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A nona rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada em 10 de agosto de 2026, mostra Lula (PT) com 40% das intenções de voto no primeiro turno e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 35%. Em eventual segundo turno, o presidente tem 47% e o senador, 44%, diferença dentro da margem de erro de dois pontos, o que caracteriza empate técnico. O levantamento ouviu 2.001 eleitores por telefone entre 7 e 9 de agosto, com nível de confiança de 95%, e está registrado no TSE sob o código BR-08428/2026. Na mesma rodada, a avaliação do governo é negativa, e outras três pesquisas divulgadas na mesma janela apresentam quadros distintos.
A nona rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada em 10 de agosto de 2026, manteve o presidente Lula (PT) na frente da corrida presidencial. No cenário estimulado de primeiro turno, o petista aparece com 40% das intenções de voto, contra 35% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ronaldo Caiado (PSD) tem 5%, Renan Santos (Missão) 4% e Romeu Zema (Novo) 3%. Brancos e nulos somam 5%, e 3% não souberam responder. Em um eventual segundo turno, Lula marca 47% e Flávio, 44%: uma diferença de três pontos que, diante da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, configura empate técnico. O instituto ouviu 2.001 eleitores por telefone entre os dias 7 e 9 de agosto, com nível de confiança de 95%, e registrou o levantamento no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-08428/2026.
Os números da rodada são reproduzidos de forma idêntica por toda a cobertura, que converge em três pontos. Primeiro, o presidente lidera numericamente os quatro cenários de segundo turno testados: 47% a 44% contra Flávio, 46% a 42% contra Caiado, 47% a 40% contra Zema e 46% a 37% contra Renan Santos. Segundo, o confronto com o senador é o mais apertado dos quatro. Terceiro, a avaliação do governo é negativa: 44% consideram a gestão ruim ou péssima, 34% a avaliam como boa ou ótima e a desaprovação do trabalho do presidente, de 49%, supera a aprovação, de 46%. A percepção sobre a economia piorou, com 52% classificando a situação do país como ruim ou péssima.
A cobertura de centro tratou a rodada como um quadro estável dentro da margem de erro e detalhou metodologia, série histórica e recortes de eleitorado: o presidente lidera entre mulheres, católicos e no Nordeste, enquanto o senador lidera entre homens, evangélicos e no Sul. Veículos de esquerda enfatizaram a liderança do petista em todos os cenários, a fidelidade de 78% dos eleitores que o escolheram em 2022 e o fato de o adversário registrar a maior rejeição entre os nomes testados, com 50% contra 48% do presidente. Veículos de direita destacaram outro conjunto de dados do mesmo levantamento: o senador atingiu 29% no voto espontâneo, seu melhor resultado nas nove rodadas da série, e preserva 73% do eleitorado que votou em Jair Bolsonaro em 2022. Também deram relevo a pesquisas concorrentes divulgadas na mesma janela, uma delas realizada pela internet, que apontou empate em 46% no segundo turno e 55% de reprovação da gestão, e outra restrita a São Paulo, na qual o senador venceria o presidente por 44% a 39%.
Parte da cobertura de centro acrescentou o contexto político da semana. A rodada foi a campo depois da revelação de que um ex-chefe de gabinete do presidente recebeu R$ 249 mil de uma empresária investigada pela Polícia Federal e amiga de um dos filhos de Lula, episódio que a oposição passou a explorar. Foi também a primeira medição após o anúncio do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) como vice na chapa do senador, escolha que expôs o isolamento partidário da candidatura, já que Republicanos, Podemos, PP e União Brasil optaram pela neutralidade. O deputado é alvo de pedido de investigação no Supremo Tribunal Federal e de apuração no Tribunal de Contas da União, e nega as acusações.
Ainda não se sabe se esses episódios chegaram a afetar a intenção de voto, porque o trabalho de campo ocorreu logo em seguida e nenhuma cobertura isolou esse efeito. Também não há explicação pública para as diferenças entre os institutos que foram a campo na mesma semana, com coleta por telefone, pela internet e presencial e resultados distintos, nem para os números conflitantes publicados sobre a migração dos votos dos eleitores de Caiado e Zema em um eventual segundo turno. O desfecho das investigações citadas e o efeito da definição das chapas sobre o eleitorado seguem sem medição.
21 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
O título afirma que o presidente vence o adversário no segundo turno, enquanto o próprio corpo reconhece margem de erro de dois pontos e diferença de três, além de classificar o confronto como o mais equilibrado dos quatro testados. O texto seleciona e desenvolve os indicadores favoráveis ao campo governista, como fidelidade do eleitorado e vantagem entre mulheres e idosos, e deixa de fora os indicadores de desgaste.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Relato descritivo que apresenta os números favoráveis e desfavoráveis ao presidente com o mesmo peso: liderança de 47% a 44% no segundo turno e, logo em seguida, queda da avaliação positiva do governo de 37% para 34% e piora da percepção sobre a economia. Vocabulário neutro, sem adjetivação de campo.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O enquadramento privilegia o avanço do candidato de oposição e o desgaste do governo, com subtítulo dedicado aos 55% de reprovação da gestão. Números favoráveis ao presidente aparecem depois e em menor detalhe. Vocabulário de accountability sobre o Executivo, típico da rubrica de direita.
Perspectivas omitidas

