
Deputado Josimar Maranhãozinho é alvo da PF em operação contra corrupção
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A Polícia Federal deflagrou em 25 de junho de 2026 uma operação de busca e apreensão contra o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA), em Brasília e no Maranhão, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF. O parlamentar é apontado como líder de um esquema de cobrança de propina sobre a liberação de emendas parlamentares. A ação ocorre semanas após sua condenação pelo STF pelo mesmo tipo de crime.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
A Polícia Federal deflagrou em 25 de junho de 2026 uma operação de busca e apreensão contra o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA), em Brasília e no Maranhão, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF. O parlamentar é apontado como líder de um esquema de cobrança de propina sobre a liberação de emendas parlamentares. A ação ocorre semanas após sua condenação pelo STF pelo mesmo tipo de crime.
Direita
O deputado Josimar Maranhãozinho (PL-MA) voltou a ser alvo da PF, agora por desvio de emendas, em ação autorizada pelo STF. O caso expõe o constrangimento dentro do próprio PL: Jair Bolsonaro já havia cobrado publicamente a expulsão do parlamentar por escândalos anteriores, defendendo que o partido não mantenha em seus quadros nomes envolvidos em corrupção.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto descritivo e factual: relata os mandados de busca, atribui as acusações à PF e ao MP e descreve a mecânica do suposto esquema (taxa de 25% sobre emendas). Vocabulário neutro, sem enquadramento ideológico carregado.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Veículo de direita que enquadra o caso destacando a cobrança de Bolsonaro pela expulsão do deputado e o constrangimento dentro do PL, sinalizando accountability interna do partido. Cita STF, PGR e PF, e inclui que o deputado nega as acusações, mantendo paridade factual.
Perspectivas omitidas
A Polícia Federal deflagrou na manhã de 25 de junho de 2026 uma operação de busca e apreensão contra o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA), com mandados cumpridos em endereços ligados ao parlamentar em Brasília e no Maranhão. A ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, e mira um suposto esquema de corrupção em torno da liberação de emendas parlamentares.
Segundo a investigação conduzida pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, o grupo liderado pelo deputado exigia de prefeitos o pagamento de uma propina equivalente a 25% do valor total de cada emenda destinada ao município. Gestores municipais que se recusavam a pagar a vantagem indevida, de acordo com os investigadores, eram pressionados a aderir ao esquema. A nova ofensiva ocorre poucas semanas após Maranhãozinho ser condenado pelo próprio STF, em março deste ano, por crime semelhante. O deputado nega as acusações.
A cobertura de centro relatou os fatos de forma direta: descreveu os mandados, atribuiu as acusações à PF e ao MP e detalhou a mecânica do suposto esquema, com a taxa de 25% sobre as emendas. Veículos de esquerda enfatizaram o impacto sobre o dinheiro público e a população dos municípios, tratando o caso como mais um exemplo da fragilidade de fiscalização das chamadas emendas Pix e do papel das instituições de controle, como PF, Ministério Público e STF, na responsabilização de quem desvia verbas. Já veículos de direita destacaram o constrangimento dentro do Partido Liberal, lembrando que o ex-presidente Jair Bolsonaro já havia cobrado publicamente a expulsão do deputado por escândalos anteriores e defendido que a legenda não mantenha em seus quadros parlamentares envolvidos em corrupção.
O histórico do caso ajuda a entender a pressão sobre o parlamentar. A Procuradoria-Geral da República já havia denunciado Josimar por destinar R$ 21,1 milhões em emendas Pix a 15 municípios do Maranhão, dos quais cerca de R$ 9 milhões teriam abastecido apenas três cidades governadas por parentes ou antigos funcionários de seu gabinete. A crise levou à destituição da mulher do deputado, a também deputada federal Detinha, do comando do PL Mulher no estado. A pressão por punição partidária começou na esteira das eleições municipais de 2024.
Mesmo condenado e agora alvo de buscas, Josimar Maranhãozinho nega as irregularidades e descarta o risco de sofrer punição interna no partido. O que ainda não se sabe é o desdobramento processual da nova fase da investigação, eventuais novas medidas contra o deputado e se o PL tomará alguma decisão concreta sobre sua permanência nos quadros da legenda.
Os dois lados reconhecem que a PF cumpriu mandados de busca e apreensão contra o deputado, autorizados pelo STF, e que ele já havia sido condenado pela Corte pelo mesmo tipo de crime e nega as acusações.

A nova ofensiva ocorre poucas semanas após Josimar Maranhãozinho ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF)

Jair Bolsonaro já cobrou expulsão do deputado do PL por causa de escândalos anteriores



