Partido Democrata deve conquistar Câmara e Senado nas midterms dos EUA
1 veículo de esquerda · 3 veículos de centro

Resumo da cobertura
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A cobertura de centro relatou que, segundo projeções, o Partido Democrata deve conquistar a maioria na Câmara dos Representantes e no Senado dos Estados Unidos nas eleições de meio de mandato de 3 de novembro, com vitórias em estados republicanos como Carolina do Sul, Texas, Ohio, Kansas e Iowa. Os textos registraram a reação de Donald Trump, que disse não ver a derrota como rejeição à sua presidência, e ouviram especialistas sobre o efeito na política externa americana. Uma chamada publicada antes da votação listou possíveis reflexos para o Brasil em tarifas, dólar e mercados.
Com base em CNN Brasil, Metrópoles e O Tempo
O veículo de esquerda, em texto publicado no dia da votação, antes do resultado, apresentou as midterms como a chance de impor limites ao que chamou de agenda de extrema direita de Donald Trump. Destacou o recorde de votos antecipados, o custo de vida como fator central e a alta do diesel associada ao que o texto chamou de guerra de agressão imperialista contra o Irã, e ressalvou que mesmo uma vitória democrata não encerraria a guerra nem revogaria o que qualificou como políticas racistas de deportação em massa.
Com base em Portal Vermelho
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Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
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As eleições de meio de mandato de 3 de novembro nos Estados Unidos devem dar ao Partido Democrata a maioria na Câmara e no Senado, segundo projeções. A mudança amplia o poder de investigação da oposição e o veto a indicações judiciais de Donald Trump, que mantém o poder de veto sobre leis.
Os eleitores dos Estados Unidos foram às urnas em 3 de novembro nas eleições de meio de mandato, conhecidas como midterms, que renovaram todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes e 35 das 100 vagas do Senado, além de governos estaduais. Até a madrugada de 4 de novembro, quando saíram as matérias analisadas, projeções citadas pela cobertura indicavam que o Partido Democrata conquistaria a maioria nas duas Casas, hoje controladas pelos republicanos.
A cobertura de centro relatou que os democratas venceram disputas ao Senado em estados de tradição republicana, como Carolina do Sul, Texas, Ohio, Kansas e Iowa. Um dos textos lembrou que, nos últimos 50 anos, o controle das duas Casas mudou no mesmo ciclo apenas duas vezes. O presidente Donald Trump disse em entrevista que não encara o resultado como um golpe contra ele, parabenizou os democratas e atribuiu as derrotas a candidatos republicanos que, segundo ele, lutaram contra ele. Nas redes, prometeu vetar propostas da oposição.
Os textos convergem sobre o que muda. Com maioria, a oposição pode controlar comissões, convocar integrantes do governo e abrir investigações. No Senado, pode barrar indicações de Trump para o Judiciário. Também convergem sobre o limite: o presidente mantém o poder de veto, que só cai com dois terços dos votos em cada Casa.
Veículos de esquerda, em texto publicado no dia da votação, antes do resultado, apresentaram a eleição como a chance de impor limites ao que chamaram de agenda de extrema direita de Trump. Destacaram o recorde de mais de 57 milhões de votos antecipados e o custo de vida como fator central. O texto qualificou a guerra contra o Irã como agressão imperialista e registrou que o diesel passou de US$3,75 para US$6,52 por galão. Ressalvou que nem uma vitória nas duas Casas encerraria a guerra ou revogaria o que chamou de políticas racistas de deportação em massa.
A cobertura de centro deu mais espaço à política externa. Uma especialista ouvida avaliou que a perda da maioria não produziria necessariamente um Trump menos ativo no exterior, mas elevaria o custo político de seus arranjos, inclusive no conflito com o Irã e na relação com a Organização do Tratado do Atlântico Norte. O mesmo texto registrou que interlocutores do presidente Lula apostam na mudança para ampliar o diálogo com os Estados Unidos. Uma chamada de programa publicada antes da votação citou possíveis reflexos para o Brasil em tarifas, dólar e mercados, sem detalhá-los.
Os números de popularidade não coincidem entre os textos. O de esquerda situou a aprovação de Trump entre 31% e 38% nas pesquisas finais. Um texto de centro falou em aprovação na faixa dos 30%, e outro citou pesquisa com eleitores em que mais de 6 em cada 10 desaprovam o presidente. São levantamentos e momentos diferentes. Nenhum veículo de direita cobriu o caso no conjunto analisado.
Até a madrugada de 4 de novembro, o tamanho exato das maiorias democratas ainda não estava definido, porque a apuração continuava. Também não havia decisão presidencial sobre novas operações militares contra o Irã, possibilidade que, segundo especialista ouvida pela cobertura de centro, autoridades americanas já haviam mencionado a aliados.
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