Christa Pike resiste a duas doses de pentobarbital e Tennessee congela execuções
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Christa Pike, de 50 anos, condenada à morte pelo assassinato de Colleen Slemmer em 1995, sobreviveu a duas doses de pentobarbital aplicadas na Penitenciária de Segurança Máxima de Riverbend, em Nashville, horas depois de a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubar uma suspensão. Ela foi hospitalizada em estado crítico. O governador do Tennessee, Bill Lee, ordenou revisão independente e suspendeu as execuções no estado até o fim do ano.
O caso Christa Pike coloca em xeque a capacidade do Tennessee de cumprir sentenças legalmente impostas pela Justiça. A Suprema Corte autorizou a execução, mas o procedimento falhou pela segunda vez no ano.
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Todas as coberturas concordam que Christa Pike sobreviveu a duas doses de pentobarbital, foi hospitalizada e que o governador Bill Lee suspendeu as execuções no Tennessee e pediu revisão independente.
Condenada pelo assassinato de Colleen Slemmer em 1995, Christa Pike sobreviveu a duas doses de pentobarbital horas depois de a Suprema Corte dos Estados Unidos liberar a execução. Hospitalizada em estado crítico, ela virou centro de uma revisão independente ordenada pelo governador do Tennessee.
O estado americano do Tennessee suspendeu as execuções previstas até o fim do ano depois que Christa Pike, de 50 anos, sobreviveu a duas doses de pentobarbital aplicadas na noite de 30 de setembro, na Penitenciária de Segurança Máxima de Riverbend, em Nashville. Ela foi levada de ambulância a um hospital e, segundo seu advogado Randy Spivey, está em estado crítico, recebendo medidas para manutenção da vida.
Pike foi condenada à morte em 1996 pelo assassinato de Colleen Slemmer, de 19 anos, em Knoxville, crime cometido em 1995, quando tinha 18 anos, junto com o então namorado, Tadaryl Shipp. Seria a primeira mulher executada no Tennessee em mais de 200 anos. A execução ocorreu horas depois de a Suprema Corte dos Estados Unidos revogar uma suspensão concedida pelo Tribunal de Apelações do Sexto Circuito, com votos contrários das juízas Sonia Sotomayor, Elena Kagan e Ketanji Brown Jackson.
As testemunhas relataram que Pike permaneceu acordada, perguntou sobre a sensação no braço e seguiu respirando e roncando depois da segunda dose, até a imprensa ser retirada do local. O protocolo do estado prevê um segundo conjunto de seringas, mas não diz o que fazer se a pessoa continuar viva. O governador Bill Lee ordenou uma revisão independente, e a suspensão alcança a execução de Gary Sutton, marcada para 3 de dezembro. O Departamento de Correção do Tennessee afirma ter seguido cada etapa do protocolo. A diretora do Centro de Informações sobre a Pena de Morte, Robin Maher, classificou o episódio como sem precedentes. Foi a segunda execução frustrada no estado em 2026, depois da de Tony Carruthers, em maio.
A cobertura de centro concentrou quase todo o noticiário, em grande parte com base em despachos de agências internacionais. Esses veículos detalharam a cronologia da noite, a disputa judicial de última hora e os argumentos da defesa, que alega agonia desnecessária, veias rompidas e pentobarbital degradado, além de histórico de abuso sexual na infância e transtorno bipolar diagnosticado só após a condenação. Parte da cobertura de centro registrou ainda o efeito eleitoral do caso: a senadora republicana Marsha Blackburn, candidata ao governo, defendeu a volta da cadeira elétrica, enquanto a democrata Jerri Green prometeu uma moratória.
Não houve, até agora, cobertura de veículos de esquerda sobre o caso. Entre os veículos de direita, o único que noticiou reproduziu o despacho de agência em tom factual, com a versão oficial do departamento penitenciário e a da defesa, sem enquadramento próprio.
Ainda não se sabe qual será o estado de saúde de Pike, quem conduzirá a revisão independente nem quanto tempo ela levará. Também segue em aberto se o governador aceitará converter a pena, como pede a defesa, e o que o Tennessee fará com o protocolo de execução.
Ela foi levada de ambulância após execução fracassada no Tennessee; defesa diz que ela está viva e recebe atendimento para manutenção da vida

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Pike, condenada por matar uma colega estudante em 1995, seria a primeira mulher executada no Tennessee em mais de 200 anos. Seus advogados disseram não ter informações sobre seu estado de saúde após a falha médica e afirmam que ela deveria receber clemência.


Após execução malsucedida, o governador do Tennessee, Bill Lee, solicitou

Pike foi condenada pelo assassinato de uma jovem em 1995; detenta permaneceu viva e dormindo após aplicação das injeções

Uma tentativa de execução por injeção letal no Tennessee, nos EUA, foi suspensa depois que a condenada Christa Pike sobreviveu a duas doses do medicamento, afirmaram advogados dela a jornalistas americanos.

Christa Pike se tornaria a primeira mulher a ser executada no estado americano em 200 anos
