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Partido Novo quer anular vista de Flávio Dino e destravar caso Banco Master

1 veículo de centro · 2 veículos de direita

Redação Fuja da Bolha•3 fontes•28/09/2026•atualizado em 29/09/2026•Escândalo Político
Partido Novo quer anular vista de Flávio Dino e destravar caso Banco Master
Imagem: Congresso em Foco

Resumo da cobertura

Como cada lado cobriu

3 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda0 (0%)

Veículos com viés à esquerda

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

Centro1 (33%)

Veículos com viés ao centro

  • Congresso em FocoNovo requer anulação do pedido de vista de Dino em ação do caso MasterPartido alega que ministro abusou de prerrogativas ao utilizar vista para interromper discussão de colegas.(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

Direita2 (67%)

Veículos com viés à direita

  • O Estado de S.PauloNovo pede ao STF anulação do pedido de vista de Dino no julgamento de investigação de MoraesDecisão sobre junção de julgamentos de Moraes e Mendonça foi adiada após pedido de vista do ministro Flávio Dino(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

  • Revista OesteNovo pede ao STF que desconsidere pedido de Dino no caso MoraesNovo pede ao STF que desconsidere pedido de Dino no caso Moraes  Revista Oeste(abre em nova aba)

    Texto não analisado: o veículo bloqueia leitura automática.

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Briefing

O que importa para você

  • O julgamento sobre investigar ministros do Supremo Tribunal Federal está suspenso e sem data para retomada.
  • Flávio Dino tem prazo regimental de 90 dias, contados de 15 de setembro, para devolver o caso ao Plenário.
  • Se a vista for anulada e reconhecido o empate de 4 a 4, o voto de qualidade de Edson Fachin manteria os dois procedimentos separados.
  • A condução dos procedimentos ligados ao caso Banco Master está centralizada na Presidência da Corte.

Onde os lados divergem

  • A cobertura de centro trata o episódio como disputa regimental dentro de uma crise institucional entre ministros, e inclui a contestação da Procuradoria-Geral da República à legalidade do relatório policial.
  • A cobertura de direita trata o caso como paralisação de uma apuração sobre um ministro e detalha valores atribuídos à relação investigada, como o contrato de R$ 131 milhões e os cartões de R$ 300 mil, informações ausentes do relato de centro.
  • Veículos de esquerda não cobriram o pedido, de modo que o questionamento sobre a origem e a validade das provas não recebe desenvolvimento próprio.

Onde os lados concordam

As coberturas convergem no essencial: o Partido Novo pediu ao Supremo Tribunal Federal a anulação da vista de Flávio Dino; o ministro havia sinalizado voto pela reunião dos processos antes de pedir vista; o placar da sessão de 15 de setembro ficou em 4 a 3 pela tramitação separada; e o partido quer que o resultado seja tratado como empate, com voto de qualidade do presidente Edson Fachin.

O que ainda está incerto

  • Não há data marcada para o Plenário examinar a regularidade da vista nem decisão sobre a petição do partido.
  • A validade do relatório da Polícia Federal, questionada pela Procuradoria-Geral da República, segue sem análise do tribunal.
  • Flávio Dino não se manifestou publicamente sobre a acusação de desvio de finalidade.

O Partido Novo protocolou no Supremo Tribunal Federal um pedido para anular a vista aberta por Flávio Dino no julgamento sobre os procedimentos do caso Banco Master. A legenda afirma que o ministro já havia declarado voto e quer que o resultado seja tratado como empate, decidido pelo voto de qualidade do presidente Edson Fachin.

A executiva nacional do Partido Novo protocolou nesta segunda-feira, 28 de setembro, um pedido para anular a vista aberta pelo ministro Flávio Dino no julgamento que discute a reunião dos procedimentos ligados ao caso do Banco Master no Supremo Tribunal Federal. O documento foi dirigido ao presidente da Corte, Edson Fachin, e sustenta que o ministro já havia manifestado sua posição durante a sessão do dia 15 de setembro e teria usado uma prerrogativa regimental para interromper a deliberação em curso.

A sessão daquele dia analisava uma questão de ordem apresentada pelo ministro Gilmar Mendes para reunir e redistribuir a relatoria de dois procedimentos. Um deles trata das investigações que envolvem o Banco Master e contém o relatório policial que cita o ministro Alexandre de Moraes. O outro reúne as acusações contra o ministro André Mendonça, apontado como responsável por direcionar apuração contra colegas da própria Corte. O placar estava em quatro votos pela tramitação separada e três pela reunião quando Dino, durante uma discussão entre Mendonça e Gilmar Mendes, pediu vista para, nas palavras dele, interromper a situação. Pelo regimento, ele tem até 90 dias para devolver o caso ao Plenário.

