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Uma pesquisa BTG/Nexus divulgada em 13 de julho de 2026 mostra Lula com 47% das intenções de voto contra 44% de Flávio Bolsonaro em um cenário de segundo turno para 2026, dentro da margem de erro. O levantamento também mediu a repercussão de um vídeo em que Michelle Bolsonaro criticou Flávio no fim de junho: 35% dos eleitores disseram desconhecer o episódio e 40% acreditam que ele não afetará a candidatura do senador. Paralelamente, Flávio publicou um vídeo recebendo orações de pastores e divulgou uma carta do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, apontando-o como porta-voz do grupo político, além de mover uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público contra uma promotora. Na mesma semana, o comentarista Monark insinuou, sem provas, que Michelle Bolsonaro seria uma mulher trans, gerando reação até de seu interlocutor.
Uma nova pesquisa BTG/Nexus, divulgada em 13 de julho de 2026, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tecnicamente empatado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno das eleições de 2026: 47% para Lula contra 44% para Flávio, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento, que ouviu 2.003 eleitores entre os dias 10 e 12 de julho, também mediu o impacto de um vídeo divulgado no fim de junho em que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou publicamente o cunhado.
A cobertura de centro relatou que 35% dos eleitores entrevistados disseram desconhecer o episódio das críticas de Michelle, enquanto 40% acreditam que ele não deve afetar a candidatura de Flávio à Presidência da República. Outros 27% consideram que o efeito será muito negativo, e uma minoria de cerca de 7% enxerga possibilidade de impacto positivo. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o código BR-07981/2026 e custou R$ 164.888,89, contratada junto à Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados.
Paralelamente à divulgação do levantamento, Flávio Bolsonaro reforçou publicamente sua ligação com o eleitorado evangélico: publicou um vídeo recebendo orações de pastores e, no dia anterior, divulgou uma carta manuscrita do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na qual ele é apontado como "porta-voz" do grupo político e pede que aliados superem divergências internas em torno da candidatura do filho. O senador também apresentou uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público contra uma promotora que classificou referências a Deus em evento civil como inconstitucionais.
Veículos de esquerda enfatizaram outro episódio ocorrido na mesma semana: o comentarista Monark insinuou, sem apresentar qualquer prova, que Michelle Bolsonaro seria uma mulher trans, durante uma conversa sobre o poder que ela exercia à frente do PL Mulher, cargo que deixou recentemente em meio à disputa pública com Flávio. A leitura de esquerda tratou a insinuação como uso da identidade de pessoas trans como instrumento de ataque político, destacando que até o interlocutor de Monark reagiu com desconforto à fala. Já veículos de direita concentraram a cobertura na resiliência eleitoral de Flávio diante das críticas da cunhada e no gesto de fé do senador, descrevendo a representação contra a promotora como defesa da liberdade religiosa frente ao que classificaram como interpretação excessiva da laicidade do Estado.
O que ainda não se sabe é como as críticas de Michelle Bolsonaro evoluirão nas próximas semanas de pré-campanha, nem se o episódio envolvendo Monark terá desdobramentos formais. Também não há, até o momento, indicação de resposta pública de Michelle Bolsonaro à insinuação sobre sua identidade de gênero.
Todos os lados reconhecem que a pesquisa BTG/Nexus mostra Flávio Bolsonaro tecnicamente empatado com Lula (44% a 47%) em um eventual segundo turno, e que a maioria dos eleitores ainda desconhece ou não acompanha de perto o episódio das críticas de Michelle Bolsonaro a Flávio.
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
O texto usa linguagem crítica e protetiva ('não apresenta prova, indício ou argumento', 'usa a identidade de mulheres trans como instrumento de ataque'), enquadrando a fala de Monark como discurso transfóbico e responsabilizando-o editorialmente — enquadramento típico de esquerda ao defender direitos de minorias e cobrar responsabilização do autor da declaração.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
O texto relata os fatos (vídeo com pastores, carta manuscrita do pai, representação no CNMP) com citações diretas e sem adjetivação do autor, padrão de cobertura factual de centro típico do Poder360.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O texto detalha metodologia, amostra, margem de erro e número de registro da pesquisa eleitoral sem qualificação valorativa, apenas reportando os números — enquadramento factual de centro, apesar do viés RIGHT do publisher.

Alessandro Santana perde a paciência após Monark afirmar que desconfia que Michelle Bolsonaro seja uma mulher trans.

Senador compartilhou mensagem religiosa e pediu que seguidores comentassem seus pedidos de oração. Leia no Poder360.

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Perspectivas omitidas



