Mario Frias e Daniella Marques são cotados para ministérios de Flávio Bolsonaro
3 veículos de centro · 1 veículo de direita

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A cobertura de centro relata que, antes do segundo turno, circulam nomes para o ministério de um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL). Mario Frias (PL-SP) articula voltar à Cultura, Daniella Marques é cotada para uma pasta social ampliada e há disputa pela Fazenda. A campanha não confirma nada.
Na cobertura de direita, o foco é a experiência de Mario Frias, ex-secretário especial da Cultura, cotado a ministro caso Flávio Bolsonaro vença o segundo turno. A leitura enfatiza continuidade, gestão e a possibilidade de recompor uma equipe de quadros já testados.
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4 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Antes do segundo turno, nomes para o ministério de um eventual governo de Flávio Bolsonaro circulam nos bastidores. Mario Frias mira a Cultura, Daniella Marques é cotada para a área social e a Fazenda segue em disputa. A campanha não confirma nenhuma escolha.
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República ainda não definiu, ao menos publicamente, quem comporia o ministério em caso de vitória no segundo turno. Mesmo assim, nomes circulam nos bastidores. Os principais são o do deputado federal Mario Frias (PL-SP), cotado para voltar ao comando da Cultura, e o de Daniella Marques, porta-voz econômica da campanha, cotada para uma pasta social ampliada.
A cobertura de centro relatou que Frias, reeleito deputado, já convoca pessoas para formar a equipe no Ministério da Cultura, segundo fontes ouvidas em condição de anonimato. Frias não se manifestou. Ele teria defendido que a Cultura volte a ser ministério, porque o governo de Jair Bolsonaro a rebaixou a secretaria. Entre os nomes que ele procurou estaria André Porciuncula, seu braço direito na antiga Secretaria Especial da Cultura, que afirmou não ter interesse em cargo público porque mora nos Estados Unidos.
Sobre Daniella Marques, pessoas da campanha disseram que ela ficaria à frente de um ministério social que incluiria a pasta das mulheres e talvez algumas obras federais. Ela presidiu a Caixa Econômica Federal no último ano do governo de Jair Bolsonaro e já não cuida do dia a dia das pautas econômicas da campanha, tarefa que ficou com Adolfo Sachsida. Marques antecipou a ideia de um fundo com imóveis e outros ativos da União, que ela estima em mais de R$ 5 trilhões, para financiar programas sociais e reduzir o endividamento. Com esse arranjo, ela sai da disputa pela Fazenda, onde são citados Marcelo Kayath, Mansueto Almeida, Alexandre Bettamio e Roberto Campos Neto.
Há ainda a questão de Eduardo Bolsonaro. A cúpula da campanha diz que a chance de ele ser ministro das Relações Exteriores é zero, e o considera radical. Aliados dele afirmam o contrário, e o próprio Eduardo disse em vídeo que os ministros serão anunciados pelo presidente. A coluna também registra que o ministro do Supremo Tribunal Federal determinou o início do cumprimento da pena dele e o cancelamento dos passaportes.
Veículos de direita enfatizaram a trajetória de Frias, que chefiou a Secretaria Especial da Cultura entre 2020 e 2022, e trataram o nome como um retorno natural de quem já conhece a área. Essa cobertura reproduziu uma lista divulgada por um portal e destacou que não há confirmação oficial. Não mencionou as suspeitas contra o deputado.
Já a cobertura de centro registrou que Frias está no centro das polêmicas do caso Dark Horse. A Polícia Federal o aponta como suspeito de alimentar um esquema com emendas parlamentares, com possíveis crimes de peculato, fraude e lavagem de dinheiro. O deputado nega irregularidades. A mesma cobertura recordou episódios da gestão dele na Cultura, como a norma que barrou financiamento a artistas em cidades com restrições da Covid-19 e a exclusão de um festival de jazz da Lei Rouanet. Entre os veículos analisados, nenhum de esquerda cobriu o tema. Por isso, as críticas ao perfil das indicações aparecem apenas na apuração de centro.
A campanha é aconselhada a não anunciar nomes antes do segundo turno. A avaliação interna é que o indicado vira alvo de ataques, como ocorreu com o médico Claudio Lottenberg, anunciado como futuro ministro da Saúde, e que muitos aliados querem a Fazenda.
O que ainda não se sabe é quem será de fato nomeado, se a Cultura voltará a ter status de ministério, quais pastas formarão o ministério social ampliado e qual será o papel de Eduardo Bolsonaro. Também não há resposta da campanha sobre os nomes citados.

A chance de Eduardo Bolsonaro ser o ministro das Relações Exteriores num eventual governo Flávio

Estrutura também abarcaria pasta das mulheres; assessora se aproximou das áreas quando presidiu a Caixa Econômica Federal

Ex-secretário da Cultura de Jair Bolsonaro aparece entre os nomes considerados para integrar a equipe ministerial caso Flávio vença o
