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Pesquisa Datafolha divulgada em 8 de julho de 2026 mostra o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tecnicamente empatados na disputa presidencial em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país. Os dois aparecem com 35% das intenções de voto no primeiro turno; no segundo, Flávio tem 46% e Lula, 43%, diferença dentro da margem de erro. A rejeição a Lula (51%) é a maior entre os pré-candidatos testados. Uma pesquisa nacional distinta, do instituto Gerp para a Aesp, também aponta empate técnico, com 36% para cada um.
Uma nova rodada da pesquisa Datafolha, divulgada em 8 de julho de 2026, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tecnicamente empatados na disputa presidencial no estado de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, com mais de 30 milhões de eleitores e 22% do eleitorado nacional. No primeiro turno, os dois pré-candidatos registram 35% das intenções de voto cada, seguidos a distância por Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), com 3%. No cenário de segundo turno, Flávio aparece com 46% ante 43% de Lula, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento ouviu 1.608 eleitores paulistas entre 1º e 3 de julho, em 71 municípios, e está registrado no TSE sob os números SP-01703/2026 e BR-06481/2026. Uma pesquisa nacional distinta, do instituto Gerp para a Aesp, divulgada no mesmo dia, também apontou empate entre os dois pré-candidatos, com 36% cada no primeiro turno.
Todos os veículos convergem em outro dado central: a rejeição a Lula é a maior entre os pré-candidatos testados, chegando a 51% dos paulistas, contra 43% de Flávio. A avaliação do governo Lula também aparece nas mesmas faixas em praticamente toda a cobertura: 43% consideram a gestão ruim ou péssima, 29% ótima ou boa, e a desaprovação geral chega a 55%. A pesquisa revela ainda uma divisão geográfica marcante: na capital e região metropolitana, Lula lidera com folga, 48% a 40%, enquanto no interior paulista, que concentra a maior parte do eleitorado do estado, Flávio abre vantagem de 52% a 38%.
A cobertura de centro, incluindo Folha, CNN Brasil, Metrópoles e Poder360, limitou-se a relatar os números da pesquisa, a metodologia e o contexto histórico de São Paulo nas eleições anteriores, sem atribuir interpretação política aos resultados. Já veículos de esquerda, caso da CartaCapital, destacaram que o cenário representa estabilidade na comparação com a rodada de março, quando Lula já registrava índices de desaprovação semelhantes, sugerindo que não há piora significativa para o governo. Por outro lado, veículos de direita, como a Veja, enfatizaram que os números acendem um alerta para o PT, lembrando que Jair Bolsonaro venceu em São Paulo por ampla margem em 2018 e também levou o estado em 2022, e que a redução daquela vantagem bolsonarista foi um dos fatores da vitória de Lula na eleição seguinte.
O calendário eleitoral já tem datas marcadas: a convenção do PL que deve oficializar a candidatura de Flávio Bolsonaro ocorre em 25 de julho, seguida pela convenção do PSD, que lança Ronaldo Caiado, em 26 de julho. Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin devem realizar o ato de lançamento da chapa à reeleição em 2 de agosto, também em São Paulo. O primeiro turno da eleição presidencial está marcado para 4 de outubro de 2026.
Ainda não está claro quem será o vice na chapa de Flávio Bolsonaro, nem em que medida um episódio identificado por parte da imprensa como escândalo de Flávio pode impactar os números nas próximas rodadas de pesquisa. Também não há indicação, até o momento, de como a condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado, que o deixou inelegível, deve influenciar o comportamento do eleitorado espontâneo ao longo da campanha.
Todos os lados reconhecem que Lula e Flávio Bolsonaro estão tecnicamente empatados em São Paulo (35% a 35% no 1º turno; 46% a 43% no 2º), que a rejeição a Lula (51%) é a maior entre os testados e que o interior do estado favorece Flávio enquanto a capital favorece Lula.
8 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
O texto enquadra a manutenção dos índices de desaprovação de Lula frente a março como 'estabilidade', suavizando o fato de a maioria dos paulistas desaprovar o governo, e concentra-se apenas na avaliação da gestão federal, sem contextualizar a disputa eleitoral direta presente nos demais artigos do cluster.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Reportagem factual sobre pesquisa Gerp/Aesp, com ficha técnica completa, simulações de cenários alternativos (inclusive Michelle Bolsonaro) e transparência sobre uso de IA na extração de dados, revisada por jornalistas; sem enquadramento ideológico perceptível.
Veículos com viés à direita
O texto emprega linguagem de alarme ('acendeu um alerta vermelho para o PT') e recorre a comparações históricas com as vitórias de Bolsonaro em São Paulo em 2018 e 2022 para enquadrar o empate técnico como sinal de fragilidade do governo Lula, configurando enquadramento de direita.
Perspectivas omitidas

Presidente e senador acirram disputa pelos votos no maior colégio eleitoral do país

Desfecho de batalha acirrada em São Paulo será decisivo para a disputa presidencial

Pesquisa entrevistou 2.000 pessoas, entre os dias 3 e 7 de julho; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Com 22% dos eleitores brasileiros, São Paulo receberá a atenção dos candidatos nos primeiros dias de campanha.

Líderes registram 35% de intenção de voto em 1º turno no estado; no 2º, senador tem 46%, e petista, 43%

Pesquisa realizou 1.608 entrevistas entre os dias 1° e 3 de julho; margem de erro é de 2 pontos percentuais com intervalo de confiança de 95%

Levantamento Datafolha ouviu 1.608 eleitores no Estado, de 1º a 3 de julho; margem de erro é de 2 pontos percentuais

Pré-candidatos à Presidência, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aparecem com 35% das intenções de voto entre eleitores paulistas no 1º turno

O cenário é de estabilidade frente à rodada de março
Reporte para que a equipe revise. Sua contribuição ajuda a melhorar a cobertura.
Reportagem extensa e factual, com múltiplos números da pesquisa Datafolha, ficha técnica completa e contexto histórico das eleições em São Paulo desde 2002; sem linguagem valorativa nem enquadramento ideológico perceptível.
Cobertura factual e sucinta, focada nos cenários de segundo turno testados pela Datafolha (Flávio, Caiado, Zema), sem interpretação política; ficha técnica completa.
Perspectivas omitidas
Reportagem factual e objetiva, cita ficha técnica completa e detalha metodologia; o conteúdo promocional do produto pago Agregador de Pesquisas não afeta a análise da pesquisa em si, mas o título prioriza o número do segundo turno de forma levemente chamativa.
Reportagem factual com dados completos de primeiro e segundo turnos e rejeição, sem enquadramento ideológico perceptível; inclui a data do primeiro turno nacional (4 de outubro).
Falácias identificadas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Conteúdo majoritariamente factual, com resumo gerado por IA revisado pela redação; insere uma chamada sobre 'escândalo de Flávio' sem desenvolver o fato, o que é uma omissão pontual, mas não chega a configurar enquadramento ideológico sistemático no corpo do texto.
Perspectivas omitidas



