia e do Datafolha em SP reforçam a polarização entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro

Um levantamento Nexus divulgado nesta segunda-feira 13 aponta Lula na liderança numérica do segundo turno, mas em empate técnico com Flávio Bolsonaro
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Perspectivas omitidas



