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TSE mantém suspensão da campanha de Deltan Dallagnol ao Senado por 5 a 2

1 veículo de centro · 1 veículo de direita

Redação Fuja da Bolha•2 fontes•22/09/2026•atualizado em 23/09/2026•Eleições
TSE mantém suspensão da campanha de Deltan Dallagnol ao Senado por 5 a 2
Imagem: O Globo

Resumo da cobertura

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral confirmou por 5 votos a 2 a liminar que suspendeu a campanha de Deltan Dallagnol, candidato do Novo ao Senado pelo Paraná. A medida o impede de receber recursos dos fundos partidário e eleitoral, fazer propaganda no rádio e na televisão e pedir votos. André Mendonça e Nunes Marques ficaram vencidos. A defesa planejava pedir a suspeição do ministro Dias Toffoli, que votou pela manutenção, mas afirma não ter tido acesso aos autos sigilosos a tempo.

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2 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda0 (0%)

Veículos com viés à esquerda

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

Centro1 (50%)

Veículos com viés ao centro

  • O GloboDeltan planejava pedir suspeição de Toffoli em julgamento sobre suspensão de campanhaDeltan planejava pedir suspeição de Toffoli em julgamento sobre suspensão de campanha
    Análise editorial

    Relata o plano da defesa de pedir a suspeição de Toffoli e reproduz as queixas de Deltan contra o ministro, mas também registra o placar de 5 a 2 e as duas divergências sem tomar partido. Expressões como “crítico ferrenho” dão cor de coluna, sem enquadramento ideológico consistente.

    Qualidade argumentativa
    47/100
    Manipulação emocional
    20/100
    Clickbait
    25/100
    Fontes citadas
    2

    Perspectivas omitidas

    • Não explica o motivo da liminar que suspendeu a campanha
    • Não ouve Dias Toffoli nem o tribunal sobre a contestação de suspeição
    • Baseia a informação principal em interlocutores não identificados
Direita1 (50%)

Veículos com viés à direita

  • Terra Brasil NotíciasMendonça diverge no TSE e critica suspensão da campanha de Deltan DallagnolO ministro André Mendonça abriu divergência no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante o julgamento que analisa a suspensão da campanha
    Análise editorial

    O tom é factual, mas o enquadramento se organiza em torno do voto divergente: manchete e três parágrafos dedicados aos argumentos de Mendonça (“fim prematuro da campanha”, jurisprudência histórica, direito do candidato sub judice), enquanto a maioria aparece só como placar. Viés leve à direita pela seleção de ênfase, não por vocabulário carregado.

    Qualidade argumentativa
    51/100
    Manipulação emocional
    15/100
    Clickbait
    20/100
    Fontes citadas
    2

    Perspectivas omitidas

    • Não explica o fundamento jurídico da liminar que suspendeu a campanha
    • Não apresenta os argumentos da maioria que votou pela manutenção
    • Não informa o placar final do julgamento

O Tribunal Superior Eleitoral confirmou a suspensão da campanha de Deltan Dallagnol, candidato do Novo ao Senado pelo Paraná. Ele fica sem recursos dos fundos eleitorais, sem propaganda no rádio e na TV e sem poder pedir votos. A defesa planejava pedir a suspeição de Dias Toffoli, mas não teve acesso aos autos a tempo.

O Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, confirmou na segunda-feira, 21 de setembro, a suspensão da campanha de Deltan Dallagnol, candidato do Novo ao Senado pelo Paraná. O plenário virtual da Corte referendou por 5 votos a 2 a liminar concedida pelo ministro Floriano Marques. Com a decisão, o ex-procurador da força-tarefa da Lava Jato fica impedido de receber recursos dos fundos partidário e eleitoral, de veicular propaganda no rádio e na televisão, de pedir votos e de realizar outros atos de campanha.

Votaram pela manutenção da medida os ministros Dias Toffoli, Estela Aranha e Ricardo Villas Bôas Cueva, entre outros. Quando o placar estava em 4 a 0, o ministro André Mendonça abriu divergência. Para ele, a decisão representa um “fim prematuro da campanha”. O ministro Nunes Marques também votou contra a suspensão.

Em seu voto, Mendonça defendeu o que chamou de jurisprudência histórica do tribunal. Segundo ele, o candidato tem direito a um novo julgamento, sem vínculo com eleições passadas, e o julgador não pode simplesmente reproduzir fundamentos usados antes. O ministro também lembrou a regra que permite a candidatos com registro sub judice, isto é, ainda pendente de decisão judicial, fazer campanha, usar o horário eleitoral gratuito e ter o nome na urna eletrônica. Nesses casos, a validade dos votos depende da confirmação do registro pela instância superior.

