Michelle Bolsonaro lidera corrida ao Senado no Distrito Federal com 25%
1 veículo de esquerda · 9 veículos de centro · 7 veículos de direita

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Dois levantamentos divulgados na mesma semana colocam a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) na liderança da disputa pelas duas vagas do Distrito Federal no Senado. O Instituto Gazeta de Pesquisas (Igape), que ouviu 2 mil eleitores entre 10 e 15 de agosto, registra 22,5% no primeiro voto e 11,5% no segundo. A Real Time Big Data, que ouviu 1.600 eleitores entre 14 e 18 de agosto, aponta 25% nos votos consolidados. Nos dois casos, um grupo de candidatas aparece em empate técnico logo atrás, e a fatia de eleitores sem candidato definido é alta. Um novo levantamento do Datafolha, com coleta entre 18 e 21 de agosto, está marcado para divulgação em 21 de agosto.
A liderança de Michelle Bolsonaro (PL) na corrida ao Senado pelo Distrito Federal mede reconhecimento de nome construído no exercício da Presidência da República, não avaliação de mandato ou de plataforma.
Os números do Distrito Federal indicam que a candidatura de Michelle Bolsonaro (PL) ao Senado se consolidou depois da confirmação na convenção do Partido Liberal, em 2 de agosto, encerrando meses de indefinição.
17 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
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O Distrito Federal elege dois senadores em outubro de 2026, e cada eleitor vota duas vezes, com mandatos de oito anos. Michelle Bolsonaro tem 25% na Real Time Big Data e 22,5% na primeira escolha do Igape. Leila do Vôlei, Bia Kicis e Erika Kokay disputam a segunda vaga dentro da margem de erro. Um novo levantamento do Datafolha, com 910 entrevistas e margem de três pontos, está marcado para 21 de agosto e vai testar 15 nomes para o Senado.
Veículos de direita apresentam a liderança como candidatura consolidada desde a convenção do Partido Liberal, em 2 de agosto, e tratam a indecisão como espaço de crescimento. A cobertura de centro condiciona a liderança ao tamanho da indecisão, que chega a 57,6% na segunda escolha do Igape. Veículos de esquerda, que nesta cobertura trataram da disputa paulista, enquadram o cenário pelas dificuldades de nomes que classificam como extrema direita e pela competitividade do campo governista.
Os dois institutos que mediram a disputa distrital apontam Michelle Bolsonaro (PL) na primeira colocação e mostram Leila do Vôlei (PDT), Bia Kicis (PL) e Erika Kokay (PT) em empate técnico logo atrás. Toda a cobertura reproduz a mesma metodologia declarada: registro no Tribunal Superior Eleitoral, nível de confiança de 95% e margem de erro entre 2 e 2,2 pontos percentuais.
Não há medição pública de rejeição dos candidatos ao Senado no Distrito Federal. Não se sabe para onde vão os 34,8% de indecisos na primeira escolha e os 57,6% na segunda. Nenhuma cobertura explica como os votos de primeira e segunda escolha foram consolidados num percentual único, e o resultado do Datafolha ainda não foi divulgado.
Dois levantamentos divulgados na mesma semana colocam Michelle Bolsonaro (PL) na frente da disputa pelas duas vagas do Distrito Federal no Senado: 25% na Real Time Big Data e 22,5% no primeiro voto pelo Igape. Atrás dela, Leila do Vôlei, Erika Kokay e Bia Kicis aparecem em empate técnico, e 57,6% dos eleitores ouvidos pelo Igape não têm segunda escolha. A seguir, o que cada lado destacou.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) lidera a disputa pelas duas vagas do Distrito Federal no Senado em dois levantamentos divulgados na mesma semana. O Instituto Gazeta de Pesquisas (Igape), que ouviu 2 mil eleitores entre 10 e 15 de agosto, aponta 22,5% para ela no primeiro voto e 11,5% no segundo. A Real Time Big Data, que ouviu 1.600 eleitores entre 14 e 18 de agosto, registra 25% nos votos consolidados. Em outubro de 2026, cada eleitor do Distrito Federal escolherá dois nomes para o Senado, e por isso os institutos perguntam separadamente pela primeira e pela segunda escolha.
Nos dois levantamentos, a sequência é disputada. Pela Real Time Big Data, a senadora Leila do Vôlei (PDT) tem 17% e está tecnicamente empatada com as deputadas federais Bia Kicis (PL) e Erika Kokay (PT), ambas com 15%, dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. O ex-desembargador Sebastião Coelho (Novo) aparece com 8%, Cristian Viana (Podemos) com 2% e Tiago Tarsis (Agir) com 1%. No Igape, Leila do Vôlei soma 10,5%, Erika Kokay 10,1% e Bia Kicis 8,8%, também em empate técnico, com margem de 2,2 pontos.
A cobertura de centro convergiu na parte técnica. Os dois trabalhos estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral, sob os números 02390/2026 e DF-07849/2026, e ambos declaram nível de confiança de 95%. Essa cobertura deu peso ao tamanho da indecisão, o dado que relativiza a liderança: no Igape, 34,8% dos entrevistados não sabiam em quem votar na primeira escolha e 57,6% na segunda. Na Real Time Big Data, brancos e nulos somam 8% e outros 9% não sabem ou não responderam. O mesmo levantamento mediu ainda a corrida pelo governo do Distrito Federal, em que a governadora Celina Leão (PP) lidera com 34%, seguida pelo ex-governador José Roberto Arruda (PSD), com 22%, e por Leandro Grass (PT), com 18%.
As ênfases se separam a partir daí. Veículos de direita destacaram a consolidação da candidatura e lembraram que o nome de Michelle Bolsonaro foi confirmado na convenção do Partido Liberal em 2 de agosto, depois de meses de indefinição e de desavenças com Flávio Bolsonaro; a liderança apareceu ali como resultado já estabelecido, e um desses veículos tratou a reconciliação familiar como o fator capaz de destravar a candidatura ao Senado. Veículos de esquerda, no recorte desta cobertura, deslocaram o foco para outra disputa, a de São Paulo, onde o instituto Paraná Pesquisas aponta empate técnico triplo entre Simone Tebet (PSB), com 31,1%, Marina Silva (Rede), com 30,1%, e Guilherme Derrite (PP), com 28,2%. Nesse texto, o enquadramento foi o das dificuldades de nomes que a própria reportagem classifica como extrema direita e o da competitividade do campo governista, com leitura dos recortes de gênero e escolaridade. A cobertura de centro manteve a apresentação numérica e metodológica, sem atribuir significado político ao resultado.
Ainda não se sabe como a fatia de indecisos vai se distribuir, sobretudo na segunda escolha, em que quase seis de cada dez eleitores do Distrito Federal não têm candidato. Nenhum dos levantamentos divulgados traz índices de rejeição para os concorrentes ao Senado no Distrito Federal, e não há medição pública sobre o efeito da crise entre Michelle e Flávio Bolsonaro no eleitorado local. Também não há explicação, nas coberturas, sobre como os votos de primeira e segunda escolha foram consolidados num percentual único. Um novo levantamento do Datafolha, contratado por dois grupos de comunicação e registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-07561/2026, tem coleta prevista entre 18 e 21 de agosto, com 910 entrevistas e margem de erro de três pontos percentuais. A divulgação está marcada para 21 de agosto e deve testar 15 nomes para o Senado, além das disputas para presidente e para o governo do Distrito Federal.
Levantamento realizado entre os dias 18 e 22 de agosto pelo Igape mostra, porém, que grande parte dos eleitores ainda está indecisa

