Pesquisa Veritá aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em cenário de 2º turno
2 veículos de esquerda · 8 veículos de centro · 14 veículos de direita

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A pesquisa do Instituto Veritá indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) venceria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno, com 53% contra 47% dos votos válidos, e que já disputa cabeça a cabeça o primeiro turno. O dado mais duro para o Palácio do Planalto é a rejeição: 55,7% dos entrevistados dizem que não votariam em Lula, contra 39,9% de rejeição ao senador. Na pesquisa espontânea, em que nenhum nome é apresentado ao eleitor, Flávio Bolsonaro já é lembrado por 23,6%, à frente dos 20,8% do presidente, sinal de que o campo à direita se consolidou em torno de um nome enquanto os demais pré-candidatos não decolam.
Uma pesquisa do Instituto Veritá, custeada pelo próprio instituto, coloca o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um dos cenários de segundo turno testados, número que passou a circular como se fosse o retrato único da disputa.
O Instituto Veritá divulgou em 21 de agosto de 2026 uma pesquisa de intenção de voto para a eleição presidencial que mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenário de segundo turno: 47,3% contra 42% sobre o total de entrevistados, o equivalente a 53% contra 47% em votos válidos.
24 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
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Os dois lados que cobriram o levantamento reproduzem os mesmos dados de base: pesquisa do Instituto Veritá com 3.840 eleitores ouvidos entre 16 e 20 de agosto, margem de erro de 2 pontos percentuais e registro no TSE sob o protocolo BR-04006/2026. Ambos reconhecem que Flávio Bolsonaro lidera o confronto de segundo turno contra Lula e que o primeiro turno está em empate técnico.
O Instituto Veritá divulgou pesquisa de intenção de voto que coloca o senador Flávio Bolsonaro à frente do presidente Lula em cenário de segundo turno, com empate técnico no primeiro turno. O levantamento ouviu 3.840 eleitores em 170 municípios entre 16 e 20 de agosto, tem margem de erro de 2 pontos percentuais e está registrado no TSE. A leitura dos números difere entre a cobertura de centro e a de direita.
O Instituto Veritá divulgou na sexta-feira, 21 de agosto de 2026, uma pesquisa de intenção de voto para a eleição presidencial que coloca o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenário de segundo turno. O levantamento ouviu 3.840 eleitores em 170 municípios entre os dias 16 e 20 de agosto, tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, intervalo de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-04006/2026. Segundo o próprio instituto, a pesquisa foi custeada com recursos próprios, sem contratante externo.
No confronto direto de segundo turno, o senador aparece com 47,3% das intenções de voto e o presidente com 42%, considerando o total de entrevistados. Outros 6,1% votariam em branco ou nulo e 4,6% não sabem ou não responderam. Quando se consideram apenas os votos válidos, isto é, quando brancos, nulos e indecisos saem da conta, o mesmo cenário passa a 53% para Flávio Bolsonaro e 47% para Lula. No primeiro turno estimulado, os dois ficam tecnicamente empatados: 39,3% para o presidente e 39,1% para o senador sobre o total de entrevistados, o equivalente a 41% e 40,9% em votos válidos. Pablo Marçal (PRTB) aparece em terceiro, com pouco mais de 5%, seguido por Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante), todos abaixo de 4%. Romeu Zema (Novo) registra 1,3%.
A cobertura de centro relatou o levantamento cenário a cenário, incluindo os recortes em que o presidente sai vencedor. Contra Romeu Zema, Lula marca 41,2% a 25%; contra Ronaldo Caiado, 40,4% a 23,7%; contra Renan Santos, 40,5% a 16,2%. Nesses três cenários chama atenção o volume de eleitores que não sabem ou não responderam, entre 25% e 29%, muito acima dos 4,6% registrados no duelo com Flávio Bolsonaro. Contra Pablo Marçal, o resultado é empate técnico, com 43,6% para o empresário e 42,7% para o presidente. Essa mesma cobertura fechou o texto com o bloco de metodologia e o número de registro no TSE.
Veículos de direita enfatizaram outro conjunto de números da mesma pesquisa. O recorte escolhido para a manchete foi o de votos válidos, que amplia a distância entre os dois primeiros colocados, e o desenvolvimento da matéria girou em torno dos índices de rejeição: 55,7% dos entrevistados dizem que não votariam em Lula, contra 39,9% que rejeitam o senador. Esses veículos também deram peso à pesquisa espontânea, em que nenhum nome é lido ao eleitor e Flávio Bolsonaro é lembrado por 23,6% contra 20,8% do presidente, com o ex-presidente Jair Bolsonaro ainda citado por 4,3%. Os cenários em que Lula vence não aparecem nesse enquadramento, e o confronto entre Flávio Bolsonaro e Pablo Marçal é apresentado como 83,2% em votos válidos, sem a ressalva de que quase metade dos entrevistados nesse cenário votaria em branco, nulo ou não sabe responder.
Veículos de esquerda não figuram entre os que cobriram o levantamento neste conjunto de matérias. A leitura crítica habitual desse campo, que costuma questionar o histórico do instituto, o financiamento próprio da pesquisa e a escolha de divulgar votos válidos em vez do total de entrevistados, não está registrada aqui, e essa ausência é ela própria um dado sobre como o número circulou.
O que ainda não se sabe é decisivo para interpretar o resultado. Nenhuma das matérias compara o levantamento com pesquisas recentes de outros institutos, o que impede afirmar se há tendência ou oscilação isolada. Não há série histórica do instituto nem informação sobre o método de coleta, presencial, telefônico ou digital. Os recortes por renda, escolaridade, religião e região não foram divulgados. Também segue em aberto o quadro jurídico das candidaturas testadas, já que a situação eleitoral de parte dos nomes citados ainda depende de definição do Tribunal Superior Eleitoral.
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