Pesquisa PoderData: Lula em empate técnico contra Flávio, Zema e Caiado no 2° turno
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
7 fontes políticas
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Como decidimos →Duas pesquisas divulgadas em 24 e 25 de junho de 2026, a Gerp e a PoderData/Aya, indicam empate técnico entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial de 2026, tanto no primeiro quanto no segundo turno. Os números variam dentro da margem de erro: na Gerp, Flávio aparece numericamente à frente no 2º turno (42% a 40%); no PoderData, Lula lidera (46% a 43%). Lula também empata tecnicamente com Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Joaquim Barbosa, vencendo apenas Renan Santos (MBL).
Os levantamentos confirmam que Lula sustenta sua competitividade na corrida de 2026 mesmo após uma semana de noticiário negativo, com a operação da Polícia Federal contra o ex-líder do governo no Senado, Jaques Wagner.
As pesquisas mostram um país dividido ao meio e uma eleição altamente competitiva, com Flávio Bolsonaro liderando numericamente no segundo turno em alguns cenários, como na Gerp (42% a 40%). A alta rejeição a Lula, que chega a 50% segundo o PoderData, e a desaprovação do governo (52%) revelam o desgaste do petista.
Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés à direita
Esquerda, centro e direita reconhecem que a corrida presidencial de 2026 está num empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro, com o país polarizado e a disputa em aberto a 100 dias da eleição.
Duas novas pesquisas divulgadas no fim de junho de 2026 confirmaram o cenário de polarização e equilíbrio na corrida presidencial brasileira. O instituto Gerp, com dados coletados entre 15 e 20 de junho, e o PoderData/Aya, com entrevistas feitas de 21 a 24 de junho, apontaram empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), tanto no primeiro quanto no segundo turno.
Os números se cruzam dentro da margem de erro. Na Gerp, que ouviu 2 mil eleitores com margem de 2,19 pontos, Flávio aparece numericamente à frente em um eventual segundo turno, com 42% contra 40% de Lula. Já o PoderData/Aya, que entrevistou 2.400 pessoas nas 27 unidades da Federação com margem de 2 pontos, mostra o caminho inverso: Lula com 46% contra 43% do senador. No primeiro turno, ambas as pesquisas colocam Lula ligeiramente à frente, com 37% a 40% das intenções, contra 34% a 36% de Flávio. As duas estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral e foram custeadas com recursos próprios dos institutos.
A cobertura de centro, como a da CNN Brasil e do próprio Poder360, relatou de forma factual que Lula também registra empate técnico contra os ex-governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) e contra o ex-ministro Joaquim Barbosa, vencendo com folga apenas o líder do Movimento Brasil Livre, Renan Santos. Os levantamentos também trouxeram recortes demográficos: Lula é mais forte entre as mulheres e no Nordeste, enquanto Flávio tem vantagem entre os homens e nas regiões Sul e Centro-Oeste.
É na leitura desses mesmos números que a cobertura se divide. Veículos de esquerda, como a CartaCapital, enfatizaram a resiliência de Lula, que se manteve estável mesmo após uma semana de noticiário negativo, marcada pela operação da Polícia Federal contra o ex-líder do governo no Senado, Jaques Wagner, investigado por suposta atuação a favor do Banco Master. Para esse campo, o forte apoio do eleitorado feminino e do Nordeste, reduto histórico do PT, sustenta a competitividade do presidente, enquanto Flávio não recupera o patamar perdido após o vazamento de um áudio em que negociava recursos do banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre seu pai.
Já veículos de direita, como a Revista Oeste e o portal Ric, destacaram a alta rejeição a Lula, que chega a 50% segundo o PoderData, e a desaprovação de 52% ao governo. Para essa cobertura, o país está dividido ao meio e a disputa permanece plenamente aberta, com espaço de crescimento para a oposição. Comentaristas alinhados a esse campo chegaram a questionar o financiamento próprio das pesquisas, insinuando um viés favorável ao petista.
O que ainda não se sabe é como o eleitorado reagirá aos desdobramentos das investigações sobre o Banco Master, que podem atingir lideranças de diferentes campos, nem qual será o efeito da entrada da campanha oficial no debate. A apenas 100 dias da eleição, as pesquisas indicam estabilidade, mas o quadro segue indefinido e qualquer movimento dentro da margem de erro pode redesenhar a disputa.
O instituto Gerp entrevistou 2.000 eleitores entre 15 e 20 de junho. A margem de erro é de 2,19 pontos

Margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os dois pré-candidatos

Pesquisa ouviu 2.400 pessoas entre 21 e 24 de junho, em todo o território nacional; margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Levantamento feito de 21 a 24 de junho mostra o presidente e o filho de Bolsonaro em empate técnico no limite da margem. Leia no Poder360.

Levantamento feito de 21 a 24 de junho mostra estabilidade no potencial de voto dos pré-candidatos em relação ao estudo de maio

Pré-candidatos estão empatados tecnicamente; margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais. Leia no Poder360.

O senador aparece com 42% das intenções de voto, enquanto o petista soma 40%
