João Carlos Mansur, da Reag, tem delação homologada por Fachin no caso Master
6 veículos de centro · 2 veículos de direita

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A cobertura de centro relata que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, homologou na sexta-feira a delação premiada de João Carlos Mansur, fundador da Reag, firmada com a Procuradoria-Geral da República. Os textos explicam que a homologação atesta a validade formal do acordo e não analisa o conteúdo, e registram que Mansur se comprometeu a apontar o caminho para localizar cerca de R$ 20 bilhões de Daniel Vorcaro. As matérias descrevem o acordo de formas diferentes: uma como o primeiro celebrado nas investigações do caso, outra como a segunda delação homologada.
Com base em Notícias ao Minuto Brasil, Poder360, Valor Econômico, G1 e mais 2
Os dois veículos de direita do conjunto relataram a homologação, por Fachin, da delação de Mansur. Um deles destacou o compromisso de pagar cerca de R$ 40 milhões, as 17 frentes de colaboração e a menção a Daniel Vorcaro nos anexos.
Com base em Terra Brasil Notícias e O Estado de S.Paulo
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
8 veículos
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Centro e direita concordam que Fachin homologou a delação de João Carlos Mansur, fechada com a PGR, e que ela envolve Daniel Vorcaro e o caso Banco Master.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, homologou na sexta-feira (6) a delação premiada de João Carlos Mansur, fundador da Reag, firmada com a Procuradoria-Geral da República. A homologação atesta a validade formal do acordo e não analisa o conteúdo, que está sob sigilo. Veículos de centro e de direita relataram a decisão; nenhum veículo de esquerda a cobriu no conjunto analisado.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, homologou na sexta-feira (6) a delação premiada de João Carlos Mansur, fundador e ex-presidente do conselho da gestora de fundos Reag Investimentos. O acordo foi fechado com a Procuradoria-Geral da República e está sob sigilo. Mansur é investigado em um dos inquéritos do caso Banco Master, relatado no Supremo pelo ministro André Mendonça, mas os processos estão no gabinete de Fachin desde setembro, em meio a divergências e suspeitas sobre integrantes do próprio tribunal. Nesse período, Fachin decide os pedidos urgentes.
A cobertura de centro relatou que a homologação confere validade formal ao acordo, por cumprir requisitos de regularidade, voluntariedade e legalidade, mas não representa ainda uma análise do conteúdo da delação. Segundo uma dessas matérias, a PGR pediu urgência por causa do possível perecimento de ativos. De acordo com essa mesma matéria, Mansur se comprometeu a apontar o caminho para localizar cerca de R$ 20 bilhões de Daniel Vorcaro, ex-banqueiro preso desde março, e a explicar como fundos de investimento foram usados para lavagem de dinheiro. Outra matéria de centro informa que um dos focos da colaboração é o próprio Vorcaro.
Os veículos de centro descrevem o acordo de formas diferentes. Um o chama de primeiro celebrado nas investigações do caso. Outro o chama de segunda delação homologada, depois da de Antonio Carlos Freixo Júnior, que, segundo essas matérias, apontou o caminho de repasses de dinheiro ao fundo que financiou o filme Dark Horse. As duas descrições usam marcos diferentes, celebração e homologação.
Os veículos de direita também relataram a homologação. Uma das matérias acrescentou que Mansur se comprometeu a pagar cerca de R$ 40 milhões e apresentou 17 frentes de colaboração, e que Vorcaro está entre os nomes mencionados nos anexos. A outra lembrou que Mansur foi indiciado em setembro por gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e organização criminosa, e que cotas de um resort pertencente a familiares do ministro Dias Toffoli passaram por fundos da Reag. Entre as matérias lidas, o valor de R$ 40 milhões, as 17 frentes, o indiciamento e o resort aparecem apenas nesses dois textos. As duas matérias também divergem sobre a data do acordo com a PGR: fim de agosto numa, setembro na outra. Entre as de centro, uma situa a assinatura no início de setembro.
Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado, e por isso não há enquadramento desse lado a relatar.
O que ainda não se sabe: até a manhã de 7 de novembro, quando saiu a matéria mais recente analisada, o conteúdo da delação seguia sob sigilo. Além de Vorcaro, as matérias lidas não nomeavam os demais citados, e não havia informação sobre se o dinheiro seria localizado. Uma matéria de centro ressalta que os investigadores ainda precisam confirmar a veracidade das informações e verificar se o delator omitiu algo. Sobre o próprio Vorcaro, uma matéria de centro e outra de direita dizem que a PGR e a Polícia Federal rejeitaram propostas de delação dele, enquanto outra de centro afirma que ele também tenta firmar um acordo.

Em setembro, o empresário João Carlos Mansur fechou acordo com a PGR; Compliance Zero está provisoriamente no gabinete da presidência. Leia no Poder360.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, homologou o acordo de delação premiada firmado por João Carlos

Instituição foi liquidada pelo BC em janeiro pelo elo encontrado em fundos administrados pela instituição com o Banco Master, de Daniel Vorcaro, na Operação Compliance Zero, e também na Operação Carbono Oculto

João Carlos Mansur é investigado sob suspeita de participar das fraudes do Master. Na proposta de delação, Mansur se comprometeu a apontar o caminho para os investigadores localizarem cerca de R$ 20 bilhões de Vorcaro.
João Carlos Mansur foi indiciado em setembro pelos crimes de gestão fraudulenta de instituição financeira, lavagem de dinheiro e organização criminosa

Empresário João Carlos Mansur é investigado em um dos inquéritos do Banco Master

Um dos principais focos da colaboração é o dono do Banco Master Daniel Vorcaro
