Flávio Bolsonaro confirma debates com Lula e busca apoios no 2º turno
2 veículos de esquerda · 4 veículos de centro · 3 veículos de direita
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Com o segundo turno marcado para 25 de outubro, Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) iniciaram a campanha com foco em alianças e debates. O senador confirmou que irá a debates e buscou o apoio de partidos e candidatos derrotados.
A cobertura de esquerda registra a ofensiva de Flávio Bolsonaro por apoios do centrão e da direita, enquanto Lula mantém agenda de governo e defende pautas sociais como o fim da escala 6x1, a ser discutido no Senado.
A cobertura de direita destaca o ímpeto da candidatura de Flávio Bolsonaro, que liderou o primeiro turno, ganha apoios e se diz pronto para debater programas e cobrar o governo Lula.
9 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
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Com o segundo turno marcado para 25 de outubro, Flávio Bolsonaro e Lula disputam apoios e agenda de debates. Veja como a esquerda, o centro e a direita cobrem a ofensiva por alianças, o debate de 18 de outubro e as primeiras pesquisas.
O segundo turno da eleição presidencial de 2026 já tem desenho. O senador Flávio Bolsonaro (PL) enfrenta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 25 de outubro. No primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio teve 47,03% dos votos válidos, o equivalente a 56.104.503 votos. Lula teve 45,16%, ou 53.879.538 votos. Nos dias seguintes, a campanha do candidato do PL concentrou esforços em dois movimentos: confirmar presença em debates e costurar apoios de partidos e de candidatos derrotados.
A cobertura de centro relatou que Flávio disse, em Brasília, na terça-feira (6), que participará dos debates do segundo turno. Segundo ele, a intenção é comparar os programas de governo e os governos de Lula e do próprio campo bolsonarista. Um dia antes, o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), havia dito que o candidato ainda escolheria entre quatro ou cinco convites e que a lista seria divulgada até quarta-feira (7). Do lado petista, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que Lula quer ir ao maior número possível de debates. No primeiro turno, nenhum dos dois compareceu. Já há uma data marcada: um debate organizado por uma emissora de TV, um jornal e um pool de veículos será realizado em 18 de outubro, às 20h. O encontro estava previsto para o dia 11 e foi remanejado.
Na frente das alianças, Flávio afirmou que conversou com Republicanos e Podemos, cujos dirigentes consultarão suas bancadas antes de responder. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), atua na articulação. O candidato disse ainda que PP e União Brasil discutem uma adesão. O ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), quinto colocado com 2,18% dos votos válidos, anunciou apoio em Goiânia, ao lado do governador Daniel Vilela (MDB). O PSD havia liberado seus integrantes para escolher um lado. Romeu Zema (Novo) também declarou apoio. Marinho disse que a campanha quer selar os apoios até quinta-feira (8) e que a campanha de rua começa na sexta-feira (9).
Há diferenças de ênfase entre os campos. Veículos de esquerda registraram, além dos apoios a Flávio, a agenda de Lula em Brasília, com reuniões de campanha e do governo. Também deram destaque à defesa do fim da escala 6x1 pelo presidente e à possível votação da proposta no Senado em 15 de outubro. Registraram, ainda, as promessas de Flávio de ampliar vagas em presídios, endurecer penas e declarar PCC, Comando Vermelho e milícia como grupos terroristas, além de usar a maioria no Congresso para mudar a Constituição. Veículos de direita deram mais peso ao crescimento do arco de apoios, aos números do primeiro turno e à expectativa das pesquisas. Também ressaltaram a disposição de Flávio de debater, a promessa de reduzir a carga tributária e a cobrança para que a campanha adversária se comprometa com os debates. Flávio também criticou decisões do TSE e do Supremo Tribunal Federal que, segundo ele, interferiram no debate do primeiro turno.
Os institutos também entram no jogo. O Datafolha fará 2.520 entrevistas presenciais entre terça (6) e quinta-feira (8), com margem de erro de dois pontos percentuais, e o PoderData fará 3.000 entrevistas por telefone, com margem de 1,8 ponto. As duas pesquisas devem ser divulgadas na quinta-feira (8). A sondagem anterior do PoderData, de 3 de outubro, tinha Lula com 42% e Flávio com 41%.
O que ainda não se sabe: quais debates Flávio aceitará e se a campanha de Lula confirmará presença em cada convite. Também falta saber se Republicanos, Podemos, PP e União Brasil formalizarão apoio e com que condições, e como o eleitorado reagirá nas primeiras pesquisas do segundo turno.

Segundo Rogério Marinho, candidato ainda vai avaliar quais encontros pretende participar

O Datafolha realiza nesta semana a primeira pesquisa do instituto após a definição do segundo turno da eleição presidencial de

A menos de três semanas para o segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro concentraram as agendas de campanha nesta terça-feira (6) em reuniões internas e na busca por novos apoios. Em Goiânia, Flávio Bolsonaro recebeu o apoio do ex-governador Ronaldo Caiado, do PSD, ao lado do governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela, do MDB. Em discurso, o candidato disse que pretende usar a maioria no Congresso para mudar a Constituição e prometeu endurecer a política de segurança pública. "A gente vai construir mais de meio milhão de vagas de presídio.
O levantamento se baseará em 3.000 entrevistas por telefone, realizadas entre segunda e quarta

Encontro entre senador do PL e presidente petista acontece uma semana antes da rodada final das eleições 2026; Cultura, Gazeta e Jovem Pan completam o pool

Candidato se reunirá com senador em Goiás

Eleições 2026: Flávio Bolsonaro e Lula vão disputar o 2º turno TV Cultura
Candidato do PL afirma ainda que União Brasil e PP estão debatendo o assunto internamente

Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.