Nações Unidas apontam 189 jornalistas assassinados em 2024 e 2025
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A matéria de esquerda, em tom de agência, registrou a fala de António Guterres sobre o preço pago por jornalistas, o número de 189 assassinatos em 2024 e 2025 atribuído às Nações Unidas e a cobrança da Federação Nacional dos Jornalistas por investigação e punição dos responsáveis.
Com base em Agência Brasil
A cobertura de centro relatou o alerta do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, no Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes Contra Jornalistas, e o dado de 189 jornalistas assassinados no mundo em 2024 e 2025. O texto de centro é creditado expressamente à mesma origem da matéria de esquerda e reproduz o mesmo relato, sem acréscimo próprio.
Com base em Notícias ao Minuto Brasil
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Os dois textos relatam o alerta de António Guterres, os 189 jornalistas assassinados em 2024 e 2025 segundo as Nações Unidas e a cobrança da Fenaj por investigação. O texto de centro é creditado à mesma origem da matéria de esquerda, então a coincidência não é confirmação independente.
No Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes Contra Jornalistas, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que jornalistas pagam um preço exorbitante por dizerem a verdade. Segundo a ONU, 189 foram assassinados em 2024 e 2025, o maior número desde 2014 e 2015.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, afirmou nesta segunda-feira, 2 de novembro, que jornalistas de todo o mundo continuam pagando um preço exorbitante por dizerem a verdade. A declaração marcou o Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes Contra Jornalistas.
Segundo as Nações Unidas, 189 jornalistas foram assassinados no mundo em 2024 e 2025. É o maior número registrado desde o biênio 2014 e 2015. A maior parte das mortes ocorreu em zonas de conflito.
A data foi criada em homenagem a dois jornalistas franceses de uma rádio internacional, Ghislaine Dupont e Claude Verlon, assassinados em 2 de novembro de 2013, no Mali. Em 2026, a ONU quer mostrar como novas tecnologias e armamentos estão transformando os riscos enfrentados por jornalistas, especialmente em áreas de guerra. Os textos citam ataques com drones como exemplo de causa de mortes nessas regiões.
A cobertura de centro e a matéria de esquerda relataram os mesmos pontos, na mesma ordem. Isso tem explicação: o texto de centro é creditado expressamente à mesma origem da matéria de esquerda e reproduz o relato dela, sem acréscimo próprio. A convergência, portanto, não indica duas apurações independentes.
Veículos de esquerda destacaram, além do alerta de Guterres, a posição da presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, a Fenaj, Samira de Castro. Ela afirmou que é preciso exigir dos governos que investiguem e processem os responsáveis por crimes contra jornalistas, e que o assassinato de qualquer jornalista é inaceitável. Samira citou a campanha deste ano da Federação Internacional de Jornalistas, que pergunta quem ordenou, quem planejou e quem é o responsável final por cada assassinato. A cobertura de centro registrou a mesma fala.
Nenhum veículo de direita cobriu o caso no conjunto analisado.
Não há divergência de substância entre os dois textos, já que um reproduz o outro. O que os dois deixaram de fora é o mesmo: nenhum detalha em quais países ou conflitos ocorreram as mortes, nem explica a metodologia do levantamento. Também não trazem números sobre jornalistas mortos ou ameaçados no Brasil, nem a resposta de algum governo à cobrança por investigação.
Até o fim da tarde de 2 de novembro, quando saíram as matérias analisadas, os textos não informavam quantos dos 189 casos tinham sido investigados ou levado à punição de responsáveis, nem quais medidas concretas a ONU pretende cobrar dos países em 2026.
Esta segunda-feira (2) marca o Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes Contra Jornalistas.
