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O presidente Lula e o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, entregaram em 25 de junho de 2026 a primeira fase da ampliação e modernização dos terminais dos aeroportos de Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul. As obras integram o Novo PAC, foram executadas pela concessionária Aena Brasil com financiamento do BNDES e fazem parte do Programa Ampliar de concessão de aeroportos regionais. No mesmo dia, Lula anunciou a retomada de obras de uma fábrica de fertilizantes no estado, com investimento superior a R$ 5 bilhões.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, entregaram na quinta-feira, 25 de junho de 2026, a primeira fase das obras de ampliação e modernização dos terminais dos aeroportos de Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul. As intervenções integram o Novo PAC e foram executadas pela concessionária Aena Brasil, dentro do Programa Ampliar de requalificação de aeroportos regionais por meio de concessões. Na cerimônia, Lula afirmou que o que está acontecendo nos aeroportos do país é uma revolução e citou recorde de passageiros no primeiro semestre de 2026.
A cobertura de centro, baseada no comunicado oficial do Planalto, relatou os fatos centrais: as obras foram coordenadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos e pela Agência Nacional de Aviação Civil, com investimentos privados financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Segundo o ministro Tomé Franca, o governo chega a 45 aeroportos requalificados, e um novo leilão, previsto para dezembro, deve incluir o Aeroporto de Brasília além de Dourados e Bonito, que receberiam mais R$ 150 milhões. O presidente da Aena Brasil, Santiago Yus, disse que a empresa cumpriu o compromisso assumido ao assumir a gestão dos terminais sul-mato-grossenses no fim de 2023.
No mesmo dia, o presidente anunciou a retomada de obras de uma fábrica de fertilizantes no estado, com investimento superior a R$ 5 bilhões e apoio do Novo PAC, com início ainda neste mês. Esse anúncio apareceu sobretudo na cobertura de veículos de direita, em formato de nota factual, sem maior detalhamento sobre cronograma, responsável pela planta ou origem precisa do recurso.
As diferenças de enquadramento aparecem na interpretação, não nos fatos. Veículos de esquerda tenderiam a destacar a obra como retorno do Estado planejador, capaz de destravar investimentos parados, conectar a fronteira de Ponta Porã ao restante do país e reduzir a desigualdade regional, com o recorde de passageiros lido como sinal de inclusão e a fábrica de fertilizantes como passo de reindustrialização. Veículos de direita enfatizariam que a modernização só foi possível porque o investimento é privado, via concessão à Aena, e citariam a própria fala de Lula, de que o Estado permite que quem sabe fazer faça, como reconhecimento da eficiência da iniciativa privada, ao mesmo tempo em que cobrariam transparência sobre o uso do BNDES e sobre o custo público dos R$ 5 bilhões dos fertilizantes.
O que ainda não se sabe, a partir do material disponível, é o valor total investido na primeira fase dos três aeroportos, o cronograma das fases seguintes, o detalhamento do contrato da fábrica de fertilizantes e qual a parcela de recurso público frente ao capital privado em cada empreendimento.
Esquerda e direita reconhecem que os aeroportos de Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã foram modernizados via concessão à Aena Brasil, dentro do Novo PAC, e que houve recorde de passageiros no primeiro semestre de 2026.
Como cada lado cobriu
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
É release institucional do gov.br: factual no relato das obras (aeroportos de Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã, Aena, BNDES, leilão do Ampliar), mas reproduz sem contraponto as falas elogiosas de Lula e do ministro. O tom promocional puxa para favorável ao governo, mas a base é factual e datada, mantendo perfil CENTER com viés institucional leve.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do publisher ser perfilado RIGHT, o texto em si é uma nota factual seca: anuncia a retomada de obras de fertilizantes em MS com investimento de R$ 5 bilhões e apoio do Novo PAC, sem vocabulário valorativo carregado nem editorialização ideológica. O conteúdo é neutro, o que rebaixa o perfil do artigo de RIGHT para CENTER. O restante do body é lista de manchetes não relacionadas (boilerplate do R7).

Modernização dos aeroportos de Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã amplia a capacidade dos sistemas operacionais para acompanhar o crescimento econômico da região

Com investimentos de mais de R$ 5 bilhões e apoio do novo PAC, as obras começam ainda neste mês
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Perspectivas omitidas
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