Anvisa aprova 5 canetas de liraglutida e semaglutida e chega a 20 em 2026
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A cobertura de centro relatou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de 5 novas canetas de liraglutida e semaglutida em 29 de outubro, pela Resolução 4.244/2026. Os textos situaram a decisão na série de registros que veio após o fim da patente da semaglutida e na priorização pedida pelo Ministério da Saúde para incluir os remédios no Sistema Único de Saúde (SUS). Um dos textos lembrou que os produtos ainda dependem de preço definido pela CMED, e as contagens do ano variaram entre 19 e 20 canetas.
Veículos de direita relataram, com base em informações de outro veículo, o registro das cinco canetas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a soma de 20 registros do tipo em 2026. O texto ligou a ampliação da oferta à estratégia do Ministério da Saúde no Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Ceis) e acrescentou que o registro sanitário não garante, por si só, a oferta imediata pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
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4 fontes políticas
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Centro e direita concordam que a Anvisa aprovou em 29 de outubro cinco canetas de liraglutida e semaglutida, fabricadas por empresas indianas, e que a ampliação atende a uma demanda do Ministério da Saúde.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou em 29 de outubro cinco canetas injetáveis de liraglutida e semaglutida, três fabricadas pela indiana Biocon e duas pela OneSource Specialty. Com elas, os registros do tipo em 2026 chegam a cerca de 20, após o fim da patente da semaglutida e a pedido do Ministério da Saúde, que quer levar os remédios ao SUS.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na quinta-feira, 29 de outubro, o registro de cinco novas canetas injetáveis à base de liraglutida e semaglutida, substâncias da classe dos análogos de GLP-1 usadas no tratamento do diabetes e da obesidade. A decisão saiu na Resolução 4.244/2026, publicada no Diário Oficial da União.
São três produtos de liraglutida, Aribet, Lyrza e Wylovol, registrados pela Farma Vision Importação e Exportação de Medicamentos e fabricados pela indiana Biocon. O Aribet é indicado para diabetes. O Lyrza e o Wylovol são indicados para obesidade, junto com exercício físico e mudança na alimentação. Os outros dois, Embeltah e Sevema, são de semaglutida, indicados para diabetes e fabricados pela indiana OneSource Specialty, com registros da Dr. Reddy's Farmacêutica do Brasil e da Aché Laboratórios Farmacêuticos.
A cobertura de centro relatou que, com as novas autorizações, a agência soma cerca de 20 canetas desse tipo aprovadas em 2026. A série de registros veio depois do fim da patente da semaglutida, princípio ativo do Ozempic e do Wegovy, em março. Segundo a Anvisa, a análise desses medicamentos virou prioridade desde agosto de 2025, a pedido do Ministério da Saúde, que quer incluí-los no Sistema Único de Saúde, o SUS, e garantir o abastecimento do mercado. A lista do ano inclui genéricos de semaglutida e de liraglutida, que por lei devem custar ao menos 35% menos que o medicamento de referência. A tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, segue sem concorrentes, porque a patente só expira em 2036.
Os textos de centro diferiram no detalhe. Um deles reproduziu a afirmação de que a medida reforça a política pública de ampliação do acesso no SUS e a competitividade do setor farmacêutico. Outro ouviu a endocrinologista Bruna Marinho, do Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte, para quem a escolha do remédio depende do diagnóstico, dos efeitos colaterais e da capacidade do paciente de manter o tratamento por longos períodos. Esse mesmo texto registrou que os novos produtos ainda precisam ter o preço definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, a CMED, antes de chegar às farmácias.
Veículos de direita relataram o registro com base em informações de outro veículo e acrescentaram uma ressalva: o registro sanitário autoriza a venda, mas não significa, por si só, que o medicamento será oferecido de imediato pelo SUS. O texto ligou a ampliação da oferta à estratégia do Ministério da Saúde no Complexo Econômico-Industrial da Saúde. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
Há diferença na contagem. Parte da cobertura fala em 20 canetas aprovadas no ano. Outro texto soma 19, entre 12 de semaglutida, seis de liraglutida e uma nova versão do Mounjaro.
Até a madrugada de 30 de outubro, quando saíram as matérias analisadas, não havia informação sobre o preço dos cinco novos produtos, sobre a data de chegada às farmácias nem sobre um cronograma de incorporação dessas canetas ao SUS.
Com os novos deferimentos, a Anvisa soma 20 canetas emagrecedoras e antidiabéticas aprovadas ao longo do ano de 2026


Apenas nesta quinta-feira foram cinco novos injetáveis para diabetes e obesidade que receberam o sinal verde no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quinta-feira (29), o registro de cinco novas canetas aplicadoras de medicamentos