A cobertura de centro reconstituiu a sequência com distanciamento e citou entre aspas os termos da petição: para o partido, o pedido de vista deixou de cumprir sua finalidade tradicional, que é dar ao ministro mais tempo de análise, e passou a funcionar como mecanismo de interrupção da sessão. Essa cobertura também detalhou o contexto institucional, incluindo a atuação da Procuradoria-Geral da República, que questionou a legalidade do relatório da Polícia Federal, e a decisão de Fachin de centralizar na Presidência a condução dos procedimentos e de abrir sigilos para ampliar o acesso dos ministros aos documentos.

Veículos de direita deram ao episódio um enquadramento de prestação de contas. Nessa cobertura, o ponto central é que a apuração sobre um ministro do Supremo ficou paralisada por um ato interno, e o texto fecha enumerando as alegações que sustentam o pedido de investigação: contatos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro com Alexandre de Moraes em busca de aconselhamento, um contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, e cartões de crédito no valor de R$ 300 mil autorizados para os filhos dele. Veículos de esquerda não publicaram cobertura própria do pedido até o momento, de modo que o contraponto sobre a fragilidade da base probatória, as mensagens enviadas em visualização única e a contestação da Procuradoria-Geral da República aparece apenas como elemento factual no relato de centro, sem desenvolvimento editorial.

O núcleo jurídico do pedido é aritmético. O Partido Novo afirma que Dino participou integralmente da discussão e exteriorizou voto favorável à reunião dos casos, o que levaria o placar a um empate de quatro a quatro. Nesse cenário, o partido pede a aplicação do trecho do Regimento Interno que atribui voto de qualidade ao presidente da Corte. Como Fachin já se posicionou pela tramitação separada, o desfecho pretendido manteria os dois procedimentos em trilhas distintas. Como alternativa, a legenda pede que o efeito suspensivo da vista seja considerado ineficaz, permitindo a retomada imediata do julgamento.

A crise que originou tudo isso começou em 1º de setembro, quando André Mendonça retirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal com supostos contatos entre Moraes e Vorcaro. Moraes enviou a Fachin acusações contra Mendonça, a quem atribuiu interferências na condução das investigações. A disputa se ampliou quando Mendonça determinou o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada; Dino ordenou a reintegração dos dois, e Fachin suspendeu as decisões conflitantes.

O que ainda não se sabe é se o Plenário chegará a examinar a regularidade da vista, já que não há previsão de nova sessão sobre o tema e nenhuma decisão foi tomada sobre a petição do partido. Também segue em aberto a validade do relatório da Polícia Federal, questionada pela Procuradoria-Geral da República, e não há manifestação pública de Flávio Dino sobre a acusação de desvio de finalidade que lhe é dirigida.

JudiciárioPolítica NacionalEscândalo Político

Fontes

Espectro: Centro
Novo requer anulação do pedido de vista de Dino em ação do caso Master
Novo requer anulação do pedido de vista de Dino em ação do caso Master

Partido alega que ministro abusou de prerrogativas ao utilizar vista para interromper discussão de colegas.

Congresso em FocoCongresso em Foco
Espectro: Direita
Novo pede ao STF anulação do pedido de vista de Dino no julgamento de investigação de Moraes
Novo pede ao STF anulação do pedido de vista de Dino no julgamento de investigação de Moraes

Decisão sobre junção de julgamentos de Moraes e Mendonça foi adiada após pedido de vista do ministro Flávio Dino

O Estado de S.PauloO Estado de S.Paulo
Espectro: Direita
Novo pede ao STF que desconsidere pedido de Dino no caso Moraes

Novo pede ao STF que desconsidere pedido de Dino no caso Moraes  Revista Oeste

Revista OesteRevista Oeste

Direita

2 fontes

Veículos de direita tratam o pedido do Partido Novo como tentativa legítima de destravar um julgamento que interessa ao controle sobre a própria cúpula do Supremo Tribunal Federal. Nessa leitura, o pedido de vista de Flávio Dino funcionou como mecanismo para interromper uma deliberação já encaminhada, protegendo Alexandre de Moraes de ter sua situação examinada pelo Plenário. A cobertura detalha as alegações que motivaram a abertura de investigação: contatos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro com o ministro, contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes e cartões de crédito de R$ 300 mil autorizados para os filhos do magistrado.

Centro

1 fonte

A executiva nacional do Partido Novo protocolou no Supremo Tribunal Federal um pedido para anular a vista aberta pelo ministro Flávio Dino na sessão de 15 de setembro, que discutia se os procedimentos ligados ao caso do Banco Master e as acusações contra o ministro André Mendonça deveriam ser reunidos sob uma única relatoria.

Esquerda

0 fontes

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

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