
TSE registra candidaturas a governador e senador para 4 de outubro de 2026
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As candidaturas a governador e ao Senado nas eleições de 2026 já estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e as listas por estado trazem nome de urna, partido, coligação, número e situação. Todas aparecem como 'aguardando julgamento', condição que permite mudanças até o início da votação por renúncia, falecimento ou impugnação. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, das 8h às 17h no horário de Brasília, e o segundo turno para os governos estaduais, para 25 de outubro. Para o Senado, cada eleitor vota em dois nomes e não pode votar na legenda. O tamanho das disputas varia muito: o Rio de Janeiro tem 12.857.000 eleitores aptos, 9 candidatos ao governo e 17 ao Senado; o Piauí registra a maior lista senatorial, com 20 nomes; Alagoas tem apenas 4 candidatos ao governo. Em paralelo, dados de prestação de contas do TSE processados até 24 de agosto mostram que os dez maiores doadores pessoa física já movimentaram R$ 9,035 milhões, dos quais R$ 5,685 milhões foram direto a candidatos.
Esquerda
A lista oficial de candidaturas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revela uma disputa formalmente aberta, com legendas pequenas como PSTU, PCO e UP presentes em quase todos os estados, mas materialmente desigual quando se olha o dinheiro.
Centro
As candidaturas a governador e ao Senado nas eleições de 2026 já estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e as listas por estado trazem nome de urna, partido, coligação, número e situação.
Direita
Sem cobertura neste espectro.
31 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Os números são verificáveis na prestação de contas do TSE, mas o enquadramento é de concentração de poder econômico: cartola 'PIX DE MILHÕES', ênfase em que o PL concentra 73% dos repasses diretos e destaque para um empresário bilionário como maior doador. O foco na desigualdade de recursos e no financiamento privado das campanhas é típico de cobertura de esquerda.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Texto puramente tabular: informa 8.526.233 eleitores aptos, duas vagas no Senado e lista 13 nomes de PSTU a PL sem adjetivação ou hierarquia editorial entre candidatos. Vocabulário neutro e fonte única declarada (TSE), o que caracteriza cobertura de centro.
Perspectivas omitidas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
As listas de candidatos a governador e ao Senado nas eleições de 2026 já estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral, com todas as candidaturas ainda aguardando julgamento. O primeiro turno acontece em 4 de outubro, das 8h às 17h, e o segundo turno para os governos estaduais, em 25 de outubro. Cada eleitor vota em dois nomes para o Senado.
As candidaturas a governador e ao Senado nas eleições de 2026 já estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e a cobertura de centro publicou as listas estado por estado, com nome de urna, partido, coligação, número e situação de cada candidatura. Todas aparecem como aguardando julgamento, o que significa que ainda podem cair por renúncia, falecimento ou impugnação até o início da votação. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, das 8h às 17h no horário de Brasília, e o segundo turno para os governos estaduais, para 25 de outubro, caso nenhum candidato alcance mais da metade dos votos válidos.
O retrato que sai das listas é de disputas muito desiguais em tamanho. No Rio de Janeiro, onde há 12.857.000 eleitores aptos, são 9 candidatos ao governo, entre eles Eduardo Paes (PSD), Garotinho (Republicanos) e William Siri (PSOL), e 17 ao Senado, incluindo Benedita da Silva (PT), Marcelo Crivella (Republicanos), Carlos Portinho (PL) e Pedro Paulo (PSD). No Piauí, com 2.708.160 eleitores aptos, 20 nomes disputam duas vagas no Senado, entre eles Ciro Nogueira (PP) e Marcelo Castro (MDB). No Rio Grande do Sul, os 8.526.233 eleitores encontram 13 candidatos ao Senado, de Manuela d'Ávila (PSOL) a Marcel van Hattem (Novo). No Paraná, 8 candidatos concorrem ao governo, entre eles Sergio Moro (PL), Requião Filho (PDT) e Sandro Alex (PSD). No Ceará, Ciro Gomes (PSDB) e Elmano de Freitas (PT) estão numa lista de 9 nomes. Em Alagoas, apenas 4 candidatos disputam o governo, enquanto a corrida pelo Senado reúne Arthur Lira (PP) e Renan (MDB).
Uma regra prática se repete em todas as matérias: para senador, cada eleitor vota em dois nomes e não pode votar na legenda, porque partidos e federações não recebem voto nesse cargo. Nos estados com disputa pelo governo, vale a regra usual de segundo turno.
Enquanto a cobertura de centro se concentrou na tabulação dos registros, veículos de esquerda deslocaram o foco para o dinheiro que já circula nas campanhas. Um levantamento com dados de prestação de contas do TSE processados até 24 de agosto identificou que os dez maiores doadores pessoa física movimentaram R$ 9,035 milhões. O maior deles, Alexandre Grendene Bartelle, cofundador da fabricante de calçados Grendene, doou R$ 3 milhões, sendo R$ 2,5 milhões para Luciano Zucco (PL-RS), candidato ao governo gaúcho, e R$ 500 mil para Ciro Gomes (PSDB-CE). Fabiano Augusto Martins Silveira, advogado e ex-ministro da Transparência, transferiu R$ 2 milhões ao diretório estadual do MDB na Paraíba, caso em que o beneficiário registrado é o partido, e não uma candidatura. Descontados os repasses a diretórios, R$ 5,685 milhões foram direto a candidatos, e as candidaturas do PL receberam R$ 4,15 milhões, cerca de 73% desse total. Flávio Roscoe (PL-MG) captou R$ 1,4 milhão de três doadores diferentes.
Até o momento, veículos de direita não publicaram cobertura própria nem sobre o registro das candidaturas nem sobre a concentração das doações. Fica sem contraponto tanto a leitura de que o dinheiro privado desequilibra a disputa quanto a defesa da doação individual declarada como forma legítima e rastreável de participação política.
O que ainda não se sabe é quantas dessas candidaturas serão efetivamente homologadas: nenhuma havia sido julgada até a publicação das listas, e o número final pode encolher em qualquer estado. Também não há, na cobertura disponível, o quadro completo do financiamento: os dados param em 24 de agosto, tratam apenas de doações de pessoas físicas e deixam de fora os recursos que os próprios candidatos colocaram em suas campanhas.
Toda a cobertura parte da mesma base oficial, os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e converge em três pontos: o primeiro turno ocorre em 4 de outubro, o segundo turno para os governos estaduais está marcado para 25 de outubro e nenhuma das candidaturas registradas havia sido julgada até a publicação das listas.