Levantamento mostra como os principais nomes se posicionam na disputa por duas vagas

Erika Kokay (PT) apresenta 12% das intenções; Bia Kicis (PL) tem 11%

Pesquisa Datafolha testa nomes dos candidatos ao Senado no DF em cenário estimulado para eleição de outubro. Leia na Gazeta do Povo.

Ex-primeira-dama e atual senadora Leila do Vôlei aparecem à frente, mas corrida segue aberta com Erika Kokay e Bia Kicis

Pelo menos 67% dos eleitores brasilienses ainda estão indecisos; instituto ouviu 910 eleitores do Distrito Federal entre os dias 18 e 21 de agosto; margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de tempo é de 95%

Instituto ouviu 1.204 eleitores do Rio de Janeiro entre os dias 18 e 21 de agosto; margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de tempo é de 95%

Ex-primeira-dama terá apoio de diferentes congregações evangélicas na disputa ao Senado na capital federal -- veja lista

De acordo com a Real Time Big Data, Capitão Wagner (União Brasil) e Luizianne Lins (Rede) aparecem empatados em 2º lugar. Leia no Poder360.
Segundo pesquisa, Leila do Vôlei, Bia Kicis e Erika Kokay têm empate técnico na disputa pelo segundo voto à Casa Alta

Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores do Distrito Federal de 14 a 18 de agosto; margem de erro é de 2 pontos. Leia no Poder360.
Ex-primeira-dama aparece lidera disputa com 25% das intenções de voto

Dados são da Real Time Big Data

Michelle e Celina lideram disputa para Senado e governo do DFMi

Pesquisa mostra Simone Tebet, Marina Silva e Guilherme Derrite embolados na liderança pelas duas vagas paulistas no Senado; confira onde cada um é mais forte

Levantamento vai testar 15 candidatos para as duas vagas de senador, além de medir as disputas para presidente e governador

A maior parte dos entrevistados, porém, ainda está indecisa, segundo levantamento realizado entre os dias 10 e 15 de agosto pelo Igape

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