Cleitinho Azevedo lidera disputa ao governo de Minas Gerais em Datafolha e Quaest
1 veículo de esquerda · 4 veículos de centro

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Duas pesquisas divulgadas em setembro de 2026 mostram o senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, na liderança isolada da disputa pelo governo de Minas Gerais. A Quaest, divulgada em 8 de setembro, registrou 32% para ele, com Patrus Ananias, do PT, e Alexandre Kalil, do PDT, com 11% cada. O Datafolha, divulgado em 11 de setembro, apontou 37% para o líder, 13% para Patrus e 11% para Kalil. Os dois levantamentos têm margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O primeiro turno acontece em 4 de outubro.
Para a leitura da esquerda, o quadro mineiro expõe a fragmentação do campo progressista e o custo de disputar sem candidatura unificada: Patrus Ananias, do PT, e Alexandre Kalil, do PDT, dividem entre 22% e 24% do eleitorado enquanto um nome de perfil antissistema concentra mais de um terço das intenções de voto.
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5 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
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Toda a cobertura registra Cleitinho Azevedo na liderança isolada, com Patrus Ananias e Alexandre Kalil empatados tecnicamente na segunda posição e o governador Mateus Simões em posição secundária. Os dois institutos apontam vantagem do líder nos cenários de segundo turno e avaliação dividida da gestão estadual.
Duas pesquisas de setembro de 2026 para o governo de Minas Gerais apontaram Cleitinho Azevedo, do Republicanos, na liderança isolada: 32% na Quaest e 37% no Datafolha, com Patrus Ananias, do PT, e Alexandre Kalil, do PDT, entre 11% e 13%. Abaixo, a comparação de como veículos de esquerda e de centro leram os mesmos números, e o ângulo que nenhum veículo de direita publicou.
O senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, chega ao mês final da campanha na liderança isolada da disputa pelo governo de Minas Gerais. Duas pesquisas divulgadas em setembro de 2026 apontam o mesmo quadro. O levantamento do instituto Quaest, publicado em 8 de setembro, registrou 32% das intenções de voto para ele. O Datafolha, divulgado em 11 de setembro, apontou 37%. Nos dois casos, os adversários mais próximos ficam a mais de vinte pontos percentuais de distância.
A cobertura de centro relatou os números com detalhamento metodológico. O estudo da Quaest ouviu 1.506 eleitores de 16 anos ou mais entre 4 e 7 de setembro, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%, e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número MG-04716/2026. O Datafolha entrevistou 1.204 eleitores entre 8 e 10 de setembro, com a mesma margem de erro e o mesmo nível de confiança, sob o registro MG-01611/2026. No segundo levantamento, Patrus Ananias, do PT, aparece com 13% e Alexandre Kalil, do PDT, com 11%, tecnicamente empatados na segunda posição. Na Quaest, ambos tinham 11%. O governador Mateus Simões, do PSD, que assumiu depois da renúncia de Romeu Zema, oscila entre 8% na Quaest e 4% no Datafolha.
Os dois institutos convergem além da liderança. O Datafolha testou dois cenários de segundo turno e apontou vitória de Cleitinho sobre Alexandre Kalil por 54% a 29% e sobre Patrus Ananias por 59% a 24%. A decisão de voto já está tomada para a maioria dos eleitores mineiros, 59% na Quaest e 62% no Datafolha. A avaliação da gestão estadual aparece dividida, com 37% de aprovação e 38% de desaprovação, o que representa alta de seis pontos na desaprovação desde 21 de agosto. Na disputa pelo Senado, Marília Campos, do PT, lidera nos dois levantamentos, com 13% e 12%.
Veículos de esquerda destacaram justamente essa liderança na corrida ao Senado e trataram as variações na disputa pelo governo como oscilações dentro da margem de erro, sem dar relevo ao índice de rejeição dos candidatos. A cobertura de centro colocou esse indicador em primeiro plano: na Quaest, Alexandre Kalil e Patrus Ananias lideram o item de quem conhece e não votaria, com 40% cada, contra 20% do líder; no Datafolha, Patrus é rejeitado por 30% e Kalil por 24%, ante 15% de Cleitinho. Nenhum veículo de direita do conjunto analisado publicou versão própria dos levantamentos. O ângulo que costuma organizar essa cobertura, a rejeição concentrada nos candidatos de esquerda somada à vantagem confortável do líder nos dois cenários de segundo turno, está nos dados, mas sem voz editorial própria nesta story.
O que ainda não se sabe começa pela diferença entre os dois institutos. Nenhuma das reportagens explica por que a liderança varia cinco pontos entre levantamentos feitos com quatro dias de intervalo, nem por que a rejeição atribuída a Patrus Ananias cai de 40% para 30% conforme o instituto. O Datafolha não testou o nome de Mateus Simões nos cenários de segundo turno, o que deixa sem medida a hipótese de reeleição do governador. Também não há dado sobre quanto do desgaste da gestão estadual se transfere para cada candidatura, nem levantamento posterior ao período analisado. O primeiro turno acontece em 4 de outubro.
Senador mantém liderança e cresce cinco pontos na comparação com a pesquisa divulgada em agosto

Empatados tecnicamente, ex-prefeitos disputam lugar em segundo turno

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (11) foi contratada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Margem de erro é de três pontos percentuais.

Levantamento da Pesquisa Quaest em Minas Gerais mostra Cleitinho com 32%, seguido por Patrus Ananias e Alexandre Kalil, ambos com 11% das intenções de voto.

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8) mostra Cleitinho Azevedo (Republicanos) com 32% das intenções de voto, seguido por Patrus Ananias (PT) e Alexandre Kalil (PDT), ambos com 11%
