TSE suspende propaganda digital de Wilson Grassi, candidato do Democrata
5 veículos de centro · 1 veículo de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
5 veículos de centro · 1 veículo de direita

O Tribunal Superior Eleitoral determinou, em decisão do ministro Dias Toffoli de 31 de agosto de 2026, a suspensão da propaganda eleitoral em redes sociais da chapa presidencial do Democrata, formada pelo veterinário Wilson Grassi Júnior e pela empresária Suêd Haidar, além do bloqueio dos repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. A medida cautelar foi adotada depois que a campanha informou oito perfis em plataformas digitais dezessete dias após o pedido de registro de candidatura, prazo acima do previsto na legislação eleitoral. O candidato afirmou ter sido censurado e anunciou protesto diário em frente à sede do tribunal, em Brasília.
Uma candidatura presidencial ficou sem propaganda nas redes sociais e sem acesso ao fundo de campanha por ter informado oito perfis fora do prazo, punição que atinge diretamente a capacidade de um partido novo se comunicar com o eleitor.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
6 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Veículos com viés à direita
Todas as coberturas registram os mesmos fatos: a decisão do ministro Dias Toffoli suspendeu a propaganda em redes sociais da chapa do Democrata, bloqueou o repasse do fundo eleitoral e teve como causa o envio tardio da lista de perfis digitais da campanha, dezessete dias após o pedido de registro.
A chapa presidencial do Democrata, formada por Wilson Grassi Júnior e Suêd Haidar, teve a propaganda em redes sociais suspensa e os repasses do fundo eleitoral bloqueados por decisão do Tribunal Superior Eleitoral. O motivo foi o envio tardio da lista de perfis digitais da campanha. O candidato diz ter sido censurado e protesta na porta do tribunal.
O Tribunal Superior Eleitoral suspendeu a propaganda eleitoral em redes sociais da chapa presidencial do Democrata, encabeçada pelo veterinário Wilson Grassi Júnior, e bloqueou os repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha para a candidatura. A decisão, assinada pelo ministro Dias Toffoli em 31 de agosto de 2026, é uma medida cautelar e foi tomada depois que a campanha informou à Justiça Eleitoral, com atraso, oito perfis em plataformas digitais, dezessete dias após o pedido de registro da candidatura.
A legislação eleitoral exige que sites, blogs, redes sociais e aplicativos de mensagens usados na campanha sejam declarados no momento do registro, e que contas criadas depois disso sejam comunicadas em até 24 horas. Na decisão, o ministro escreveu que a omissão dessas informações não é apenas uma falha formal, mas quebra de isonomia e risco de ilícitos mais graves, e chegou a classificar a própria omissão de dados como indício de fraude à lei.
Wilson Grassi Júnior tem 56 anos, é formado em medicina veterinária e disputa o Palácio do Planalto pelo Democrata, sigla registrada em 2008 como Partido da Mulher Brasileira e rebatizada em dezembro de 2025. É a primeira vez que o partido lança candidatura própria à Presidência, em chapa com a empresária Suêd Haidar, presidente nacional da legenda. O candidato declarou patrimônio de R$ 50 milhões à Justiça Eleitoral e já concorreu a deputado estadual, deputado federal e vereador em São Paulo, sem se eleger em nenhuma das disputas. A situação de sua candidatura constava como pendente de julgamento nos dados oficiais.
A cobertura de centro tratou o caso como medida cautelar dentro do calendário eleitoral, detalhando o prazo descumprido, o alcance do bloqueio de recursos públicos e o conteúdo do plano de governo, que reúne propostas de saúde, segurança, educação e causa animal, incluindo atendimento veterinário gratuito para famílias de baixa renda. Veículos de direita deram mais espaço à reação do candidato e à leitura de que a decisão restringe a comunicação de uma campanha pequena: registraram que ele afirmou ter sido censurado nas redes sociais e anunciou, em 1º de setembro, que correria 42 quilômetros por dia em torno da sede do tribunal, em Brasília, até que a Corte revertesse o entendimento do ministro. Entre os veículos analisados, não houve cobertura de esquerda sobre o episódio, o que deixa sem defesa explícita o argumento de que a exigência de declarar perfis digitais serve justamente para rastrear financiamento de impulsionamento e conter desinformação em campanha.
Há convergência sobre os fatos centrais. A suspensão existe, atinge a propaganda em redes sociais e o dinheiro do fundo eleitoral, e nasceu do descumprimento de um prazo de informação previsto em lei. A divergência aparece no peso atribuído ao efeito prático da medida: a cobertura factual enfatiza que a regra vale igualmente para todas as candidaturas, enquanto o enquadramento de direita destaca que a punição recai sobre uma sigla estreante na disputa presidencial e sem estrutura jurídica para reagir rapidamente.
O que ainda não se sabe é quando o plenário do tribunal analisará o recurso da chapa e se a decisão do ministro será mantida, revista ou ampliada. Também não foi divulgado o valor exato dos repasses bloqueados, nem o desfecho do registro da candidatura, que aparecia como pendente de julgamento no sistema da Justiça Eleitoral. Não há, até aqui, informação pública sobre apuração adicional a partir da menção a indício de fraude à lei feita no despacho, nem manifestação do tribunal sobre a acusação de censura levantada pelo candidato.
O professor maranhense Hertz da Conceição Dias, candidato do PSTU à Presidência da República nas Eleições de 2026, apresenta um programa de governo baseado em
A cirurgiã-dentista do Sistema Único de Saúde (SUS) Samara Martins da Silva Feitosa, 38 anos, concorre à Presidência da República nas Eleições 2026 pelo

Empresário e médico veterinário, implantou o primeiro hospital público para pets no Brasil

Veja aqui o perfil do(a) candidato(a) a presidente(a) Veterinário Wilson Grassi (DEMOCRATA), seu número na urna e declaração de bens nas eleições 2026

Essa é a primeira vez que o partido, fundado em 2008, disputará o cargo com uma candidatura própria

O veterinário Wilson Grassi Júnior, de 56 anos, é candidato à Presidência da República nas Eleições 2026 pelo Democrata e apresenta plano de governo que