Dilma Rousseff enfrenta vaias e empurra-empurra ao votar em Belo Horizonte
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A ex-presidente Dilma Rousseff, de 78 anos, foi vaiada e alvo de protestos ao chegar para votar no primeiro turno das eleições de 2026, no Colégio Santa Marcelina, na Pampulha, em Belo Horizonte. Eleitores com a camisa da seleção a chamaram de "ladra", enquanto apoiadores vestidos de vermelho gritaram em sua defesa. Houve princípio de empurra-empurra, e Dilma foi levada rapidamente à sala de votação. Ela estava acompanhada do sobrinho-neto Pedro Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), candidato a deputado federal.
Pela leitura de direita, as vaias mostram a rejeição que Dilma Rousseff ainda desperta em parte do eleitorado, dez anos depois do impeachment de 2016. A cobertura nota que ela vive em Xangai, à frente do banco do Brics, e voltou ao Brasil só para votar, mantendo domicílio eleitoral em Belo Horizonte. A ex-presidente deixou o local sem falar com a imprensa.
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Os relatos concordam que Dilma Rousseff foi vaiada na fila, que houve princípio de empurra-empurra entre opositores e apoiadores, e que ela foi levada rapidamente para votar.
A ex-presidente Dilma Rousseff foi vaiada e chamada de "ladra" ao chegar para votar no primeiro turno no Colégio Santa Marcelina, em Belo Horizonte. Apoiadores reagiram, houve princípio de empurra-empurra e ela foi levada às pressas para a sala de votação.
A ex-presidente Dilma Rousseff, de 78 anos, foi vaiada e alvo de protestos ao chegar para votar no primeiro turno das eleições de 2026, neste domingo, 4 de outubro. A cena ocorreu no Colégio Santa Marcelina, na região da Pampulha, em Belo Horizonte, onde a ex-presidente mantém domicílio eleitoral.
Os relatos convergem no essencial. As vaias começaram enquanto Dilma aguardava na fila da seção. Eleitores vestidos com a camisa da seleção brasileira passaram a insultá-la e a chamá-la de "ladra". Em resposta, eleitores vestidos de vermelho gritaram em defesa dela e a chamaram de "mãe da pátria brasileira". Houve um princípio de empurra-empurra, logo apartado. Diante da tensão, Dilma avançou na fila e foi levada à sala de votação.
Vestida de vermelho, a ex-presidente cumprimentou os mesários e votou. Ela estava acompanhada do sobrinho-neto Pedro Rousseff, do Partido dos Trabalhadores, candidato a deputado federal. Segundo ele, Dilma foi retirada rapidamente do local por receio de que a tensão evoluísse para uma agressão. Ela saiu sem conceder entrevista.
Dilma Rousseff foi eleita presidente em 2010 e reeleita em 2014, e sofreu impeachment em 2016. Hoje vive em Xangai, na China, onde preside o Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como banco do Brics, e voltou ao Brasil para votar.
A cobertura de centro relatou o episódio de forma descritiva, registrando tanto os insultos quanto as manifestações de apoio, e recuperou a trajetória da ex-presidente. Um veículo alinhado à direita também noticiou o caso, em registro igualmente factual, mas deu mais espaço ao fato de Dilma morar no exterior e presidir o banco do Brics, além de citar a fala do sobrinho-neto sobre o risco de agressão. Até o momento, nenhum veículo de esquerda cobriu o episódio, e nenhum dos relatos atribuiu ao caso um enquadramento ideológico explícito.
Ainda não se sabe se houve registro de ocorrência na Justiça Eleitoral ou na polícia, nem quem eram os eleitores que puxaram os protestos. A ex-presidente também não comentou o ocorrido publicamente.

A ex-presidente Dilma Rousseff foi vaiada e alvo de protestos neste domingo (4) ao chegar ao Colégio Santa Marcelina, na
