
Greca anuncia que comporá chapa de Sandro Alex no Paraná, após dizer que ‘não seria vice de ninguém’
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O ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB) desistiu da pré-candidatura ao governo do Paraná e passou a integrar como vice a chapa de Sandro Alex (PSD), nome apoiado pelo governador Ratinho Júnior. O anúncio ocorreu em 31 de julho, em evento na capital, e foi oficializado na convenção estadual do MDB em 2 de agosto. O acordo ampliou o arco de alianças do grupo governista, mas gerou atrito interno em torno das vagas ao Senado.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
O ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB) desistiu da pré-candidatura ao governo do Paraná e passou a integrar como vice a chapa de Sandro Alex (PSD), nome apoiado pelo governador Ratinho Júnior. O anúncio ocorreu em 31 de julho, em evento na capital, e foi oficializado na convenção estadual do MDB em 2 de agosto.
Direita
O grupo do governador consolidou uma chapa competitiva ao unir o PSD ao MDB e a mais cinco legendas, com o objetivo de dar continuidade a uma gestão que se apresenta como responsável pelo crescimento acima da média nacional.
5 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
O texto reproduz o roteiro da convenção e três discursos elogiosos em sequência, sem qualquer avaliação externa. Não há vocabulário ideológico de esquerda ou de direita: é cobertura institucional de evento partidário, o que sustenta CENTER, mas com forte carga promocional refletida nos escores de justiça e de manipulação emocional.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Relato descritivo do evento em Curitiba: quem anunciou, quem estava presente, o que foi dito e como a pesquisa mais recente posicionava os nomes. Vocabulário sem carga valorativa e paridade entre as falas de Greca e de Sandro Alex caracterizam cobertura de centro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O texto relata a desistência da pré-candidatura e a ida de Greca à vice com vocabulário neutro, cita a pesquisa Genial/Quaest de 27 de julho e reconstrói a cronologia das declarações anteriores (‘não vou ser vice de ninguém’, entrevista de 23 de junho). O enquadramento é de contradição pública verificável, não de defesa de projeto ideológico, o que sustenta CENTER apesar do publisher de direita.
O ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB) desistiu da pré-candidatura ao governo do Paraná e aceitou disputar a eleição de outubro como candidato a vice na chapa de Sandro Alex (PSD), nome escolhido pelo governador Ratinho Júnior para tentar sucedê-lo. O anúncio foi feito em 31 de julho, em evento na capital paranaense com a presença do governador, e foi ratificado em 2 de agosto, na convenção estadual do MDB realizada no centro de Curitiba.
Os relatos convergem no essencial. Greca deixou o PSD em março, depois de perder espaço na disputa pela indicação ao governo, filiou-se ao MDB e passou a se apresentar como pré-candidato. A mudança de rota veio após reuniões com o governador, que formalizou o convite pessoalmente. No ato de anúncio, o ex-prefeito entregou a Sandro Alex o plano de governo que havia preparado para a própria candidatura e pediu que fosse incorporado à campanha. Com a adesão do MDB, o arco de apoios ao candidato do PSD passou a reunir também PP, União Brasil, PSDB, Cidadania e Republicanos, bloco que comanda a maioria das prefeituras do estado. A cobertura de centro registrou o roteiro do evento e da convenção, reproduziu os discursos de Greca, de Sandro Alex e do governador e lembrou que a pesquisa Genial/Quaest divulgada em 27 de julho colocava o senador Sérgio Moro (PL) e o deputado estadual Requião Filho (PDT) à frente nos cenários de primeiro turno.
As divergências aparecem no que cada lado escolheu enfatizar. Veículos de direita destacaram dois pontos ausentes do registro protocolar. O primeiro é a contradição pública: em entrevista de 23 de junho, Greca afirmou que ser vice de Sandro Alex seria uma negação de sua história e, no início de julho, escreveu nas redes sociais que não seria vice de ninguém. O segundo é o efeito colateral do acordo dentro da própria base. Segundo essa cobertura, a negociação incluiria a viabilização de uma candidatura do MDB ao Senado, o que teria surpreendido o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi (Republicanos), que abriu mão de disputar o governo a pedido do governador e passou a trabalhar pela candidatura do PSD. Pessoas próximas ao deputado descreveram o movimento como quebra dos entendimentos construídos nos últimos meses, e o partido ficou de avaliar a permanência na aliança em sua convenção estadual. Parte da cobertura de direita também leu o arranjo pelo tabuleiro nacional, ressaltando o isolamento de Sérgio Moro, que perdeu o apoio da federação União Brasil-PP e migrou para o PL.
Há um vazio relevante nessa cobertura: veículos de esquerda não trataram do episódio, o que deixou sem registro o ponto de vista do campo de oposição ao governo estadual, representado na disputa por nomes como Requião Filho. O leitor recebe, assim, a leitura do bloco governista e a de seus críticos à direita, sem contraponto do outro lado do espectro.
O que ainda não se sabe é considerável. As duas vagas ao Senado pelo grupo governista seguiam indefinidas, com os nomes de Alexandre Curi, da jornalista Cristina Graeml, do ex-secretário Guto Silva e do ex-governador Álvaro Dias em circulação. Não há resposta pública do PSD ou do MDB ao desconforto atribuído ao Republicanos, nem confirmação de que o partido mantém o apoio à chapa. Também não se sabe quanto do plano de governo entregue por Greca será de fato incorporado à campanha, nem se a soma das legendas altera o quadro de intenções de voto medido antes do acordo.
Toda a cobertura registra os mesmos fatos: Greca abandonou a candidatura própria, aceitou a vice na chapa de Sandro Alex após convite do governador, entregou seu plano de governo ao candidato e teve a indicação oficializada na convenção do MDB em 2 de agosto. Há acordo também sobre o tamanho do arco de alianças, que passou a reunir sete legendas, e sobre a liderança de Sérgio Moro nas pesquisas divulgadas antes do acerto.

Sandro Alex recebe apoio do MDB e formaliza aliança com Rafael Greca. Descubra como isso pode mudar o Paraná! Acesse já!

Ex-prefeito de Curitiba sela aliança com candidato de Ratinho Júnior após dizer que não seria vice dele

Ex-prefeito de Curitiba confirmou decisão nesta sexta-feira (31). Acordo foi firmado entre o MDB, partido de Greca, e o PSD, do atual governador Ratinho Junior e de Sandro Alex.

Ex-prefeito de Curitiba desistiu de candidatura ao governo do Estado e formará chapa com Sandro Alex (PSD)

Alexandre Curi avalia os próximos passos após acordo que inclui Rafael Greca na chapa de Sandro Alex. Leia na Gazeta do Povo.
Perspectivas omitidas
O eixo do texto é o tabuleiro de alianças à direita: destaca o isolamento de Sérgio Moro após a saída do União Brasil, refere-se a ele pela credencial de ‘ex-juiz da Lava Jato’ e projeta a disputa nacional a partir das candidaturas de Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado. A seleção de atores e o enquadramento de accountability partidário indicam perspectiva de direita.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O texto descreve o desconforto do presidente da Assembleia Legislativa com a costura que levou Greca à vice e a possível abertura de uma vaga do Senado ao MDB. O vocabulário é de análise política de bastidor, sem carga ideológica: não defende mercado, Estado mínimo, nem direitos coletivos. A fragilidade está na apuração unilateral, não no viés.
Perspectivas omitidas
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