Campanha de Lula chega ao horário eleitoral com vantagem sobre Flávio Bolsonaro
6 veículos de esquerda · 10 veículos de centro · 9 veículos de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
6 veículos de esquerda · 10 veículos de centro · 9 veículos de direita

A campanha presidencial de 2026 entrou na fase de propaganda com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em dois indicadores. Pela distribuição informada pelo Tribunal Superior Eleitoral, Lula terá 5 minutos e 31 segundos diários de propaganda em rede e Flávio Bolsonaro, 4 minutos e 20 segundos, com Ronaldo Caiado (PSD) em 2 minutos e 2 segundos e Augusto Cury (Avante) em 35 segundos. No Datafolha divulgado em 21 de agosto, o presidente marca 39% contra 33% do senador no primeiro turno e 47% a 43% em um eventual segundo turno, dentro do limite da margem de erro de dois pontos. A rejeição dos dois é praticamente igual: 46% para Flávio Bolsonaro e 45% para Lula.
Para os veículos de esquerda, a fotografia da semana confirma a solidez da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva no momento em que a campanha ganha rádio e televisão. O presidente lidera todos os cenários de primeiro e de segundo turno, tem o eleitorado mais consolidado do país, com 82% dizendo que não mudam o voto, e vence com folga nas regiões e nos grupos sociais mais dependentes de política pública, como as mulheres, os mais pobres e o Nordeste.
Para os veículos de direita, o retrato é de uma eleição que se aperta contra o governo. A distância entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro no primeiro turno caiu quatro pontos desde junho, o segundo turno está no limite da margem de erro em 47% a 43%, e o presidente carrega rejeição de 45%, praticamente a mesma do adversário, resultado ruim para quem tenta a reeleição e dispõe do maior tempo de televisão.
25 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Análise não disponível para esta matéria.
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: falácia identificada.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Esquerda, centro e direita publicam os mesmos números e tratam a disputa como polarizada entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro: 5 minutos e 31 segundos de propaganda diária para o presidente contra 4 minutos e 20 segundos do senador, liderança petista por 39% a 33% no primeiro turno e 47% a 43% no segundo, com Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema distantes. Todos os lados também reconhecem que segurança pública e custo de vida são os eixos centrais da campanha.
A campanha presidencial de 2026 chegou ao horário eleitoral com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente do senador Flávio Bolsonaro no tempo de rádio e televisão distribuído pelo Tribunal Superior Eleitoral e nas pesquisas da semana. Esta análise reúne o que as coberturas de esquerda, de centro e de direita afirmam sobre os números, a rejeição dos dois candidatos e a disputa que ganha as telas em 28 de agosto.
A campanha presidencial de 2026 entrou na fase de rádio e televisão com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) nos dois indicadores que dominaram a semana: o tempo de propaganda gratuita e as pesquisas de intenção de voto. Pela distribuição informada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula terá 5 minutos e 31 segundos diários de propaganda em rede, contra 4 minutos e 20 segundos de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado (PSD) ficará com 2 minutos e 2 segundos e o escritor Augusto Cury (Avante), com 35 segundos. Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) não terão direito ao horário gratuito, embora possam fazer campanha por internet, eventos e propaganda de rua. Nas inserções de 30 segundos a diferença se repete: 433 para a campanha do presidente e 339 para a do senador. O critério é a representatividade dos partidos e federações no Congresso Nacional.
No mesmo intervalo, o Datafolha divulgou a primeira pesquisa realizada depois do início oficial da campanha. Lula aparece com 39% e Flávio Bolsonaro com 33% no primeiro turno; em uma eventual segunda rodada, o petista tem 47% contra 43% do senador. O instituto ouviu 2.058 eleitores entre 18 e 20 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais e registro BR-04496/2026 na Justiça Eleitoral. Ronaldo Caiado marcou 5%, Renan Santos, 4%, e Romeu Zema, 3%. A rejeição dos dois primeiros colocados é quase idêntica: 46% afirmam que não votariam de jeito nenhum em Flávio Bolsonaro e 45% dizem o mesmo sobre Lula.
Veículos de esquerda, de centro e de direita convergem nos números e no diagnóstico de que a disputa está polarizada entre esses dois nomes, com o restante do campo conservador distante do segundo lugar. Todos registram que a diferença no segundo turno está no limite da margem de erro e que a campanha do senador tenta encurtar o caminho por dois temas: segurança pública e custo de vida. Foi nessa chave que Flávio Bolsonaro gravou propaganda em frente a uma loja recém-fechada das Casas Bahia, em Taguatinga, no Distrito Federal, para associar ao governo o pedido de recuperação judicial do grupo, que declarou dívida de R$ 17,3 bilhões, anunciou o fechamento de quase 300 lojas e prevê cerca de 3.000 demissões. A própria empresa atribui a crise a investimentos pesados em tecnologia e logística iniciados em 2019 e aos choques da pandemia.
A partir daí as coberturas se separam. Veículos de esquerda destacaram a liderança do presidente em todos os cenários, a consolidação do seu eleitorado, com 82% dizendo que não mudam o voto, e o desempenho no Pará, onde uma pesquisa AtlasIntel lhe deu 49,7% contra 38% do senador. Também noticiaram o contra-ataque em preparação, que pretende desafiar Flávio Bolsonaro a abrir o sigilo bancário e recolocar em pauta o caso Dark Horse, projeto de cinebiografia que envolveu negociações com o banqueiro Daniel Vorcaro. A cobertura de centro concentrou-se na metodologia e na tendência: a distância no primeiro turno caiu quatro pontos desde junho, o Sudeste passou a favorecer numericamente o senador e as revelações sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, começaram no dia em que a coleta teve início e se adensaram depois de encerrada. Veículos de direita enfatizaram a rejeição do presidente, um agregador que mede a distância entre os dois em 6,67 pontos e um levantamento do Instituto Veritá, com 3.840 entrevistas, em que Flávio Bolsonaro venceria o segundo turno por 47,3% a 42%, resultado destoante das demais pesquisas divulgadas no mesmo dia.
Na disputa programática, os dois candidatos partem de um diagnóstico semelhante sobre o crime organizado, hoje com 88 facções mapeadas no país, e convergem na estratégia de atacar as finanças dessas organizações. Lula defende coordenação federal, integração de dados e inteligência, a criação de um Ministério da Segurança Pública e medidas preventivas como urbanização de periferias. Flávio Bolsonaro aposta no aparato punitivo, com endurecimento de penas, redução da maioridade penal, restrição à progressão de regime, construção de presídios e classificação de facções como organizações terroristas.
Ainda não se sabe qual será o efeito eleitoral das suspeitas que envolvem o filho do presidente, porque a coleta da principal pesquisa começou antes de o assunto ganhar corpo.
Análise da reestreia do Direto da Redação sobre as Eleições Lula e Bolsonaro. Veja as estratégias, os debates e o cenário político para 2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) realizam atos de campanha simultaneamente neste

