Defesa de Daniel Vorcaro cobra soltura no STF após acionar Comissão Interamericana
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Resumo da cobertura
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A cobertura de centro relatou que a defesa de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, deve ser recebida em 3 de novembro por um juiz auxiliar da Presidência do Supremo Tribunal Federal para tratar de pedidos pendentes, entre eles a soltura, depois de acionar a Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Os textos registram a alegação de que um pedido de 18 de setembro segue sem análise e o indiciamento de Vorcaro e mais 14 pessoas pela Polícia Federal.
Com base em Poder360 e Metrópoles
O único texto de esquerda do conjunto relatou que os advogados de Daniel Vorcaro serão recebidos no Supremo Tribunal Federal após denunciar o Brasil à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, e descreveu a ida ao tribunal como nova tentativa da defesa de obter decisão sobre a prisão.
Com base em Brasil 247
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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A defesa de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, acionou a Comissão Interamericana de Direitos Humanos e deve ser recebida por um juiz auxiliar da Presidência do Supremo Tribunal Federal em 3 de novembro, para cobrar a análise de pedidos pendentes, entre eles a soltura. A Polícia Federal indiciou Vorcaro e mais 14 pessoas no caso que envolve o BRB.
A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, fundador e ex-controlador do Banco Master, cobrou do Supremo Tribunal Federal (STF) a análise de pedidos pendentes, entre eles o de soltura. Os advogados devem ser recebidos na terça-feira, 3 de novembro, por um juiz auxiliar da Presidência da Corte, ocupada pelo ministro Edson Fachin, que responde temporariamente pela relatoria das investigações. Vorcaro está preso preventivamente desde 4 de março na Papudinha, instalação da Polícia Militar do Distrito Federal dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
A audiência foi noticiada depois que a defesa acionou a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA), contra a prisão preventiva. Segundo os advogados, o Estado brasileiro deve ser responsabilizado internacionalmente pelo que eles consideram violações sofridas pelo cliente. A petição pede o fim da prisão preventiva, com restrições, e que um juiz competente decida o pedido de liberdade em cinco dias.
A cobertura de centro e os veículos de esquerda convergem nos pontos centrais. A defesa sustenta que um pedido de soltura apresentado em 18 de setembro ainda não foi analisado e que a prisão não passou pela revisão a cada 90 dias prevista na legislação brasileira. Os textos também registram o indiciamento feito pela Polícia Federal (PF) em relatório parcial de investigação sobre os negócios entre o Master e o Banco de Brasília (BRB), o banco público do Distrito Federal. Foram indiciados Vorcaro, o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e mais 13 pessoas. Dois dos três textos acrescentam que a PF aponta gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e organização criminosa na negociação de R$ 12,2 bilhões em créditos considerados fictícios, e que o relatório atribui a Vorcaro a liderança do suposto esquema.
Há diferenças de ênfase. Na cobertura de centro, um texto explicou que indiciamento não é acusação formal, publicou trecho da nota enviada à comissão, em que a defesa diz não pretender discutir o mérito das investigações, e registrou que os advogados chamaram o indiciamento de “açodado e afoito”. Outro texto de centro detalhou as conclusões do relatório policial sobre o papel de Vorcaro e de Costa e publicou a afirmação dos advogados de que, até então, não havia denúncia nem ação penal. O texto de esquerda organizou o material em seções sobre a demora do Supremo, as fraudes apontadas pela PF e a liderança atribuída a Vorcaro, e descreveu a ida ao tribunal como nova tentativa da defesa de obter decisão sobre a situação prisional. Nesse texto, a informação sobre quem conduz a audiência é creditada à coluna de um veículo de centro que também integra o conjunto, e o trecho escrito pelos advogados aparece com a mesma redação nos dois. Nenhum veículo de direita cobriu o caso no conjunto analisado.
Até as 17h34 de 2 de novembro, horário de Brasília, quando saiu a matéria mais recente do conjunto, os textos não informavam o resultado da audiência, se o STF decidiria o pedido de soltura nem se a CIDH havia respondido à petição. Nenhum dos textos trazia resposta do Supremo ou da Polícia Federal à alegação de que a prisão não foi revista no prazo legal.
Advogados devem ser recebidos por juiz auxiliar da presidência do Supremo; ex-banqueiro está preso preventivamente. Leia no Poder360.

Juiz auxiliar de Fachin receberá advogados nesta terça-feira (3/11) para tratar de pedidos pendentes, entre eles a soltura do banqueiro

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