A cobertura de centro trouxe um elemento novo ao caso. Segundo interlocutores, os advogados de Deltan planejavam pedir a suspeição de Toffoli no julgamento, mas não tiveram acesso a tempo aos autos, que tramitavam sob sigilo, e não chegaram a protocolar a petição. O próprio Deltan contestou a participação do ministro. Ele lembrou que Toffoli instaurou contra ele o inquérito das fake news e aparece como parte atingida numa reclamação de Renan Calheiros contra o ex-procurador, que havia avisado a Procuradoria-Geral da República sobre uma suposta relação societária de Toffoli no resort Tayayá. Essa cobertura registrou ainda que Deltan critica o ministro com frequência nas redes sociais, inclusive sobre a atuação dele no caso Master.

Veículos de direita deram destaque à divergência de Mendonça, com o argumento de que a suspensão encerra antes da hora uma campanha que, pelas regras citadas pelo ministro, poderia seguir enquanto o registro está em discussão. Essa cobertura concentrou-se nos fundamentos do voto vencido e não detalhou as razões da maioria. Já a cobertura de centro deu mais peso ao conflito entre Deltan e Toffoli e à dificuldade da defesa de acessar o processo. Até o momento, veículos de esquerda não publicaram reportagem sobre o julgamento entre as fontes reunidas nesta história.

O que ainda não se sabe é qual fundamento levou à liminar e à sua confirmação pela maioria, já que nenhuma das reportagens detalha a razão da suspensão. Também não está claro se a defesa vai recorrer ou insistir no pedido de suspeição de Toffoli, nem por quanto tempo a campanha ficará paralisada. As reportagens divergem ainda sobre quem relata o caso: uma aponta Toffoli como relator, a outra atribui a liminar ao relator Floriano Marques.

Briefing

O que importa para você

  • Deltan fica sem recursos dos fundos partidário e eleitoral e sem propaganda no rádio e na televisão.
  • Ele não pode pedir votos nem fazer outros atos de campanha enquanto a suspensão valer.
  • A decisão saiu por 5 a 2, com André Mendonça e Nunes Marques vencidos.

Onde os lados concordam

  • O plenário do Tribunal Superior Eleitoral manteve a suspensão da campanha de Deltan Dallagnol, candidato do Novo ao Senado pelo Paraná.
  • André Mendonça abriu divergência quando o placar estava em 4 a 0 e classificou a medida como “fim prematuro da campanha”.

O que ainda está incerto

  • Nenhuma reportagem explica o fundamento jurídico da liminar.
  • Não se sabe se a defesa vai recorrer ou reapresentar o pedido de suspeição de Dias Toffoli.
  • As fontes divergem sobre quem é o relator do caso.
JudiciárioPolítica NacionalEleições

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Fontes

Espectro: Direita
Mendonça diverge no TSE e critica suspensão da campanha de Deltan Dallagnol
Mendonça diverge no TSE e critica suspensão da campanha de Deltan Dallagnol

O ministro André Mendonça abriu divergência no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante o julgamento que analisa a suspensão da campanha

Terra Brasil NotíciasTerra Brasil Notícias
Espectro: Centro
Deltan planejava pedir suspeição de Toffoli em julgamento sobre suspensão de campanha
Deltan planejava pedir suspeição de Toffoli em julgamento sobre suspensão de campanha

Deltan planejava pedir suspeição de Toffoli em julgamento sobre suspensão de campanha

O GloboO Globo

Centro

1 fonte

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral confirmou por 5 votos a 2 a liminar que suspendeu a campanha de Deltan Dallagnol, candidato do Novo ao Senado pelo Paraná. A medida o impede de receber recursos dos fundos partidário e eleitoral, fazer propaganda no rádio e na televisão e pedir votos. André Mendonça e Nunes Marques ficaram vencidos. A defesa planejava pedir a suspeição do ministro Dias Toffoli, que votou pela manutenção, mas afirma não ter tido acesso aos autos sigilosos a tempo.

Direita

1 fonte

O ministro André Mendonça abriu divergência no Tribunal Superior Eleitoral e classificou a suspensão da campanha de Deltan Dallagnol como um “fim prematuro da campanha”, lembrando que candidatos com registro sub judice podem pedir votos e usar o horário eleitoral.

Esquerda

0 fontes

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

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