Quaest mede empate técnico com Lula em 37% e Flávio Bolsonaro em 33%
7 veículos de esquerda · 29 veículos de centro · 4 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
40 fontes políticas
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40 fontes políticas
Como decidimos →O instituto Quaest divulgou em 21 de setembro a rodada nacional de intenção de voto para a Presidência da República, com Lula, do PT, em 37% e Flávio Bolsonaro, do PL, em 33% no cenário estimulado de primeiro turno, diferença no limite da margem de erro de dois pontos percentuais. Augusto Cury, do Avante, aparece com 6%, Ronaldo Caiado, do PSD, com 4%, Renan Santos, do Missão, com 3% e Romeu Zema, do Novo, com 1%. No confronto direto entre os dois primeiros, Flávio Bolsonaro tem 42% e Lula, 41%. Dois dias depois, em 23 de setembro, o instituto publicou levantamentos em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco, Distrito Federal e Tocantins, que desenham um mapa dividido.
Para a leitura à esquerda, os números mostram que a candidatura de Lula segue à frente no país e recupera terreno onde a disputa se decide. O presidente lidera a rodada nacional com 37% contra 33%, cresce em Minas Gerais, onde abre cinco pontos e empata o confronto direto em 40%, e mantém domínio no Nordeste, com 54% a 21% em Pernambuco.
Para a leitura à direita, o quadro é de vantagem competitiva de Flávio Bolsonaro justamente onde a eleição costuma ser decidida. O senador aparece à frente no cenário de segundo turno nacional, com 42% a 41%, lidera no Rio de Janeiro por 37% a 30% e por 44% a 36%, vence em São Paulo por 34% a 31% e por 42% a 36%, e abre 49% a 38% no Distrito Federal.
Veículos com viés à esquerda
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Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
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Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: viés de centro.
Esquerda, centro e direita reconhecem que Lula e Flávio Bolsonaro estão em empate técnico na pesquisa nacional, com 37% e 33% no primeiro turno e 41% a 42% no confronto direto, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Todas as coberturas também registram que o grau de definição do voto subiu nos estados medidos, chegando a 86% no Tocantins.
O instituto Quaest divulgou em 21 de setembro a rodada nacional da corrida presidencial e, dois dias depois, os levantamentos em seis estados e no Distrito Federal. Lula aparece com 37% e Flávio Bolsonaro com 33% no primeiro turno, diferença no limite da margem de erro de dois pontos. A leitura de esquerda, centro e direita sobre os mesmos números aparece a seguir.
O instituto Quaest divulgou em 21 de setembro a nova rodada nacional de intenção de voto para a Presidência da República e, em 23 de setembro, um conjunto de levantamentos em seis estados e no Distrito Federal. No cenário estimulado de primeiro turno em todo o país, Lula, do PT, aparece com 37% e Flávio Bolsonaro, do PL, com 33%, diferença no limite da margem de erro de dois pontos percentuais. Augusto Cury, do Avante, tem 6%; Ronaldo Caiado, do PSD, 4%; Renan Santos, do Missão, 3%; e Romeu Zema, do Novo, 1%. Na simulação de confronto direto entre os dois primeiros colocados, Flávio Bolsonaro registra 42% e Lula, 41%, também dentro da margem. A pesquisa nacional ouviu 2.004 eleitores entre 17 e 20 de setembro, com nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral.
As rodadas estaduais foram a campo entre 19 e 22 de setembro, com margens que variam de dois a três pontos percentuais, e desenham um mapa dividido. No Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro tem 37% contra 30% de Lula no primeiro turno e 44% a 36% no cenário direto. Em São Paulo, o senador marca 34% e o presidente, 31%, com 42% a 36% na disputa direta. Em Minas Gerais a ordem se inverte: Lula soma 35% e Flávio Bolsonaro, 30%, com empate em 40% no confronto entre os dois. Em Pernambuco, o presidente lidera por 54% a 21% e chega a 58% a 25% no segundo turno. No Distrito Federal, o senador tem 33% contra 32% e abre 49% a 38% no cenário direto. No Tocantins, Lula tem 37% e Flávio Bolsonaro, 35%, com empate em 44%.
Toda a cobertura converge em três pontos. O primeiro é o empate técnico nacional, reconhecido inclusive pelos textos que preferem destacar quem está numericamente à frente. O segundo é a metodologia: amostra, período de campo, nível de confiança e número de registro na Justiça Eleitoral aparecem na maioria das matérias. O terceiro é o grau de definição do voto, que subiu em praticamente todos os estados medidos, chegando a 86% no Tocantins e a 82% no Rio de Janeiro, o que reduz o espaço de virada a onze dias da votação.
Veículos de esquerda destacaram os recortes em que o presidente avança: a vantagem de cinco pontos em Minas Gerais, o crescimento de 28% para 32% no Distrito Federal e a diferença ampla em Pernambuco. Nessa leitura, a eleição segue aberta e a desaprovação da gestão federal não se converte automaticamente em voto no adversário. A cobertura de centro relatou os números lado a lado, com as séries desde 8 de setembro, os intervalos de margem e os indicadores de avaliação de governo, apontando que 56% desaprovam a gestão federal no Rio de Janeiro, 55% em São Paulo, 49% em Minas Gerais e 48% no Tocantins. Veículos de direita enfatizaram a vantagem do senador nos dois maiores colégios eleitorais e no cenário direto nacional, e trataram os 14% somados pelos candidatos menores como reserva de voto útil: um levantamento de outro instituto, citado nessa cobertura, aponta que 43% desses eleitores prefeririam Flávio Bolsonaro num confronto com Lula, contra 30% que ficariam com o presidente.
Há também um recorte de rejeição que apareceu apenas em parte das matérias. Perguntados sobre o que dá mais medo, 45% dos eleitores fluminenses e 46% dos brasilienses citaram um novo mandato de Lula, enquanto 38% e 39%, respectivamente, citaram a volta da família Bolsonaro ao poder. Em Minas Gerais a resposta se inverte por um ponto: 41% temem mais o retorno da família Bolsonaro e 40%, a reeleição do presidente. Entre eleitores que se declaram independentes no Rio de Janeiro, 40% temem mais um mandato do presidente, 28% temem o retorno do grupo adversário e 17% dizem temer os dois.
O que ainda não se sabe é quanto do eleitorado dos candidatos menores vai efetivamente migrar até a votação de 4 de outubro, e para qual lado. As pesquisas medem preferência declarada em cenário hipotético, não comportamento na urna. Também não há, no conjunto analisado, uma nova rodada nacional posterior às pesquisas estaduais que permita saber se o movimento observado nos estados já alterou o quadro do país. E os textos divergem em um detalhe de checagem: o número de registro do levantamento fluminense aparece com protocolos diferentes em coberturas distintas da mesma pesquisa.
Fórum Mídias debate os números das pesquisas entre Lula e Flávio Bolsonaro. Assista à edição 500 e entenda a análise sobre o cenário eleitoral.

