Flávio Bolsonaro diz ser herdeiro de Jair Bolsonaro, mas com estilo sem briga
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O senador Flávio Bolsonaro, candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência, disse em entrevista a um podcast voltado ao público católico, na segunda-feira, 28 de setembro, que representa o legado político do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, mas com outra postura. Na mesma conversa, acusou o presidente Lula de ter transformado o Supremo Tribunal Federal em comitê eleitoral e prometeu indicar ministros contrários ao aborto e às drogas.
Pela ótica da direita, Flávio Bolsonaro se apresenta como continuidade do projeto de Jair Bolsonaro com um estilo menos conflituoso, capaz de atrair eleitores cansados da polarização, e coloca no centro da campanha a composição do Supremo Tribunal Federal e a defesa da vida.
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6 fontes políticas
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Toda a cobertura registra que Flávio Bolsonaro se apresenta como herdeiro político de Jair Bolsonaro com estilo menos conflituoso, e que o pai está inelegível por oito anos por decisão do Tribunal Superior Eleitoral.
O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, disse em entrevista a um podcast católico que representa o legado de Jair Bolsonaro, inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral, com uma postura menos conflituosa. Ele acusou Lula de transformar o Supremo em comitê eleitoral e prometeu indicar ministros contrários ao aborto.
O senador Flávio Bolsonaro, candidato do Partido Liberal à Presidência da República, afirmou na segunda-feira, 28 de setembro, que busca representar o legado político do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, mas com uma outra postura. A declaração foi dada em entrevista ao SantoFlow Podcast, programa voltado ao público católico. Segundo ele, seu perfil pode funcionar como alternativa à polarização sem romper com as marcas do governo anterior. "O Flávio é um perfil ideal para o momento que o Brasil está passando, porque eu também não gosto de briga, de fazer campanha com colete à prova de bala", disse.
A cobertura de centro relatou que Jair Bolsonaro está fora da disputa de 2026 porque foi declarado inelegível por oito anos pelo Tribunal Superior Eleitoral, prazo contado a partir da eleição de 2022. A primeira condenação veio em junho de 2023, por 5 votos a 2, pela reunião com embaixadores estrangeiros no Palácio da Alvorada em que o então presidente atacou as urnas eletrônicas. A segunda, em outubro do mesmo ano, também por 5 votos a 2, tratou do uso eleitoral das comemorações do Bicentenário da Independência. Como as penas não se somam, vale o prazo de oito anos.
Na entrevista, o candidato, que é evangélico e frequenta a Igreja Batista, manteve uma imagem de Nossa Senhora Aparecida à sua frente. O gesto veio depois de dias de repercussão da informação de que ele pretenderia retirar da santa o título de Padroeira do Brasil, o que ele nega. Flávio disse que o Partido dos Trabalhadores tenta colocar católicos contra evangélicos e afirmou que não há perigo de perder a eleição.
Flávio também acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ter transformado o Supremo Tribunal Federal em comitê eleitoral. Criticou os ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino, indicados por Lula, e voltou a atacar Alexandre de Moraes. O relato de agência lembrou que Moraes chegou à Corte em 2017 por indicação de Michel Temer. O candidato prometeu indicar ministros contrários ao aborto e às drogas. No mesmo dia, Dino reverteu uma decisão do ministro André Mendonça, no Tribunal Superior Eleitoral, que mandava retirar publicações sobre o episódio da padroeira, e pediu que o caso vá ao plenário do Supremo.
Veículos de direita reproduziram o texto de agência sem acrescentar opinião, destacando a ideia de um herdeiro político com estilo menos conflituoso e a promessa de indicações conservadoras ao Supremo. Até o momento, veículos de esquerda não publicaram cobertura própria sobre a entrevista, o que deixa sem contraponto as acusações do candidato contra o Supremo e o governo.
Ainda não se sabe como a campanha de Lula e os ministros citados vão responder às acusações, nem como o plenário do Supremo vai decidir sobre as publicações ligadas ao episódio da padroeira.

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que espera contar com a presença do pai,

Candidato disse que pretende investir em medidas para melhorar o acesso das pessoas ao esporte.

Flávio disse considerar que seu perfil pode funcionar como uma alternativa à polarização política no País sem romper com as características do governo do ex-presidente

O senador afirmou também ser 'perfil ideal' para o atual momento político de polarização

Sob aplausos, Flávio promete volta de Bolsonaro em rodeio em Jaguariúna UOL Notícias
Nesta matéria: viés de centro.