Aneel leiloa 1.866 km de linhas de transmissão com R$ 8,9 bilhões previstos
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Resumo da cobertura
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Como decidimos →A cobertura de centro descreveu o leilão como o último de transmissão de energia de 2026, com oito lotes em sete estados e R$ 8,9 bilhões em investimentos previstos. Acrescentou contexto de mercado: a Axia Energia, ex-Eletrobras, lidera o segmento e venceu 3 dos 4 lotes do leilão de julho. Também registrou a data de assinatura dos contratos, 26 de fevereiro de 2027.
A cobertura de direita detalhou os projetos estado a estado, com investimento, quilometragem e empregos de cada um, e deu espaço ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que associou a expansão da rede ao crescimento da demanda por eletricidade. O texto se apoiou nos números do governo federal e não trouxe outras vozes.
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A cobertura de centro e a de direita relataram os mesmos números oficiais: R$ 8,9 bilhões em investimentos, 1.866 quilômetros de novas linhas em sete estados, 20,3 mil empregos estimados e concessões de 30 anos.
O governo federal e a Agência Nacional de Energia Elétrica levaram à B3, em 30 de outubro, o último leilão de transmissão de 2026: 1.866 quilômetros de novas linhas em sete estados, R$ 8,9 bilhões em investimentos previstos e contratos de 30 anos com assinatura marcada para 26 de fevereiro de 2027.
O governo federal realizou nesta sexta-feira, 30 de outubro, um leilão de concessões de transmissão de energia elétrica com previsão de R$ 8,9 bilhões em investimentos. Organizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, a disputa foi marcada para as 10h, na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. O certame oferece 1.866 quilômetros de novas linhas de transmissão em sete estados: Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rondônia e São Paulo.
A cobertura de centro e a de direita convergem nos números. As concessões terão duração de 30 anos, e as instalações devem entrar em operação entre 42 e 60 meses após a assinatura dos contratos. O governo estima 20,3 mil empregos durante as obras. Além das linhas novas, o leilão inclui a continuidade da operação de 483 quilômetros de linhas já existentes. O maior conjunto de obras, com cerca de R$ 4,1 bilhões e 1.167 quilômetros de linhas, atravessa Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná, com passagem por São Paulo. Há ainda um projeto de R$ 1,071 bilhão para a Região Metropolitana de São Paulo, dois empreendimentos no Paraná que somam R$ 1,46 bilhão, R$ 1,16 bilhão na Bahia e na Paraíba, R$ 317 milhões entre Bahia e Goiás e R$ 753,2 milhões na subestação Coletora Porto Velho, que atende Rondônia e Acre. Segundo o Ministério de Minas e Energia, o ciclo de leilões de transmissão soma R$ 69,64 bilhões de 2023 a 2026, ou R$ 77,54 bilhões corrigidos pelo IPCA, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo.
A diferença entre as coberturas está no que cada uma acrescentou. A cobertura de centro descreveu o certame como o último leilão de transmissão de 2026, dividido em oito lotes, e informou a capacidade de transformação de 12.694 megavolt-amperes nas subestações. Também trouxe contexto de mercado: a Axia Energia, ex-Eletrobras, lidera o segmento e levou 3 dos 4 lotes do leilão anterior, realizado em julho. E registrou que a assinatura dos contratos está marcada para 26 de fevereiro de 2027. Veículos de direita detalharam os empregos previstos em cada projeto e deram espaço ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que afirmou, em comunicado, que o ciclo de investimentos amplia os caminhos da energia e fortalece a segurança do abastecimento. Nenhum veículo de esquerda cobriu o leilão no conjunto analisado. As duas coberturas se apoiaram em dados oficiais e não ouviram empresas, especialistas ou consumidores.
Até a manhã de 30 de outubro, quando saíram as matérias analisadas, o resultado do leilão ainda não era conhecido. Não se sabia quais empresas venceriam os lotes, qual seria o deságio em relação à receita prevista nem se algum lote ficaria sem proposta. Nenhuma das matérias explicou como as obras podem afetar a tarifa de energia paga pelo consumidor.
Certame será realizado na B3, em São Paulo, e prevê a construção de 1.866 quilômetros de linhas de transmissão e a geração de 20,3 mil empregos

Aneel oferta ao mercado 8 lotes, que totalizam 1.866 quilômetros em linhas de transmissão de energia elétrica. Leia no Poder360.
