Pesquisa Times/Siena põe democratas à frente no Senado dos EUA em Texas e Kansas
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A cobertura de centro publicou a tradução, com crédito, da reportagem do New York Times sobre a última rodada de pesquisas Times/Siena antes das eleições de meio de mandato. Os democratas aparecem à frente em quase todos os sete estados decisivos para o Senado, mas o texto registra alertas: há indecisos e quem decidiu no último mês favoreceu os republicanos por nove pontos. Outra matéria de centro, com corpo de uma frase, cita Michigan e Alasca entre os estados mais indefinidos.
Com base em Folha de S.Paulo e UOL
Veículos de esquerda destacaram a liderança democrata nos estados decisivos e, no título, disseram que o partido ameaça redutos republicanos. O texto, que atribui os números às pesquisas New York Times/Universidade Siena, acrescenta dados de outras origens: o agregador RealClearPolling, o recorde de votos antecipados medido pela Universidade da Flórida e o gasto publicitário em Ohio.
Com base em Diário do Centro do Mundo
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
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A última rodada de pesquisas Times/Siena antes das eleições de meio de mandato colocou democratas à frente em quase todos os sete estados decisivos para o Senado dos Estados Unidos. Os dados também registram indecisos e eleitores de decisão tardia que favoreceram os republicanos por nove pontos.
Às vésperas das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, marcadas para terça-feira, 3 de novembro, a última rodada de pesquisas do jornal New York Times com a Universidade Siena mostrou os democratas à frente em quase todos os sete estados que devem decidir o controle do Senado. Para conquistar a maioria, o partido precisa manter as cadeiras que já tem e tomar ao menos quatro dos republicanos.
Os levantamentos colocaram candidatos democratas na frente no Kansas, no Maine, em Ohio e no Texas, com pequena vantagem no Alasca e empate técnico em Iowa. No Texas, o deputado estadual James Talarico tinha 50% contra 43% do procurador-geral republicano Ken Paxton. No Kansas, que não elege um democrata ao Senado desde 1932, o pastor Adam Hamilton marcava 49% contra 44% do senador Roger Marshall. No Maine, Troy Jackson liderava a senadora Susan Collins por 51% a 45%. Em Ohio, Sherrod Brown tinha 49% contra 44% de Jon Husted. Só 38% dos eleitores propensos a votar aprovavam o presidente Donald Trump nos sete estados. Foram ouvidos 5.508 eleitores entre 23 de outubro e 1º de novembro.
A cobertura de centro publicou a tradução, com crédito, da reportagem do próprio jornal que encomendou a pesquisa. Esse texto liga a perda republicana à frustração com a economia, à alta do diesel após a guerra com o Irã e ao fim das tarifas sobre carne bovina importada, que desagradou agricultores do Kansas. Também registra alertas aos democratas: ainda há indecisos, quem decidiu no último mês favoreceu os republicanos por nove pontos, Collins venceu em 2020 depois de aparecer atrás em todas as pesquisas, e os erros de levantamento foram historicamente maiores entre eleitores brancos da classe trabalhadora. Outra matéria de centro, da qual chegou só o lead, cita Michigan e Alasca entre os estados mais indefinidos.
Veículos de esquerda destacaram a liderança democrata e, no título, disseram que o partido ameaça redutos republicanos. O texto atribui os números às mesmas pesquisas e acrescenta dados de outras origens: o agregador RealClearPolling, com 52% para os democratas e 43,1% para os republicanos, o recorde de mais de 53 milhões de votos antecipados registrado pela Universidade da Flórida e os US$ 80 milhões a mais gastos por republicanos em publicidade em Ohio. Esse texto informa que Abdul El-Sayed abriu 11 pontos sobre Mike Rogers em Michigan e que a democrata Haley Stevens, derrotada nas primárias, declarou apoio a Rogers no domingo. Ele não registrou a vantagem republicana entre eleitores de decisão tardia. Nenhum veículo de direita cobriu o caso no conjunto analisado.
As duas descrições de Michigan não coincidem: a pesquisa dá vantagem de dois dígitos ao democrata, enquanto a matéria curta de centro trata o estado como indefinido. A reportagem traduzida observa que o levantamento foi feito antes da disputa interna entre democratas no estado.
Até a madrugada de 3 de novembro, quando saiu a matéria mais recente analisada, não se sabia o efeito do apoio de Haley Stevens a Rogers nem o peso dos indecisos. O texto traduzido chegou truncado no fim, o que limita a leitura do seu trecho final.
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