EUA começam a emitir passaportes com imagem de Donald Trump
1 veículo de esquerda · 1 veículo de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nenhum veículo de centro cobriu esta história.
Briefing
O que importa para você
- A assinatura de Trump passará a constar em futuras notas de dólar, medida inédita para um presidente em exercício.
- O fim das negociações com o Irã ocorre em meio a ameaças de 'resposta esmagadora' por parte de Teerã, elevando o risco de nova escalada militar no Golfo Pérsico.
Onde os lados divergem
- Esquerda descreve o passaporte com a imagem de Trump como sintoma de culto à personalidade e risco institucional; direita celebra a medida como símbolo de orgulho patriótico nos 250 anos da independência.
- Esquerda associa o fim das negociações com o Irã a escalada de risco militar; direita apresenta a decisão como firmeza justificada diante de anos de diálogo sem resultado.
Onde os lados concordam
Ambos os lados reconhecem que o 'Passaporte Patriota' é inédito na história americana (primeiro presidente em exercício retratado em passaporte) e que Trump encerrou as negociações com o Irã classificando-as como improdutivas.
O que ainda está incerto
O governo dos Estados Unidos começou a emitir uma edição comemorativa do passaporte americano estampada com a imagem do presidente Donald Trump, batizada de 'Passaporte Patriota'. É a primeira vez que um presidente em exercício aparece no documento, medida lançada para marcar os 250 anos da independência dos Estados Unidos, celebrados em 4 de julho. Paralelamente, Trump declarou, durante a Cúpula da Otan, que não pretende mais negociar com o Irã, classificando as tratativas recentes como 'perda de tempo' — declaração que elevou as tensões no Golfo Pérsico depois que Teerã prometeu uma 'resposta esmagadora' a qualquer nova ofensiva americana.
A cobertura de centro registrou que o novo passaporte traz Trump debruçado sobre uma mesa, com sua assinatura e trechos da Declaração de Independência ao fundo, em imagem baseada em retrato do fotógrafo da Casa Branca, Daniel Torok. O documento foi anunciado por Trump em sua rede Truth Social, com a frase 'Bem-vindo, mas comporte-se!' estampada na capa. A mesma assinatura passará a constar também em futuras notas de dólar americanas, medida sem precedentes para um presidente em exercício. No front externo, a decisão sobre o Irã encerra as negociações que buscavam transformar um memorando de entendimento em acordo permanente, e o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, chegou a defender publicamente novos ataques dos EUA ao país persa, alegando violação do cessar-fogo por parte de Teerã.
Veículos de esquerda enquadraram o lançamento do passaporte como sintoma de culto à personalidade, destacando que a medida integra uma série de ações voltadas a imprimir a imagem de Trump em prédios e símbolos oficiais americanos, o que classificam como ruptura institucional sem precedentes na história do país. Já veículos de direita enfatizaram a postura de firmeza de Trump diante do Irã, apresentando o fim das negociações como resposta legítima a anos de diálogo improdutivo e destacando o apoio de aliados da Otan à linha dura contra Teerã, sem qualquer menção a críticas de concentração de poder simbólico em torno do presidente.
Ainda não está claro qual será o custo do programa de emissão do passaporte comemorativo, nem por quanto tempo a edição especial ficará disponível aos cidadãos americanos. Também não há detalhes sobre os próximos passos das negociações, ou da ausência delas, com o Irã, nem sobre eventuais respostas diplomáticas de Teerã além da ameaça verbal já registrada.
Fontes
Presidente dos EUA chamou negociações de "perda de tempo"; Teerã ameaçou "resposta esmagadora"

Começou a ser emitido nos Estados Unidos o passaporte com a imagem do presidente americano, Donald Trump. Na última na sexta-feira (26), o republicano havia
