
Pesquisa avaliará desempenho de Michelle Bolsonaro na corrida presidencial
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Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Uma sequência de pesquisas eleitorais divulgadas entre 6 e 13 de julho de 2026 mediu o desempenho de Michelle Bolsonaro na disputa presidencial de 2026, após a ex-primeira-dama publicar um vídeo criticando o tratamento recebido do enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL), e deixar a presidência do PL Mulher.
Análise editorial
Reporta números da pesquisa BTG/Nexus com rigor metodológico, mas costura links internos com títulos de tom crítico ao bolsonarismo ('TariFlávio', 'candidatura esfacelada'), evidenciando enquadramento editorial de esquerda em torno da crise familiar na direita.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
Cobertura factual da metodologia da pesquisa Ideia (amostra, margem de erro, cenários testados), mas o corpo do texto inclui bloco de assinatura com forte carga ideológica ('ameaça bolsonarista', 'avanço da extrema-direita'), o que sinaliza enquadramento de esquerda mesmo dentro do texto informativo.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Análise editorial
Cobertura factual e multiangular, detalha objetivamente as acusações da PF contra Jaques Wagner atribuindo-as diretamente à investigação, e anuncia metodologia da próxima pesquisa Quaest sem juízo de valor.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Artigo majoritariamente tabular, reproduz números da pesquisa Meio/Ideia com metodologia declarada (amostra, margem de erro, datas de campo, código no TSE), sem juízo de valor ou linguagem carregada.
Perspectivas omitidas
Uma sequência de pesquisas eleitorais divulgadas entre 6 e 13 de julho de 2026 testou o desempenho da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) na corrida presidencial, depois que ela publicou um vídeo criticando o tratamento recebido do enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL), e deixou a presidência do PL Mulher. O episódio reacendeu o debate sobre quem lidera a oposição a Lula (PT) na disputa de 2026.
A pesquisa Meio/Ideia, feita com 1.500 eleitores entre 3 e 6 de julho e divulgada no dia 8, mostrou Lula na liderança do primeiro turno com 40,4%, contra 29,4% de Michelle, única representante do clã testada nesse cenário. Em um eventual segundo turno, Lula tem 45% e Michelle 36%, distância maior que a registrada no levantamento anterior, de maio. O mesmo instituto apurou que Michelle tem índice de rejeição de 28%, abaixo dos 43,4% de Flávio e dos 46,4% de Lula. Dias depois, a pesquisa BTG/Nexus, com 2.003 entrevistados entre 10 e 12 de julho, mostrou que 35% dos eleitores ainda desconhecem a disputa pública entre Michelle e Flávio, mesmo com 64% relatando algum contato com a notícia. Nesse levantamento, Lula aparece com 47% no segundo turno contra Flávio, que tem 44%, número estável em relação à rodada anterior. O instituto Quaest também anunciou nova rodada de pesquisa para 15 de julho, que incluirá perguntas sobre a crise familiar e sobre a Operação Compliance Zero, que teve como alvo o senador Jaques Wagner (PT).
Veículos de esquerda, como CartaCapital e Revista Fórum, leram o racha como sintoma de fragilidade do bolsonarismo, destacando o apoio de aliados como Damares Alves a Michelle e o desgaste que a crise provoca na pré-campanha de Flávio, além de associarem o episódio a um cenário mais amplo de disputa entre lulismo e extrema-direita às vésperas da eleição. A cobertura de centro, presente em veículos como G1 e Veja, tratou o episódio de forma predominantemente factual, reproduzindo números, metodologia e datas de registro no TSE sem atribuir interpretação política ao resultado, e destacando com o mesmo rigor a investigação sobre Jaques Wagner. Já veículos de direita enfatizaram que Michelle surge como alternativa mais competitiva que Flávio por ter rejeição bem menor, ampliando as opções do campo conservador para desafiar Lula, e apontaram que a distância entre governo e oposição vem encolhendo desde maio.
Ainda não está confirmado se o PL cogita substituir Flávio por Michelle como candidata oficial à Presidência, e as pesquisas seguem tratando os dois cenários como hipóteses separadas. Também não há detalhes públicos completos sobre o conteúdo integral do vídeo em que Michelle criticou o enteado, nem sobre os desdobramentos da crise para a convenção partidária do PL, prevista para as próximas semanas.

Pesquisa BTG/Nexus mostra que 35% dos eleitores desconhecem guerra entre Michelle e Flávio Bolsonaro; crise já atinge 64%.

Pesquisa presidencial Quaest 2026 avalia cenários de eleição após briga pública entre Michelle e Flávio Bolsonaro

Levantamento foi divulgado nesta quarta-feira, 8, com cenários para 1º e 2º turnos

A Pesquisa Meio/IDEIA 2026 mostra os cenários de primeiro e segundo turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Michelle Bolsonaro e Ronaldo Caiado...

Pesquisa ouviu 1.500 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 3 e 6 de julho

O levantamento se baseará em 1.500 entrevistas, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais
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