Carol Dartora recebeu R$ 670,02 da Câmara por contas com bebidas em Nova York
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A cobertura de centro relatou que a Câmara dos Deputados reembolsou a deputada federal Carol Dartora (PT-PR), com recursos da cota parlamentar, por duas contas de restaurante com bebidas alcoólicas em Nova York, em março, apesar de as regras da Casa vedarem esse ressarcimento. A assessoria atribuiu o pedido a um equívoco na conferência de comprovantes em inglês e prometeu devolver os valores. A matéria de direita do conjunto atribui essa resposta da assessoria à procura feita pela coluna que assina a reportagem de centro.
Com base em Metrópoles
A única matéria de direita do conjunto abriu com o total reembolsado, R$ 670,02, por notas que incluíam espumantes e cerveja, e registrou que as regras da Câmara proíbem esse ressarcimento. O texto reproduz, com redação própria, a explicação da assessoria de Carol Dartora, atribuída à procura feita por uma coluna de outro veículo, e informa que a Câmara não se manifestou.
Com base em Terra Brasil Notícias
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A Câmara dos Deputados reembolsou a deputada federal Carol Dartora (PT-PR), com recursos da cota parlamentar, por duas contas de restaurante com bebidas alcoólicas durante viagem a Nova York em março. As regras da Casa vedam esse ressarcimento. A assessoria atribuiu o caso a um erro na conferência de comprovantes em inglês e prometeu devolver os valores.
A Câmara dos Deputados reembolsou a deputada federal Carol Dartora, do Partido dos Trabalhadores do Paraná, por duas contas de restaurante que incluíam bebidas alcoólicas, consumidas durante uma viagem a Nova York, nos Estados Unidos, em março deste ano. O dinheiro saiu da cota parlamentar, a verba que custeia despesas do mandato, e as regras da Casa proíbem o ressarcimento de bebida alcoólica.
O caso veio a público em 1º de novembro. A cobertura de centro relatou que uma das notas fiscais, do restaurante The Palm Bar & Grill, registrou três taças de espumante e um tiramisu, numa conta de 84 dólares sem a gorjeta, reembolsada em R$ 453,84. A segunda nota, do restaurante Luke's Lobster, no Grand Central Terminal, trazia um sanduíche de lagosta e uma cerveja artesanal, e a Câmara pagou R$ 216,18 por ela. Somados, os dois reembolsos chegam a R$ 670,02, valor que a cobertura de direita citou já na abertura do texto. A deputada estava em Nova York para participar da 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher, na sede da Organização das Nações Unidas, a ONU.
As duas coberturas convergem na versão da deputada. Segundo a assessoria de Carol Dartora, o pedido de reembolso ocorreu por equívoco na conferência da documentação: como os comprovantes foram emitidos em inglês, houve dificuldade para identificar cada item consumido, o que impediu notar a presença das bebidas. A assessoria informou que o gabinete tomará as providências administrativas para devolver integralmente os valores. As duas matérias registram também que a Câmara foi procurada e não respondeu.
Parte dessa convergência tem origem declarada. O texto de direita atribui a resposta da assessoria à procura feita pela coluna que assina a reportagem de centro do conjunto. Nos demais pontos, como itens, restaurantes e valores, a coincidência entre as duas matérias também não pode ser tomada como confirmação independente, porque o texto de direita não indica outra fonte para eles.
As diferenças são de detalhe, não de substância. A cobertura de centro acrescentou um trecho explicando o que é a cota parlamentar: uma verba indenizatória para despesas típicas do mandato, como escritório político, aluguel de veículos e passagens aéreas, com valor mensal que varia conforme o estado pelo qual o deputado foi eleito. Veículos de direita, representados no conjunto por uma única matéria, não trouxeram essa explicação, mas somaram o total reembolsado. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
Até a tarde de 1º de novembro, quando saiu a matéria mais recente do conjunto, a Câmara não havia se manifestado sobre o caso, e nenhum dos textos registrava que a devolução prometida já tivesse sido feita. As matérias também não informaram se a Câmara abriu alguma verificação sobre a falha na conferência das notas.
Carol Dartora recebeu R$ 670,02 por notas fiscais que incluíam espumantes e cerveja; assessoria atribuiu o caso a um erro

Despesa de deputada foi custeada com cota parlamentar. Uso da verba com bebidas alcoólicas é vedado pela Câmara dos Deputados
