Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro 35% no Datafolha; segundo turno segue empatado
3 veículos de esquerda · 10 veículos de centro · 12 veículos de direita
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Numa leitura de direita, o Datafolha mostra Flávio Bolsonaro em alta: subiu de 33% para 35% no primeiro turno e está tecnicamente empatado com Lula tanto no primeiro quanto no segundo turno, onde a diferença é de dois pontos. O quadro é de um governo com mais desaprovação do que aprovação e de um presidente que não consegue abrir vantagem mesmo sendo candidato à reeleição.
Para a cobertura de esquerda, o Datafolha confirma Lula na liderança do primeiro turno, com 39% contra 35% de Flávio Bolsonaro, em linha com a média de institutos que mostra o petista à frente em todos os levantamentos recentes.
Pesquisa Datafolha divulgada em 11 de setembro mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 39% das intenções de voto no primeiro turno e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 35%, empatados no limite da margem de erro de dois pontos. No segundo turno, Lula tem 46% e Flávio, 44%, empate técnico que se repete desde a rodada anterior. O instituto ouviu 2.002 eleitores entre 8 e 10 de setembro.
25 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
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Toda a cobertura registra os mesmos números: Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 35% no primeiro turno, e 46% a 44% no segundo, com empate técnico entre os dois na margem de erro de dois pontos.
O Datafolha divulgou em 11 de setembro nova pesquisa para presidente: Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro, 35%, empatados no limite da margem de erro. No segundo turno, 46% a 44%. A análise compara como veículos de esquerda, centro e direita leram os números e o que ainda está em aberto na disputa.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, tem 39% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, contra 35% do senador Flávio Bolsonaro, do PL, segundo pesquisa do instituto Datafolha divulgada na sexta-feira, 11 de setembro. A diferença de quatro pontos coloca os dois empatados no limite da margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos.
No segundo turno, o quadro é de empate técnico. Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro, 44%, os mesmos números da rodada anterior. O instituto ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais entre 8 e 10 de setembro. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, sob o código BR-01833/2026.
Os números são consistentes em toda a cobertura. Atrás dos dois líderes aparecem o escritor Augusto Cury, do Avante, com 6%, Ronaldo Caiado, do PSD, com 4%, Renan Santos, do Missão, com 3%, e Romeu Zema, do Novo, com 2%. Brancos e nulos somam 6%, e indecisos, 4%. Na rodada anterior, Lula tinha 38% e Flávio, 33%, enquanto Cury recuou de 8% para 6%. Nos demais cenários de segundo turno, Lula empata tecnicamente com Cury, por 45% a 43%, e vence Caiado, Zema e Renan Santos. O levantamento também mediu a firmeza do voto: 75% dos eleitores se dizem totalmente decididos, índice que chega a 84% entre os eleitores de Lula e a 81% entre os de Flávio. Entre os de Cury, 57% admitem mudar. Em um cenário alternativo com Pablo Marçal, do PRTB, cuja candidatura foi indeferida pelo TSE no mesmo dia, Flávio cai para 33%.
A cobertura de centro relatou os resultados de forma descritiva, com a série histórica das três rodadas, os intervalos da margem de erro e os recortes de decisão de voto, sem privilegiar candidato. Parte dela registrou ainda que 50% desaprovam e 47% aprovam o governo Lula.
Veículos de esquerda destacaram a liderança de Lula e a situaram numa média de quatro institutos em que o petista aparece à frente em todos os levantamentos de primeiro turno. Essa cobertura deu peso ao contexto: a pesquisa saiu um dia depois de uma operação da Polícia Federal sobre suspeitas de desvio de recursos para o filme Dark Horse, e foi a campo antes da abertura de documentos que apontam Flávio Bolsonaro como investigado no Supremo Tribunal Federal. Para esses veículos, o levantamento não captou o efeito dessas revelações.
Veículos de direita publicaram os números em formato de tabela, com todos os cenários e a metodologia, e deram ênfase ao empate técnico entre Lula e Flávio no primeiro e no segundo turno e ao efeito da saída de Pablo Marçal sobre o voto do senador. Não houve, nessa cobertura, texto opinativo sobre o resultado.
Ainda não se sabe se as revelações sobre a investigação envolvendo Flávio Bolsonaro e a crise no Supremo Tribunal Federal vão alterar a disputa. Também segue em aberto para onde migram os eleitores de Augusto Cury, que são os menos decididos entre os principais candidatos, a menos de um mês do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.
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