Procuradoria dos EUA acusa Nicolás Maduro e Cilia Flores de conspirar para tortura
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Como decidimos →A Procuradoria-Geral dos EUA acusou o ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, de conspirar para cometer tortura, em audiência na Corte Federal de Manhattan. O casal está preso em Nova York desde a captura por forças americanas em Caracas, em 3 de janeiro.
Pela ótica da direita, as novas acusações reforçam a responsabilização de um regime acusado de reprimir opositores e de prender ilegalmente cidadãos americanos, com o caso seguindo pelas vias legais do Judiciário dos Estados Unidos.
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Os textos convergem que Maduro e Cilia Flores foram acusados nos EUA de conspirar para cometer tortura, que estão presos em Nova York desde 3 de janeiro e que o julgamento está marcado para 1º de junho de 2027.
A Procuradoria-Geral dos EUA acusou o ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e Cilia Flores de conspirar para cometer tortura, em audiência na Corte Federal de Manhattan. O casal está preso em Nova York desde janeiro e será julgado em 2027. A cobertura relata o caso, e ainda faltam detalhes sobre os fatos.
A Procuradoria-Geral dos Estados Unidos acusou, nesta quinta-feira (8), o ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, de conspirarem para cometer tortura. As acusações foram apresentadas durante audiência na Corte Federal de Manhattan, em Nova York, onde o casal está preso desde o início do ano.
Maduro e Cilia Flores foram capturados por forças militares americanas em Caracas, no dia 3 de janeiro. Segundo a agência Reuters, os novos crimes imputados dizem respeito a tortura de opositores políticos e a violações de direitos humanos cometidas para manter o poder. Um dia antes, na quarta-feira (7), a mesma agência havia informado, com base em relato de uma emissora americana, que os procuradores de Nova York preparavam acusações ligadas à prisão ilegal de cidadãos dos Estados Unidos que estavam na Venezuela durante o governo Maduro. Outras pessoas que teriam participado das detenções também poderiam ser incluídas.
As novas acusações se somam às anteriores. Maduro responde por quatro acusações criminais, entre elas conspiração para o narcoterrorismo e conspiração para importar cocaína. Se condenado, pode receber pena de prisão perpétua. Em julho, um juiz federal determinou que o julgamento do casal comece em 1º de junho de 2027. A defesa pede o arquivamento do caso.
Desde a prisão de Maduro, a Venezuela é governada de forma interina por Delcy Rodríguez, que era vice-presidente. Ela se aproximou dos Estados Unidos e chegou a se reunir com o presidente americano, Donald Trump, em setembro.
A cobertura de centro apresentou o episódio de forma factual, com data, órgão acusador e contexto do processo, e registrou a avaliação de especialistas de que as novas acusações podem ajudar o governo Trump a fortalecer sua posição no julgamento. A cobertura de direita reproduziu o relato antecipado pela agência, ainda tratando as acusações como futuras, e destacou a prisão ilegal de cidadãos americanos como eixo da apuração. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado, de modo que não há enquadramento próprio desse campo para relatar.
O que ainda não se sabe: os fatos concretos atribuídos como tortura, o número de vítimas e a identidade dos demais envolvidos não foram detalhados nos textos. Também não há manifestação da defesa sobre as novas acusações, além do pedido de arquivamento já existente, nem informação sobre o efeito delas no calendário do julgamento.
Novas acusações estão relacionadas a tortura e violações de direitos humanos de presos políticos e foram apresentadas nesta quinta (8). Ex-ditador será julgado em 2027.

O ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, podem enfrentar novas acusações na Justiça dos Estados Unidos
