Irã promete resposta sem limites geográficos se EUA retomarem guerra após eleição
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A cobertura de centro descreveu a apreensão no Oriente Médio às vésperas das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos e as ameaças de resposta do Irã. Um texto relatou que Donald Trump descartou atacar antes da votação sem dizer o que fará depois, e que moradores do Golfo já mudam a rotina. O outro registrou o alerta do major-general Ali Abdollahi, a ordem do líder supremo Mojtaba Khamenei e a operação relatada contra a ilha de Qeshm em 2 de novembro, além do silêncio oficial de Washington e de Tel Aviv.
Com base em O Globo e Metrópoles
A cobertura de direita, de um único veículo, concentrou-se na pressão de Benjamin Netanyahu sobre Donald Trump e no estado da negociação. O texto se apoia em fontes anônimas creditadas a um jornal britânico, segundo as quais Netanyahu pediu a retomada rápida da guerra no telefonema de 31 de outubro e Trump ainda não decidiu.
Com base em Exame
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Os textos de direita e de centro registram que a guerra entre Estados Unidos e Irã começou em fevereiro, que Donald Trump e Benjamin Netanyahu conversaram por telefone em 31 de outubro e que o Irã promete responder a novos ataques enquanto as negociações seguem.
Às vésperas das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, o Irã afirmou que responderá de forma imediata e sem restrições geográficas a qualquer novo ataque. Fontes anônimas relatam que Benjamin Netanyahu pediu a Donald Trump a retomada rápida da guerra, enquanto o Catar media uma proposta sobre o Estreito de Ormuz.
O Irã se declarou pronto para responder a uma eventual retomada da guerra com os Estados Unidos depois das eleições de meio de mandato americanas, realizadas nesta terça-feira, 3 de novembro. Em 31 de outubro, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas iranianas, major-general Ali Abdollahi, escreveu na rede social X que o país monitora os preparativos do inimigo e que a resposta será imediata e sem restrições geográficas. A cobertura de centro registrou que o líder supremo, aiatolá Mojtaba Khamenei, também ordenou uma resposta sem limitações geográficas a qualquer nova ameaça.
A guerra começou em fevereiro, com ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. No sábado, 31 de outubro, o presidente americano, Donald Trump, conversou por telefone com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. A ligação foi revelada primeiro por um site de notícias americano, crédito que aparece tanto no texto de direita quanto em um dos textos de centro. O Catar media as conversas entre Washington e Teerã, ponto registrado pela cobertura de direita e por um dos textos de centro.
A cobertura de direita, de um único veículo, concentrou-se na pressão israelense e no estado da negociação, com base em fontes anônimas atribuídas a um jornal britânico. Segundo essas fontes, Netanyahu pediu a Trump a retomada rápida da guerra, e um funcionário americano disse que Trump ainda não estava pronto para isso. O texto relata a divergência sobre o destino do estoque iraniano de 440 quilos de urânio altamente enriquecido e a exigência americana de inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica. Traz também o porta-voz da chancelaria iraniana, Esmaeil Baghaei, para quem cabe agora aos americanos decidir.
A cobertura de centro deu mais espaço à região e às ameaças. Um dos textos descreveu a ansiedade de moradores dos países árabes do Golfo, com escolas e escritórios adotando medidas preventivas, a saída de familiares de diplomatas americanos e relatos de envio de tropas. Esse texto registrou que Trump descartou atacar antes da votação, sem dizer o que fará depois. O outro texto de centro informou que, na segunda-feira, 2 de novembro, a mídia estatal iraniana e um jornal americano relataram uma operação de pequena escala contra a ilha de Qeshm, no Estreito de Ormuz, o primeiro ataque reportado ao território iraniano desde setembro. Entre os textos lidos, só esse registra o ataque. Ele cita ainda o jornalista Tucker Carlson, segundo quem Netanyahu pressionaria por um ataque nuclear, alegação sem confirmação oficial.
Os textos diferem em detalhes. O de direita fala em um plano de sete dias apresentado pelo Irã na Assembleia Geral das Nações Unidas; um de centro, em uma proposta de sete etapas. Um texto de centro afirma que Netanyahu perdeu a maioria na eleição israelense; o de direita fala em eleição inconclusiva. Sobre a ligação, um texto de centro registrou que o conteúdo não foi divulgado, enquanto o de direita reproduziu a versão das fontes anônimas.
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Até a madrugada de 3 de novembro, quando saiu a matéria mais recente, Trump não havia anunciado decisão sobre nova ofensiva, Washington e Tel Aviv não tinham se pronunciado oficialmente sobre a retomada da guerra e os Estados Unidos não tinham respondido à proposta iraniana. Um dos textos de centro chegou truncado, o que limita a leitura do que ele registrou.
Premiê israelense pediu nova ofensiva em ligação no sábado; Trump ainda não decidiu e mediadores do Catar tentam fechar acordo sobre Ormuz

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