Datafolha aponta Flávio Bolsonaro com 47% e Lula com 45% a dez dias do 2º turno
2 veículos de centro · 1 veículo de direita

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O Datafolha divulgado na quinta-feira mostrou Flávio Bolsonaro (PL) com 47% e Lula (PT) com 45% no segundo turno, empate técnico a dez dias da votação. Novas pesquisas do PoderData e da CNT/MDA estavam previstas para sexta, enquanto o Congresso e o governo seguiam com pautas como as PECs da 6x1 e da segurança pública.
Pelo prisma da direita, a pesquisa que põe Flávio Bolsonaro numericamente à frente reforça a viabilidade da oposição, enquanto a PEC da tarifa zero e o uso de emendas levantam dúvidas sobre custo e responsabilidade fiscal. Nenhum veículo de direita opinativo cobriu o caso no conjunto, e esta leitura parte dos fatos da cobertura de centro.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
3 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
As fontes convergem nos fatos: o Datafolha de 15 de outubro mostra Flávio Bolsonaro com 47% e Lula com 45%, e novas pesquisas do PoderData, da 100% Cidades e da MDA estavam previstas para 16 de outubro.
O Datafolha divulgado em 15 de outubro de 2026 mostra Flávio Bolsonaro com 47% e Lula com 45% no segundo turno, empate técnico a dez dias da votação. A cobertura também registra novas pesquisas previstas e as PECs da 6x1, da segurança pública e da tarifa zero.
A pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira, 15 de outubro de 2026, mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno da disputa presidencial, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Brancos e nulos somam 6%, e 2% dos entrevistados não souberam responder. Com a margem de erro, o resultado é tratado como um novo empate técnico, a dez dias da votação.
A cobertura de centro relatou que o Tribunal Superior Eleitoral passou a permitir, a partir de sexta-feira, 16 de outubro, a divulgação de novos estudos. No plano nacional, estão previstas pesquisas do PoderData, da 100% Cidades, contratada pela Futura, e da MDA Pesquisa, contratada pela Confederação Nacional do Transporte. No plano estadual, há levantamentos registrados no Rio Grande do Norte e em Tocantins. Um dia antes, a lista incluía o Datafolha, duas outras empresas e um estudo tocantinense.
Um veículo classificado à direita, em boletim voltado ao mercado financeiro, ligou as pesquisas ao humor dos investidores. Segundo o texto, o Ibovespa fechou a quinta-feira em queda de 1,06%, a 204.324,26 pontos, com os investidores à espera do Datafolha. O mesmo boletim lembrou que o IBC-Br, índice de atividade econômica do Banco Central, sai na sexta com previsão de alta de 0,3%, e que os Estados Unidos divulgam a produção industrial de setembro. O texto não atribui juízo ideológico às pesquisas e trata o tema como variável de mercado.
Outros fatos políticos do dia aparecem na mesma cobertura. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), retirou da pauta de quinta a votação da PEC da Segurança Pública, em meio a um impasse entre governo e oposição. O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, apresentou uma emenda que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, com responsabilização criminal a partir dos 14 em casos graves. A proposta é considerada prioritária por Lula. Também na quinta, Lula anunciou que enviará ao Congresso uma PEC para garantir passe livre no transporte público aos fins de semana em todas as cidades, atrelada à aprovação do fim da escala 6x1, e disse que pretende usar recursos de emendas parlamentares para financiar a medida.
Na agenda de sexta, Lula participa às 9h20 da cerimônia de promulgação das PECs que acabam com a escala 6x1 e criam a aposentadoria diferenciada para agentes. À noite, Flávio Bolsonaro participa de uma sabatina na televisão.
Quanto às divergências de cobertura, nenhum veículo de esquerda tratou do tema no conjunto analisado, e não houve cobertura de direita opinativa. O contraste que existe é de enquadramento: a cobertura de centro trata as pesquisas como calendário institucional, e o veículo classificado à direita as trata como fator de mercado. Não há, portanto, disputa ideológica explícita entre as fontes sobre os números.
O que ainda não se sabe é o resultado das pesquisas do PoderData e da CNT/MDA e se elas confirmarão o empate técnico. Também não está claro como será financiada a PEC da tarifa zero, nem quando o impasse sobre a maioridade penal permitirá a votação da PEC da Segurança Pública.
Levantamento nacional do Datafolha, além de pesquisa estadual no Tocantins medem cenário eleitoral. Leia no Poder360.

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