No segundo turno, presidente aparece com 47% contra 44% do senador; diferença entre os dois aumentou de um para três pontos em relação à rodada passada, divulgada em 3 de agosto.

Cenários estimulados de segundo turno mostram vitória do petista contra Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (MDB)


Desaprovação da gestão petista atinge 55% do eleitorado em levantamento digital

A pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (10) mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) numericamente à frente de Flávio Bolsonaro

A pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (10) mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa presidencial de

9ª rodada da pesquisa BTG/Nexus mostra Lula com 40% no 1º turno e cenário de empate técnico com Flávio Bolsonaro no 2º

Levantamento mostra que, no primeiro turno, senador somaria 37% dos votos, contra 31,9% do presidente

Presidente passa de 46% para 47%, enquanto senador recua de 45% para 44% em uma semana; diferença numérica sobe de um para três pontos

Petista mantém liderança sobre opositores no primeiro turno
Pesquisa também mostra que o petista fica à frente do candidato do PL em cenário de 1º turno. Leia no Poder360.

Pesquisa mostra polarização no 2º turno, com petista à frente no Nordeste e senador liderando no Sul

Pesquisa BTG/Nexus revela liderança de Lula no primeiro turno e empate no segundo com Flávio Bolsonaro e Caiado. Leia mais e confira os cenários eleitorais.

Foram ouvidas 2.001 pessoas entre os dias 07 e 09 de agosto; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

O levantamento mostra estabilidade, dentro da margem de erro, entre os principais candidatos na comparação com a pesquisa anterior

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da disputa presidencial com 40% das intenções de voto contra 35% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 10. A intenção de voto no pe

Levantamento BTG/Nexus revela qual dos dois os eleitores de Caiado, Renan, Zema e Samara preferem

Presidente também aparece à frente dos demais candidatos ao Palácio do Planalto

Pesquisa mostra que o candidato do PL e o petista têm as maiores taxas de rejeição entre os entrevistados. Leia no Poder360.

Pesquisa entrevistou 2.001 pessoas, entre os dias 07 e 09 de agosto; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%

