Secex: superávit de setembro chega a US$ 6,45 bi com exportações 22,2% maiores
1 veículo de esquerda · 1 veículo de centro

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
2 fontes políticas
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de esquerda · 1 veículo de centro

2 fontes políticas
A leitura de esquerda destaca o vigor do comércio exterior brasileiro sob o governo federal: exportações 22,2% maiores na média diária de setembro e superávit de US$ 6,45 bilhões no mês, com crescimento espalhado por extrativa, indústria e agropecuária.
A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, informou que a balança comercial acumulou superávit de US$ 6,45 bilhões em setembro até a quarta semana. A média diária das exportações cresceu 22,2% sobre setembro de 2025, e a das importações, 7,4%.
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Veículos com viés à direita
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
As coberturas concordam nos números da Secretaria de Comércio Exterior: superávit de US$ 6,45 bilhões em setembro até a quarta semana, exportações 22,2% maiores na média diária e importações 7,4% maiores.
A Secretaria de Comércio Exterior informou que a balança comercial brasileira acumulou superávit de US$ 6,45 bilhões em setembro até a quarta semana. A média diária das exportações cresceu 22,2% sobre 2025, puxada pela indústria extrativa, enquanto as importações subiram 7,4%.
A balança comercial brasileira acumulou superávit de US$ 6,45 bilhões em setembro, até a quarta semana do mês, segundo a Secretaria de Comércio Exterior, a Secex, ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Os dados foram divulgados na segunda-feira, 28 de setembro. No período, as exportações somaram US$ 30,488 bilhões e as importações, US$ 24,036 bilhões.
Só na quarta semana, o país exportou US$ 8,81 bilhões e importou US$ 6,41 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,4 bilhões. No acumulado de 2026, o superávit chega a US$ 61,77 bilhões.
A comparação mais usada é a da média diária. Nela, as exportações de setembro cresceram 22,2% em relação ao mesmo período de 2025, passando de US$ 1,385 bilhão para US$ 1,693 bilhão por dia. As importações também subiram, mas em ritmo menor, de 7,4%, chegando a US$ 1,335 bilhão por dia.
A alta das vendas externas veio de todos os grandes setores. A indústria extrativa liderou, com avanço de 52,2%, puxada pelo petróleo bruto, que cresceu 89,6%, e pelos minérios de cobre, com alta de 132,5%. A indústria de transformação avançou 13,8%, com destaque para óleos combustíveis, ouro não monetário e celulose. A agropecuária cresceu 12,8%, com soja, café não torrado e algodão em alta. Do lado das importações, a maior contribuição veio da indústria de transformação, com óleos combustíveis, máquinas de processamento de dados e veículos de passeio.
A cobertura de centro relatou os números de forma direta, concentrada no saldo semanal e mensal e na divisão por setor. Um veículo alinhado à esquerda também repercutiu o boletim, mas em tom igualmente factual, com detalhamento por produto e sem acrescentar leitura política. Veículos de direita não publicaram sobre o dado até o momento. Na prática, as duas coberturas convergem integralmente nos números e se diferenciam apenas no grau de detalhe.
O que ainda não se sabe é o resultado fechado de setembro, que depende da última semana do mês. Nenhuma das coberturas explicou as causas da alta, como variação de preços do petróleo e dos minérios ou do câmbio, nem ouviu economistas ou representantes dos setores exportadores sobre a sustentabilidade do ritmo.
Valor resulta de US$ 8,81 bilhões em exportações e US$ 6,41 bilhões em importações, no período

Dados do MDIC mostram avanço das vendas externas acima das importações na 4ª semana do mês; petróleo e minérios lideram alta das exportações
