Beatriz Cardoso e Miguel Reale Júnior assinam carta de 15 nomes por Lula
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Um grupo de 15 ex-ministros, juristas, economistas e ambientalistas assinou, em 17 de outubro, em São Paulo, uma carta de apoio à reeleição do presidente Lula no segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro, marcado para 25 de outubro.
Nomes ligados ao campo democrático, inclusive da tradição tucana, se uniram em defesa da democracia e dos direitos sociais contra o projeto de Flávio Bolsonaro, o que reforça a candidatura de Lula.
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4 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
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Os veículos de esquerda e de centro concordam nos fatos: 15 signatários, entre eles Beatriz Cardoso e Miguel Reale Júnior, assinaram em São Paulo uma carta pela reeleição de Lula, articulada por Marina Silva e com presença de Alckmin, Tebet e Haddad.
Um grupo de 15 ex-ministros, juristas, economistas e ambientalistas assinou em São Paulo, em 17 de outubro, carta de apoio à reeleição de Lula. O ato teve Alckmin, Haddad, Tebet e Marina Silva, e o segundo turno contra Flávio Bolsonaro será em 25 de outubro.
Um grupo de 15 ex-ministros, juristas, economistas, escritores e ambientalistas assinou, neste sábado, 17 de outubro, em São Paulo, uma carta de apoio à reeleição do presidente Lula. O documento se intitula "Pela democracia, pela estabilidade, pelo desenvolvimento com justiça social e ambiental e pelo Brasil". O segundo turno, contra o senador Flávio Bolsonaro, do PL, está marcado para 25 de outubro.
A cobertura de centro relatou que, entre os signatários, estão Beatriz Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e Miguel Reale Júnior, ex-ministro da Justiça de Fernando Henrique e um dos autores do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Também assinam o ex-chanceler Aloysio Nunes Ferreira, o diplomata Rubens Ricupero, a economista Claudia Costin, o economista Eduardo Giannetti, o jurista Oscar Vilhena Vieira, o ambientalista Fabio Feldmann e a ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira. A divulgação ocorreu durante encontro em um sindicato de trabalhadores de tecnologia da informação, articulado pela ex-ministra Marina Silva, com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos ex-ministros Simone Tebet e Fernando Haddad.
Segundo o texto, o país enfrenta uma escolha que ultrapassa diferenças partidárias e preferências ideológicas. Os signatários afirmam que a reeleição de Lula oferece melhores condições para preservar a estabilidade institucional, o equilíbrio entre os Poderes, os direitos e liberdades e o diálogo entre setores da sociedade. A carta cita ainda a proteção ambiental, a redução da desigualdade e a atuação multilateral do Brasil. Em relação ao projeto de Flávio Bolsonaro, o documento fala em ameaças a esses princípios, em intenção de desarticular conquistas sociais consolidadas e em riscos à interlocução internacional do país.
Os veículos de esquerda destacaram a amplitude do arco de apoio e o risco que, na leitura da carta, uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro representaria para a democracia e para os direitos sociais. Também ressaltaram a fala de Marina Silva, para quem os signatários são do campo democrático, mas não necessariamente dos partidos de esquerda. A cobertura de centro acrescentou contexto: lembrou que movimento parecido ocorreu em 2022, reuniu falas de Alckmin, Marina e Haddad e registrou a ressalva da própria carta, segundo a qual muitos signatários têm críticas ao governo Lula e preservarão a independência para expressá-las. Alckmin citou também o apoio de Mário Covas Neto, filho do ex-governador Mário Covas. Haddad disse que as divergências com parte dos presentes eram de cerca de 30%, e que nos outros 70% havia concordância.
Nenhum veículo de direita do conjunto analisado cobriu o caso até o momento, de modo que não há, nesta cobertura, a leitura desse campo sobre o ato nem uma resposta da campanha de Flávio Bolsonaro.
O que ainda não se sabe é se a carta terá efeito sobre o eleitorado indeciso, qual será a reação da campanha de Flávio Bolsonaro e se outros nomes ligados ao PSDB ou a antigos governos aderirão ao movimento até 25 de outubro.
Documento reúne 15 nomes e aponta riscos à democracia e aos direitos sociais em eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL), com quem petista disputa 2º turno

Documento foi divulgado neste sábado (17), em São Paulo, e reúne 15 nomes de diferentes áreas; ato foi articulado por Marina Silva (Rede) e contou com a participação de Geraldo Alckmin (PSB), Simone Tebet (PSB) e Fernando Haddad (PT).

Nomes como Miguel Reale Junior e Rubens Ricupero afirmam, em documento, que reeleição do petista

Intitulado "Pela democracia, pela estabilidade, pelo desenvolvimento com justiça social e ambiental e pelo Brasil", o documento assinado por 15 pessoas afirma que "o Brasil está diante de uma escolha que ultrapassa diferenças partidárias e preferências ideológicas"
