Quaest: Lula tem 37%, Flávio Bolsonaro 30% e Augusto Cury sobe a 10%
1 veículo de esquerda · 8 veículos de centro · 2 veículos de direita

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A pesquisa Quaest divulgada em 2 de setembro de 2026 mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança do primeiro turno com 37% das intenções de voto, o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 30% no cenário que inclui Pablo Marçal (PRTB) e 29% no cenário sem ele, e o escritor Augusto Cury (Avante) em terceiro, com 10%. No segundo turno entre os dois primeiros colocados há empate técnico, 42% a 41%. O instituto ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais entre 30 de agosto e 1º de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sob o registro BR-07065/2026 no Tribunal Superior Eleitoral.
Nenhum veículo de esquerda do conjunto analisado publicou sobre este levantamento. Pela chave de leitura habitual desse campo, os números sustentam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue como a candidatura mais competitiva do país, com 37% no primeiro turno e vitória em todas as simulações de segundo turno com exceção do empate técnico diante do senador Flávio Bolsonaro (PL).
Para veículos de direita, o levantamento confirma o desgaste do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT): a desaprovação chega a 48% contra 45% de aprovação, 49% dizem que a economia piorou em doze meses e a vantagem do presidente no segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que era de oito pontos em julho, caiu para um ponto, 42% a 41%.
11 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: viés de centro.
Toda a cobertura reproduz os mesmos números e a mesma ficha metodológica: Lula com 37%, Flávio Bolsonaro com 30% no cenário com Pablo Marçal e 29% sem ele, Augusto Cury em 10%, empate técnico de 42% a 41% no segundo turno e amostra de 2.004 eleitores com margem de erro de dois pontos. Há convergência também no diagnóstico de que o crescimento do candidato do Avante vem do eleitor que não se declara nem de esquerda nem de direita.
A nova rodada da pesquisa Quaest mede a corrida presidencial de 2026 depois do início da propaganda eleitoral: Lula lidera com 37%, Flávio Bolsonaro tem 30% e o escritor Augusto Cury sobe oito pontos e chega a 10%. No segundo turno entre os dois primeiros colocados, 42% a 41%, empate dentro da margem de erro de dois pontos.
A pesquisa Quaest divulgada em 2 de setembro de 2026, a primeira rodada depois do início da propaganda eleitoral, manteve o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial com 37% das intenções de voto no primeiro turno. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 30% no cenário estimulado que inclui Pablo Marçal (PRTB) e com 29% no cenário sem ele. A novidade do levantamento é o escritor e psiquiatra Augusto Cury (Avante), que subiu oito pontos em pouco mais de duas semanas, chegou a 10% e assumiu a terceira colocação. Renan Santos (Missão) tem 3%, enquanto Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) registram 1% cada.
O instituto entrevistou 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em todo o país, presencialmente, entre 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o nível de confiança é de 95% e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07065/2026. A comparação com a rodada anterior, de 14 de agosto, não é perfeita porque o Partido Renovador Trabalhista Brasileiro trocou de candidato no intervalo, e essa ressalva aparece de forma explícita na cobertura.
Os números centrais são idênticos em toda a cobertura. No cenário de segundo turno entre os dois primeiros colocados, o presidente tem 42% e o senador, 41%, empate técnico dentro da margem de erro. Pela primeira vez o instituto testou o confronto entre Lula e Augusto Cury, com 40% para o presidente e 34% para o escritor. Nas demais simulações, Lula vence Renan Santos por 43% a 36%, Ronaldo Caiado por 42% a 37% e Romeu Zema por 44% a 33%. Na rejeição, Flávio Bolsonaro tem 55% e Lula, 53%, também em empate técnico; Augusto Cury registra a menor taxa entre os principais nomes, 25%, embora ainda seja desconhecido de 54% dos entrevistados. A aprovação do governo federal está em 45%, contra 48% de desaprovação, e 71% dos eleitores dizem que a escolha do candidato já é definitiva.
A cobertura de centro relatou o levantamento em chave de registro, tabulando cada cenário, a pesquisa espontânea, o grau de decisão do voto e a ficha metodológica, e explicou a alta do candidato do Avante pelo desempenho entre os eleitores que não se declaram nem de esquerda nem de direita, segmento em que ele alcança 24% e fica numericamente à frente do presidente, dentro da margem de erro. Nessa leitura, o diretor do instituto, Felipe Nunes, sustenta que a eleição será decidida menos pela preferência declarada e mais pela mobilização, já que só 37% dizem estar muito interessados na disputa.
Veículos de direita enfatizaram a trajetória descendente do presidente e a recuperação do candidato do Partido Liberal no segundo turno, onde a vantagem petista de oito pontos registrada em 15 de julho encolheu para um ponto, e destacaram a avaliação econômica negativa, com 49% dizendo que a economia piorou em doze meses e 67% relatando alta nos preços dos alimentos no último mês. A cobertura opinativa desse campo explorou o bloco de perguntas sobre os casos do Instituto Nacional do Seguro Social e do Banco Master: para 65% dos entrevistados, os dois escândalos prejudicam as candidaturas, e mais da metade dos que se dizem informados considera que tanto o presidente quanto o senador ainda devem explicações públicas.
Nenhum veículo de esquerda do conjunto analisado publicou sobre este levantamento, e por isso não há enquadramento desse campo a atribuir. Os mesmos dados, no entanto, sustentam a leitura habitual desse lado: o presidente segue vencendo todas as simulações de segundo turno com exceção do empate técnico, tem o eleitorado mais consolidado da disputa, com 80% de voto definitivo, e é considerado a melhor opção por 79% da esquerda não lulista, enquanto apenas 50% da direita não bolsonarista dizem o mesmo do candidato do Partido Liberal.
O que ainda não se sabe é se a alta do candidato do Avante se sustenta, já que 48% de seus eleitores admitem trocar de voto até a eleição, e se o desconhecimento de 54% do eleitorado a respeito dele vira adesão ou barreira. Também não há dado sobre o efeito da eventual decisão do Tribunal Superior Eleitoral a respeito do registro de Pablo Marçal, sobre o comparecimento efetivo no dia da votação, que o próprio instituto aponta como a variável decisiva, e sobre o desdobramento dos inquéritos que atingem os dois primeiros colocados.
Cury esteve em São José do Rio Preto para participar de um evento com líderes empresariais e visitou a Faculdade de Medicina da cidade

Levantamento da Quaest indica onde houve movimentação nas intenções de voto do dia 14 de agosto, véspera da campanha eleitoral, até esta quarta-feira, dia 2 de setembro.

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Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (4) foi encomendada pela TV Verdes Mares. Margem de erro é 3 pontos percentuais.

Na pesquisa divulgada de 21 de agosto, Lula tinha 39% e Flávio, 33%. Os dois estão tecnicamente empatados no cenário de segundo turno

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (4) foi encomendada pela TV Verdes Mares. Margem de erro é 3 pontos percentuais.

Eles semeiam dúvidas no eleitorado, mostra Quaest. É manobra arriscada em meio a uma crise institucional que se espraia

Eleitor ‘independente’ e jovens puxam nome do Avante, que subiu oito pontos e chegou a 10% na pesquisa divulgada nesta quarta-feira

Renan Santos aparece com 3%, e Caiado e Zema têm 1% cada. Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (2) foi encomendada pelo jornal O Globo e pela Globo.

Foram ouvidos 2.004 eleitores entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro; margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

Pesquisa realizou 2.004 entrevistas a domicílio entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro e tem margem de erro de dois pontos porcentuais