Senador do PL marca 47% das intenções de voto, cinco pontos a mais que o petista no estado de São Paulo

Por que Flávio Bolsonaro ataca Lula, mas não muito, no caso Lulinha/Marcola

Loja usada de cenário está entre as três que serão fechadas em Brasília em meio a pedido de recuperação judicial

Petista quer coordenar forças de segurança dos estados e integrar dados para mais inteligência

Deputado também perguntou a Flávio como ele se imaginava no início de 2027, que descreveu cena que gostaria de viver ao assumir a presidência.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, aparece com 39,71% das intenções de voto, enquanto o

Suposto tráfico de influência de filho do presidente da República, crise no INSS, endividamento das famílias e segurança pública foram destaques na transmissão ao vivo do candidato à Presidência nesta quinta (20)

Campanha de Lula pretende explorar as relações de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro e cobrar pela quebra do sigilo bancário.

O presidente aparece com 39% contra 33% do filho 01 de Jair Bolsonaro no primeiro turno e, no segundo, lidera por 47% a 43%

Segundo pesquisa AtlasIntel, em um eventual segundo turno, o presidente também se mantém na liderança com 54,3% contra 45,7% do filho 01 de Bolsonaro

Distância entre presidente e senador do PL-RJ na primeira rodada cai quatro pontos desde junho

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (21) é a primeira do instituto após o início das campanhas e foi encomendada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.

Candidatos concentram os maiores índices entre os nomes testados; pesquisa foi realizada após início oficial da campanha presidencial

Diferença de quatro pontos coloca os dois no limite do empate técnico; no primeiro turno, petista marca 39% e senador, 33%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue à frente na disputa pela presidência da República em 2026. No segundo turno…

Levantamento ouviu 2.058 entrevistados em todo o território nacional, de 18 a 21 de agosto; margem de erro é de 2 pontos

Em julho, o presidente aparecia 8 pontos à frente do senador

Rejeição do candidato do PL caiu dois pontos em relação à última pesquisa

Senador tem 47% das intenções de voto

Além da corrida ao Palácio do Planalto, levantamento vai medir as intenções de voto para governador e senador no estado

Campanha do candidato do PL deve focar na polarização com o PT e buscar formas de evitar o desgaste com outros nomes da direita, como Tarcísio, Caiado e Zema

Presidente terá 5min31s diários de propaganda eleitoral, contra 4min20s do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro; Caiado terá pouco mais de 2 minutos

Presidente tem a preferência da maior parte dos eleitores do Pará

Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.