No Rio Grande do Sul, há 8.526.233 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado

Em Sergipe há 1.740.124 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado Federal

No Paraná há 8.609.026 eleitores aptos a votar

Em Goiás há 5.080.755 eleitores aptos a votar

Em Pernambuco há 7.225.744 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado Federal

No Rio de Janeiro há 12.857.000 eleitores aptos a votar

Em Roraima há 401.496 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado

No Pará há 6.265.355 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado

Em Alagoas, há 2.441.794 eleitores aptos a votar

Em Roraima há 401.496 eleitores aptos a votar

No Pará há 6.265.355 eleitores aptos a votar

Em Goiás há 5.080.755 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado

No Ceará há 6.998.494 eleitores aptos a votar

Na Paraíba há 3.247.397 eleitores aptos a votar

Em Tocantins há 1.182.307 eleitores aptos a votar

Na Paraíba há 3.247.397 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado Federa

No Piauí há 2.708.160 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado

Levantamento mostra os 10 maiores doadores de campanha de 2026, o destino de R$ 9 milhões e quais partidos concentram os maiores repasses.

Em Goiás há 5.080.755 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado

No Rio de Janeiro há 12.857.000 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado

Em Sergipe há 1.740.124 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado Federal

Em Alagoas há 2.441.794 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado

Em Roraima há 401.496 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado

No Pará há 6.265.355 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado

No Pará há 6.265.355 eleitores aptos a votar

No Amapá há 577.534 eleitores aptos a votar

No Ceará há 6.998.494 eleitores aptos a votar

Na Paraíba há 3.247.397 eleitores aptos a votar

No Acre, há 614.375 eleitores aptos a votar

No Rio de Janeiro há 12.857.000 eleitores aptos a votar

No Piauí há 2.708.160 eleitores aptos a votar e duas vagas para o Senado
Reporta 1.740.124 eleitores aptos e duas vagas, com tabela de 11 candidatos que vai de PSOL a PL sem qualquer juízo comparativo. Ausência total de vocabulário valorativo sustenta a classificação como centro.
Perspectivas omitidas
Apresenta 8.609.026 eleitores aptos, a regra de segundo turno em 25 de outubro e os 8 candidatos ao governo em ordem alfabética. Sergio Moro (PL) aparece sem tratamento diferenciado em relação aos demais, o que indica ausência de enquadramento ideológico.
Perspectivas omitidas