No voto espontâneo, Flávio chegou a 29%, o maior porcentual registrado por ele nas nove rodadas da pesquisa
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Foca exclusivamente nos quatro cenários de segundo turno, apresentando cada um em bloco de números. O título fala em empate com dois adversários e o corpo sustenta a afirmação pela margem de erro de dois pontos. Não há vocabulário valorativo, mas a seleção do recorte deixa de fora os indicadores de desgaste do governo.
Perspectivas omitidas
Combina os números da pesquisa com contexto político equilibrado entre os dois campos: detalha o caso do ex-chefe de gabinete do presidente e, no mesmo espaço, as investigações que pesam sobre o deputado escolhido como vice do senador. Reproduz a defesa de cada acusado, o que sustenta a leitura de centro.
Perspectivas omitidas
Apresenta os números com precisão, registra que a avaliação negativa do governo supera a positiva já no subtítulo e distribui o contexto crítico entre os dois campos, com as investigações que atingem o entorno do presidente e as que pesam sobre o vice da chapa adversária, sempre com a versão dos acusados.
Perspectivas omitidas
Texto enxuto e estritamente descritivo, que informa contratante, custo do estudo e protocolo no TSE, e apresenta na mesma matéria os dados favoráveis e desfavoráveis ao governo, incluindo desaprovação de 49% contra aprovação de 46%.
Perspectivas omitidas
Descreve o resultado nacional e detalha em quais segmentos cada candidato lidera, sem adjetivar nenhum dos campos. A ressalva explícita de que a vantagem não se sustenta em recortes específicos evita leitura triunfalista e sustenta o enquadramento de centro.
Perspectivas omitidas
Relato direto do levantamento, com uso correto do conceito de empate técnico nos dois cenários em que a diferença cabe na margem de erro e apresentação de todos os concorrentes testados, inclusive os que não pontuaram. Sem marcação ideológica.
Perspectivas omitidas
Texto descritivo que trata o resultado como manutenção do empate técnico e detalha cada cenário com a oscilação frente à medição anterior. Refere-se aos adversários como pré-candidatos da direita de forma descritiva, sem carga valorativa.
Perspectivas omitidas
Distingue com rigor os dois quadros: aponta que a diferença de cinco pontos no primeiro turno está fora da margem de erro e que a de três pontos no segundo turno configura empate técnico. Vocabulário neutro e ênfase na estabilidade da série.
Perspectivas omitidas
Relato de agência centrado no primeiro turno, com cronologia das variações de vantagem ao longo do último mês. Nomeia os candidatos por cargo e partido, sem qualificação valorativa, e trata as oscilações como movimentos dentro da série.
Perspectivas omitidas
Trata a rejeição dos dois líderes em paralelo, com 50% e 48%, e contextualiza que ambos são os nomes mais conhecidos do eleitorado, o que atenua a leitura simplista do dado. Inclui intenção de voto e avaliação do governo no mesmo texto, sem enquadramento de campo.
Perspectivas omitidas
Relato direto e curto, que registra explicitamente que a liderança no primeiro turno está fora da margem de erro e apresenta todos os nomes testados, incluindo os que não pontuaram. Linguagem descritiva e sem carga valorativa.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do perfil editorial do veículo, o corpo é descritivo e simétrico: registra que o presidente está numericamente à frente em todos os cenários e explica corretamente por que a diferença configura empate técnico. Não há adjetivação nem seleção de dado enviesada. O chamariz em caixa alta no título eleva o índice de clickbait sem contaminar o texto.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Lista todos os candidatos testados, inclusive os que não pontuaram, e faz uma leitura prudente da diferença de cinco pontos frente à margem de erro. O texto não sustenta enquadramento ideológico identificável, apesar do perfil do veículo e do título com apelo em caixa alta.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Texto descritivo, com números detalhados por faixa etária e sexo e uso correto de empate técnico nos demais cenários. A escolha editorial de destacar uma pesquisa estadual favorável à oposição num dia de pesquisas nacionais em sentido contrário é seletiva, mas o corpo não editorializa.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do perfil editorial do veículo, o texto reconhece explicitamente o ganho do presidente na rodada e mantém a ressalva do empate técnico em todos os blocos. Estrutura didática e vocabulário neutro sustentam a classificação de centro; o problema é de consistência de dados, não de enquadramento.
Perspectivas omitidas
O recorte editorial elege a transferência de votos dos candidatos menores como o dado central, construindo a narrativa de que o campo oposicionista tem reserva de crescimento. O resultado agregado, em que o presidente segue à frente, só aparece nos blocos finais e com a ressalva da margem de erro.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O corpo é estritamente descritivo e usa o conceito de empate técnico de forma correta, registrando que o presidente está numericamente à frente em todos os cenários. Apesar do perfil editorial do veículo, o texto não apresenta marcação ideológica.
Perspectivas omitidas
Embora reproduza corretamente os números, o texto se organiza em torno dos indicadores de força do candidato de oposição: recorde no voto espontâneo em nove rodadas, retenção de 73% do eleitorado do ex-presidente e menor distância entre os adversários testados. O dado de rejeição, desfavorável ao mesmo candidato, fica de fora.
Perspectivas omitidas