Pesquisa da Quaest mostra como está a disputa pelo governo em Santa Catarina nas eleições 2026. Veja o resultado na Gazeta do Povo.

Quaest: Zucco e Juliana Brizola têm empate técnico no RS UOL Notícias
Foram ouvidas 804 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de setembro

Outros 8% dizem ter medo dos dois grupos políticos, enquanto 3% afirmam não temer nenhum deles. Pesquisa ouviu eleitores do RJ.

Pesquisa também mostra que 67% dos eleitores estão pouco ou nada interessados na eleição, e 32% estão muito interessados.

A 11 dias do pleito, ambos os candidatos focam em agendas no Sudeste diante da disputa apertada

A reta final da eleição presidencial ganhou um componente que pode alterar a distribuição dos votos até 4 de outubro:

Pesquisa divulgada nesta quarta (23) foi encomendada pela Globo. Margem de erro é de três pontos percentuais.

Candidato à reeleição, petista é rejeitado por 61% dos paulistas; em um eventual segundo turno, presidente aparece em empate técnico contra Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD)

No 1º turno, senador marca 34% e o petista, 31% no Estado; margem de erro é de 2 pontos percentuais. Leia no Poder360

Pesquisa divulgada nesta quarta (23) foi encomendada pela Globo. Lula aparece numericamente à frente no cenário de 1º turno, mas está empatado com Flávio Bolsonaro (PL) no 2º.

Levantamento da Quaest para a Presidência da República no Distrito Federal foi divulgado nesta quarta (23). Margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (23) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 33% das intenções de voto entre os eleitores do Distrito Federal, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva…

O levantamento ouviu 1.800 eleitores de 16 anos ou mais no estado de São Paulo

Foram ouvidos 1.506 eleitores mineiros entre os dias 19 e 22 de setembro

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (23) foi encomendada pela TV Anhanguera. Margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Pesquisa ainda mostra Augusto Cury com 4%; Ronaldo Caiado com 3% e Renan Santos com 2% das intenções de voto na corrida presidencial

Senador oscilou 1 ponto para cima desde 8 de setembro; presidente passou de 37% para 36%; levantamento ouviu 1.302 eleitores. Leia no Poder360.

Levantamento 1.302 pessoas de 19 a 22 de setembro de 2026. A margem de erro é de 3 p.p, para mais ou para menos. Leia no Poder360.

As margens de erro variam de dois a três pontos percentuais

Pesquisa divulgada nesta quarta (23) foi encomendada pela Globo; margem de erro é de três pontos percentuais. 8% dizem temer ambos, e 3% não temem nenhum dos cenários.

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (23) foi encomendada pela Globo. Margem de erro é de três pontos percentuais.

Levantamento ouviu 1.104 eleitores do Distrito Federal de 19 a 22 de setembro; senador lidera em ambos os turnos. Leia no Poder360.

No 1˚ turno, petista tem 35%, ante 30% do senador; levantamento ouviu 1.506 eleitores de 19 a 22 de setembro. Leia no Poder360.

No primeiro turno, os candidatos têm empate técnico

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (23) foi encomendada pela Globo. Margem de erro é de três pontos percentuais.

Levantamento da Quaest para a Presidência da República no Distrito Federal foi divulgado nesta quarta (23). Margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Pesquisa divulgada nesta quarta (23) foi encomendada pela Globo. Lula aparece numericamente à frente no cenário de 1º turno, mas está empatado com Flávio Bolsonaro (PL) no 2º.

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (23) foi encomendada pela TV Anhanguera. Margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Levantamento ouviu 1.302 eleitores no estado e possui margem de erro de três pontos percentuais

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

A pesquisa Quaest ouviu 2.004 eleitores sobre as intenções de voto para presidente entre os dias 17 a 20 de setembro. Leia na Gazeta do Povo.

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